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Celulares que dispensam carregamento de bateria chegam ao mercado em 2014

Empresa cria células solares tão eficientes que conseguem suprir a necessidade da energia convencional

Celular em sala de aula

 

É provável que a partir de 2014 estejam à venda smartphones e tablets com uma eficiência energética tão alta que seus donos não precisarão mais plugá-los na tomada.

Uma empresa chamada SunPartner desenvolveu módulos de células solar com espessura de 300 mícrons que podem ser encaixados sobre ou sob a tela sensível ao toque. Eles custam apenas US$ 1 ou US$ 2 e carregam os aparelhos enquanto não estão em uso.

Em entrevista ao VentureBeat, Mathieu Debroca, diretor de mercados internacionais da SunPartner, explicou que é possível compensar totalmente o consumo de energia de um smartphone durante o standby. “E podemos estender a vida da bateria em 20%.”

Reprodução

As células atuais absorvem 2,5 miliwatts por centímetro quadrado do telefone, mas a SunPartner trabalha para impulsionar a eficiência de 8% para 30%, criando uma corrente de energia que poderia carregar o aparelho e dar mais 50% de conversação.

Teoricamente, um celular com essas células poderia ficar eternamente ligado em modo de espera, mas e-readers, que já trabalham com alta eficiência, conseguiriam dispensar o carregador mesmo se em uso.

Atualmente, a empresa, que é da França, trabalha com os 10 principais fabricantes de telefones móveis do mundo, segundo Debroca. “Esperamos ter acordos de licenciamento no início do próximo ano e produtos no mercado até 2014.”

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Deveres e direitos ao usar seu próprio dispositivo dentro da empresa

Advogado esclarece questões que rondam o fenômeno que já se tornou realidade em companhias brasileiras

BYOD

O fenômeno conhecido como “Bring Your Own Device” (“traga seu próprio dispositivo”, em português) já é realidade nas empresas brasileiras, mas muitas delas ainda buscam uma forma efetiva de gerenciar com segurança esses dispositivos pessoais, que representam uma porta de entrada para vírus e outras ameaças cibernéticas.

Uma pesquisa realizada pela consultoria IDC mostra que 42% das empresas no Brasil já permitem a utilização de smartphones pessoais no ambiente de trabalho, o que tem gerado inúmeros questionamentos não só na parte de segurança da informação, mas, também, em questões legais.

As preocupações com a segurança estão exigindo que os departamentos de TI criem regras de uso para smartphones e tablets, além de obrigarem os funcionários a usar softwares de gestão de segurança nos aparelhos pessoais. Diversas companhias têm adotado soluções que permitem, inclusive, rastrear dados da companhia, caso os aparelhos sejam roubados ou perdidos. Neste ponto, no entanto, entra uma questão legal.

Segundo o advogado Victor Auilo Haikal, sócio do escritório Patricia Peck Pinheiro, é preciso deixar claro que monitorar o equipamento do funcionário é legal, mas devassar, não. “A partir do momento em que um dispositivo de fora entra na empresa, a companhia tem o direito de averiguar o que tem dentro do aparelho, desde um software até e-mails corporativos. Mas espiar a vida do funcionário pode ser compreendido como invasão de privacidade”, comenta o especialista em direito digital.

O advogado explica ainda que a empresa se torna responsável por gerir e garantir que suas informações estão seguras, mas por se tratar de uma propriedade do funcionário, o que ele acessa em seu dispositivo, além do que é estipulado, é responsabilidade do próprio empregado. Em outras palavras, se o smartphone ou tablet tiver algum conteúdo ilícito, quem vai sofrer consequências é o proprietário.

Portanto, cabe à companhia se limitar a monitorar somente conteúdos que lhe dizem respeito. Apesar disso, o especialista lembra que é preciso cuidado, pois o empregador pode ser culpado por conteúdos ilegais acessados pelos funcionários, caso o colaborador utilize a conexão de internet, e outras infraestruturas, da companhia.

“As regras devem estar bem estabelecidas. Se o funcionário não cumprir com o combinado de manter o antivírus atualizado e ter cautela no uso da internet, por exemplo, isto pode ser considerado insubordinação e, eventualmente, pode até gerar a demissão”, explica.

O advogado esclarece que as áreas de TI, RH e jurídica devem estar alinhadas na criação do programa BYOD, uma vez que é preciso clareza nos direitos e deveres da companhia e funcionários. “Cada companhia pode achar a melhor maneira de se entender com seus funcionários, mas todas as regras devem ser transparentes a todos”, ressalta. “A legislação permite que o empregado e empregador ajustem o contrato de trabalho desde que não fira a lei”, completa.

Leis trabalhistas

Recentemente houve uma modificação da súmula 428 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) em relação aos dispositivos móveis. O especialista explica que ter um aparelho oferecido pela companhia para trabalhar ou usar seu próprio aparelho para atividades corporativas não implica diretamente em hora extra ou sobreaviso.

Segundo ele, o funcionário estará de sobreaviso quando a empresa determinar e, a partir daí, deverá receber uma remuneração adicional de um terço da hora de trabalho. Caso neste período de atenção o colaborador precise trabalhar, ele receberá a hora extra também. No mais, somente estar em posse de um equipamento não significa necessariamente estar trabalhando.

