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Tudo o que você precisa saber sobre o Thunderbolt

O que será que esse pequeno conector tem de especial? O Thunderbolt pode até passar despercebido no meio das diversas conexões próximas a ele, mas é um clássico exemplo de que tamanho não é documento. Na sua versão mais recente, o Thunderbolt pode transferir dados com velocidades de até 5 GB/s em modo full-duplex, ou seja, tanto enviar quanto receber dados nessa velocidade de forma simultânea, sendo um dos padrões mais rápidos disponíveis no mercado atualmente.

Thunderbolt

Mas como o Thunderbolt funciona? É o que vamos entender nas próximas linhas.

ABC do Thunderbolt

Basicamente, o Thunderbolt é a união de duas tecnologias já existentes: o PCI Express e oDisplayPort. A primeira é comumente utilizada por placas de vídeo e periféricos de alto desempenho, já que é capaz de oferecer altíssimas velocidades de transferência de dados. Já a segunda é um padrão de conexão de áudio e vídeo concorrente do HDMI, bastante comum em equipamentos de alto desempenho.

Funcionamento básico do Thunderbolt

Isso significa que o Thunderbolt é um novo padrão de conexão de vídeo? Na verdade, ele faz muito mais do que isso, já que é capaz de conectar até 7 dispositivos simultaneamente por meio de um único cabo através de um hub. Por exemplo: um monitor de alta resolução (suportando até dois deles com resolução 4K simultaneamente na versão mais recente), um sistema de storage mais sofisticado e um equipamento de áudio de alta-fidelidade sonora. Tudo isso usando um único cabo.

Mas será que o desempenho não é prejudicado? Afinal, há várias transferências ocorrendo ao mesmo tempo. Esse é o principal atrativo do Thunderbolt, já que ele trabalha em modo full-duplex. Ou seja, suporta o envio e o recebimento de dados de forma separada, enquanto grande parte dos padrões consegue alcançar suas taxas máximas de transferência em apenas uma direção (half-duplex).

O Thunderbolt 1, por exemplo, suporta até 10 Gbps em ambas as direções (na verdade, são dois canais de 5,4 Gbps em cada direção). Em termos práticos, isso significa um máximo teórico de transferência de 1,25 GB/s em ambas as direções simultaneamente, banda mais do que o necessário para grande parte dos dispositivos atuais. Isso na primeira versão do Thunderbolt, anunciada no início de 2011, já que o padrão passou por atualizações com o passar do tempo.

Gerações do Thunderbolt

Essencialmente, a diferença entre o Thunderbolt de primeira geração (fevereiro de 2011) e o Thunderbolt de segunda geração (abril de 2013) é a velocidade máxima de transferência. Enquanto o primeiro é limitado a 10 Gbps, o segundo dobra essa capacidade, chegando a impressionantes 20 Gbps. Isso mantendo a sua característica full-duplex, alcançando essa velocidade em ambas direções de forma simultânea.

Ambos usam o mesmo conector híbrido, compatível tanto com o cabo Thunderboltquanto com o miniDisplayPort. Vale ressaltar, porém, que o cabo é diferente, já que o Thunderbolt tem um microcontrolador para gerenciar a transferência de dados. Mesmo que uma máquina tenha suporte a a ele, usar um cabo miniDisplayPort fará com que esse conector trabalhe apenas com vídeo, algo que não necessita de configuração: o modo de trabalho do conector é determinado pelo cabo utilizado.

Evolução do Thunderbolt 1 para o Thunderbolt 2

Essa atualização ocorreu para fazer o Thunderbolt mais adaptado a telas com resolução 4K, já que monitores com essa resolução começaram a ser tornar mais comuns desde então. Além de velocidade, a segunda versão passou a ser compatível com o padrão DisplayPort 1.2, que possibilita resoluções maiores e é compatível com o AMD FreeSync, que, por sua vez, é baseado no recurso Adaptative-Sync já embutido no padrão DisplayPort.

Comparação de velocidade das gerações do Thunderbolt

Já o Thunderbolt de terceira geração tem algumas boas novidades. A principal delas é a mudança do conector, abandonando o miniDisplayPort híbrido em favor do USB tipo C. Além de ser um conector menor, permitindo designs mais finos, é um conector reversível, como acontece com o Lightning dos iPhones. A velocidade também foi atualizada, chegando a 40 Gbps (em outras palavras, suportando um máximo teórico de 5 GB/s).

