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Operadora TIM é proibida de cortar dados ao fim da franquia

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O advogado Vinicius Koptchinski Alves Barreto conseguiu uma a limitar que determina que a TIM pare de cortar o 3G quando a franquia de dados é atingida. Edmundo Lellis Filho, juiz da 1ª Vara Cível do Foro Regional de Santana, em São Paulo, deferiu um pedido liminar nessa quarta-feira (18) estabelecendo que a operadora volte a oferecer o serviço como antes. Mas a decisão ainda pode ser contestada pela TIM.

Procurada para reportagem pela UOL, a TIM informou que ainda não foi intimada da decisão da 1ª Vara Cível.

O advogado tomou a decisão após ter seu serviço de dados cortado ao atingir a franquia de 30MB. Ele afirma que antes ao atingir a franquia a velocidade da internet era reduzida, mas não impedia e bloqueava o acesso às mensagens e email.

Fim da ‘velocidade reduzida’
A Vivo foi a primeira operadora a anunciar o corte da internet ao término da franquia, em novembro do ano passado. Claro e Oi seguiram a estratégia da rival e repassaram o novo formato aos clientes em dezembro. Agora, a TIM foi a última empresa de telefonia entre as grandes a aderir ao modelo.

A medida irrita usuários e também chamou a atenção do Procon. A entidade recorreu à Justiça por entender que as operadoras alteraram os acordos que mantêm com os clientes de forma unilateral, o que vai contra determinações da Constituição e do Código de Defesa do Consumidor.

As operadoras alegam que o fim da “velocidade reduzida” ao estourar a franquia acabará ajudando os usuários. É assim que funciona em países da Europa e nos Estados Unidos, onde os clientes têm uma experiência mais fiel em relação à internet que contrataram, ao contrário do que acontece aqui, quando muitos estouram o pacote rapidamente e continuam navegando em uma velocidade inferior.

No entanto, a medida é polêmica porque obviamente as operadoras lucrarão bastante com isso, com a venda de pequenos pacotes adicionais ao fim da franquia e o consumidor terá que tirar esses valores do seu próprio bolso.

Fonte: Olhar Digital

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Metade dos brasileiros tem acesso à internet

Praticamente metade da população brasileira conta com acesso à internet, segundo dados do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2013, que foi divulgado nesta quinta-feira, 24.

O relatório revela que 49,8% dos brasileiros podem se conectar, taxa semelhante à de países como Colômbia, que tem 49%, e Romênia, com 50%. No mundo todo, apenas 35,5% da população têm acesso.

Mas os dados sobre o Brasil podem estar defasados, pois o IDH leva em conta informações do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) de 2012, as mais atuais disponíveis. De lá pra cá pode ter havido crescimento ou queda na quantidade de internautas.

Além disso, como a versão anterior do IDH não contava com um estudo semelhante, é impossível comparar os anos para saber se houve melhora ou piora.

O país com mais gente acessando a rede é a Islândia, com 96% da população conectada, seguida por Noruega (95%), Suécia (94%), Dinamarca e Holanda (ambas com 93%) e Luxemburgo (92%).

Completam o top 10 Finlândia (91%), Nova Zelândia (89,5%), Liechtenstein (89,4%), Qatar (88,1%) e Bahrein (88%). O Brasil está na 71ª posição.


Via: UOL.

Infraestrutura da internet preocupa governo brasileiro

Declarações feitas no 1º Congresso Brasileiro de Internet dão norte à pauta do governo brasileiro, mas ainda há poucas soluções a caminho

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Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o Brasil tem sérios problemas de infraestrutura de conexão à internet que podem ser solucionados com um novo ponto de tráfego. A declaração foi feita hoje no 1º Congresso Brasileiro de Internet.

“Os pontos de troca de tráfego podem ajudar, porque uma parte das nossas conexões feitas para a América do Norte poderiam ser feitas por esses pontos”, disse Bernardo ao UOL Tecnologia. A mudança contribuiria para qualidade de conexão e valor pago por ela.

Atualmente, as operadoras nacionais têm custo de aproximadamente R$ 1 bilhão para manter o acesso por meio de pontos de troca localizados nos Estados Unidos. A instação desse sistema no Brasil depende também daquele país, como já há negociações em curso, diz Bernardo.

Durante o Congresso, o ministro também identificou outros problemas enfrentados pelo país. A necessidade de mais cabos submarinos e a preocupação com possíveis congestionamentos de linha em grandes eventos estão na pauta de Bernardo.