“É importante diferenciar sobreaviso de emergência. No segundo caso, o empregador pode procurar o funcionário sem estar de sobreaviso e, caso ele trabalhe, ganhará hora extra. Mas o fato de o colaborador atender uma chamada ou e-mail emergencial não consiste em sobreaviso”, elucida.

O especialista ainda explica que pode haver uma cláusula no contrato do trabalhador que especifique que ele precisa atender qualquer chamado de emergência. “Isto não é estar a disposição ou ter restrição de locomoção, como acontece no sobreaviso, mas trata-se de uma responsabilidade em momentos de emergência”, finaliza.

De acordo com o advogado, a lei é a mesma há anos e funciona desde a época do pager ou celular. Ela não foi alterada com a chegada de novos dispositivos como tablet ou smartphone, a modificação ocorreu apenas no texto, que ficou mais claro e objetivo.

Profissional de TI: 10 dicas para uso do LinkedIn

O LinkedIn é geralmente considerada a rede pública social com orientação para negócios (apesar do Google+ ser um novo competidor para esse público), e não importa qual tempo você gaste em redes sociais, sem dúvida, a sua carreira depende de sua presença no site. Siga essas dez dicas para tornar o uso do LinkedIn mais inteligente para os profissionais de TI.

  1. Garanta que seu perfil esteja completo: isso parece redundância, mas muitas pessoas dão entrada em suas informações e depois param. Quando alguém quer saber algo sobre você – digamos, um novo parceiro de negócios ou um funcionário – é bom que seu perfil inclua uma lista clara e completa de suas habilidades, experiência, certificações, etc.
  2. Se junte às pessoas: os grupos aos quais você se junta no LinkedIn mostram o seu perfil. Pesquise para descobrir quais são os mais ativos e os mais relevantes na sua área de especialização, bem como quais grupos incluem pessoas que você gostaria de estar associado. A maioria dos grupos terá que aprovar a sua inserção – outra boa razão para ter um perfil completo que apresenta com precisão a sua experiência. Seus Grupos também ficam listados em seu perfil, então você vai querer que eles reflitam seus interesses e objetivos profissionais.
  3. Demonstre sua sabedoria: uma coisa é completar o resumo de suas funções, outra completamente diferente é demonstrar que você sabe das coisas. Na seção Answers do LinkedIn, é possível pesquisar questões feitas na sua área de especialidade. Responder às perguntas de uma maneira profissional e imparcial, o classifica como um especialista. (E, no LinkedIn, isso é tanto figurativo quando literal, o “This Week”s Top Experts” – Os Especialistas da Semana – são promovidos  no site.)
  4. Seja seletivo nas suas postagens: isso vale para qualquer rede social, mas especialmente para o LinkedIn: Não faça spam com atualizações. Seu status deve ser atualizado com postagens informativas que tenham valor para as pessoas que os leem. Por exemplo, você pode postar o progresso de um projeto atual ou anunciar o seu sucesso.
  5. Ganhe referências: um recurso poderoso do LinkedIn é a References. Peça a colegas e gerentes – atuais ou não – para escrever suas referências no LinkedIn. Dependendo de sua relação com a pessoa, você pode pedir que ela se foque em uma área particular. Isso ajuda a pessoa que fornece a referência e lhe dá controle adicional ao seu perfil.
  6. Dê referências: não se esqueça de retornar o favor. Nem toda referência pode ser recíproca, mas elas são outra forma de formar a rede e outra forma de ser reconhecido.
  7. Fique conectado: mais uma vez isso pode soar redundante, mas o uso efetivo do LinkedIn depende do cultivo ativo de seus contatos. Verifique periodicamente a lista “People You May Know” (Pessoas que Você deve Conhecer), e se conecte à pessoas que você já teve relações de negócios ou pessoas com as quais deseja ter. Quanto mais conexões, maior fica a sua lista. O LinkedIn possui um pedido padrão de adicionamento, mas é interessante incluir um pedido próprio.
  8. Use as conexões: conforme sua rede cresce, você deve cultivá-la. Quando receber a notificação que alguém mudou seu título, verifique a informação e mande parabéns se a mudança mostra uma promoção. Percebeu que alguém adicionou experiências parecidas com as suas? Mande uma mensagem oferecendo uma conversa para trocar observações. Esses são os tipos de esforções que constroem seu perfil e podem abrir portas.
  9. Consiga um ótimo novo emprego: qualquer conexão feita no LinkedIn pode levar ao seu próximo emprego, mas a rede social também fornece listas de empregos, e suas conexões para eles estarão listadas quando você abrir essa lista. Tudo é relacionado às conexões, e o LinkedIn facilita a conexão com pessoas que podem ajuda-lo.
  10. Seja inteligente: se assegure que qualquer informação que você forneça sobre projetos que você está trabalhando (ou sua empresa em geral) esteja de acordo com as políticas da rede social. E mesmo que não esteja escrito, tenho bom senso e não forneça informações que possam ser consideradas confidenciais. Na dúvida, não fale nada.