Thunderbolt 3

Com essa atualização, o Thunderbolt passa a suportar até dois monitores 4K de 60 Hz simultaneamente, ou um monitor 5K, isso sem necessitar de uma fonte externa de energia, já que é capaz de oferecer até 100 watts (contra 10 watts das primeiras versões). Além disso, suporta dois tipos de cabos: o ativo, que suporta os 40 Gbps projetados inicialmente, e o passivo, que sustenta até 20 Gbps, mas é consideravelmente mais acessível que o ativo.

O Thunderbolt 3 é retrocompatível com as primeiras versões, mas é necessário usar um adaptador, além de estar habilitado para o HDMI 2.0 e internet de 10 Gbps (Ethernet 10G). Ou seja, foi criado para o que há de mais rápido no mercado atualmente.

Mas por que essa velocidade toda?

Para alguns, o Thunderbolt pode parecer um exagero, já que é capaz de oferecer velocidades mais do que necessárias para os equipamentos atuais. De fato, é difícil achar um dispositivo que fique limitado pela banda projetada, em especial a oferecida peloThunderbolt 3. Então fica a pergunta: por que tanta velocidade? Para que investir em um notebook com essa conexão? Por vários motivos.

Thunderbolt unifica diversos dispositivos através de um único cabo

O primeiro deles é que o Thunderbolt é capaz de unificar diversos dispositivos simultaneamente através de um único cabo através de um hub, fazendo com que aquela situação comum de termos vários cabos espalhados uma coisa do passado. O segundo é que ele foi projetado para os equipamentos mais modernos do mercado, em especial monitores de alta resolução. Com um notebook e apenas um cabo, é possível usar dois monitores 4K simultaneamente, um benefício e tanto para games mais avançados.

E, mesmo assim, ainda sobra banda para os equipamentos atuais. Isso hoje, já que novos equipamentos surgem a todo momento com recursos mais avançados, então investir em uma máquina com Thunderbolt garante um bom período de compatibilidade com aparelhos que ainda nem foram lançados. Uma espécie de investimento “à prova de futuro”, não necessitando de novos investimentos para continuar tirando o máximo da altíssima capacidade de banda do Thunderbolt.

TITANIUM G1565 IRON V3, um dos modelos da Avell com suporte a Thunderbolt 3

Por último, vale dizer que o Thunderbolt está se tornando o padrão de conexão de GPUs de desktop usadas em notebooks, através de um case separado com alimentação própria de energia. Ou seja, faz com que o notebook compatível continue entregando o máximo de desempenho através de placas de vídeo separadas sem precisar mudar de modelo. Imagine poder usar uma placa de vídeo de última geração daqui há alguns anos no seu modelo atual? Isso é para ficar ainda mais claro como o Thunderbolt é um padrão “à prova de futuro”.

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Fonte: http://blog.avell.com.br/

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Samsung apresenta quatro linhas de notebooks com preços a partir de R$ 999

Samsung Notebook

A Samsung apresentou quatro linhas de notebooks para o mercado brasileiro. Com preços entre R$999,00 e R$5.999,00, os aparelhos são segmentados nas famílias Essentials, Connect, Expert e Style. Cada uma é voltada para um tipo de público e todas elas estarão disponíveis nas redes de varejo nacionais até julho.

O lançamento oficial dos produtos aconteceu na noite da última quinta-feira (18), em São Paulo, com as presenças de Marcelo Tas e Deborah Secco, bem como de Sandra Chen, que é diretora de notebooks na Samsung Brasil. Esse foi o maior evento de computadores portáteis já realizado pela marca no país.

Na apresentação, Sandra explicou que a empresa realizou um estudo dos consumidores brasileiros de notebooks para que fosse possível dividi-los nessas quatro linhas. Três delas funcionam com sistema Windows e uma tem o Chrome OS, que consiste em uma versão expandida e com mais recursos do navegador Google Chrome.

Samsung Essentials

A Samsung Essentials oferece notebooks para consumidores que estão acostumados ou precisam ter aparelhos com o sistema da Microsoft, mas não necessitam de uma configuração de hardware potente. Por isso, os produtos dessa família terão opções com processadores Intel Celeron e Core i3 com 2 GB ou 4 GB de RAM e uma placa de vídeo integrada. As telas serão de 14 ou 15,6 polegadas e pesos que variam entre 2 e 2,2 kgs.

No total, serão sete variantes para o público que a Samsung almeja conquistar: homens e mulheres com mais de 25 anos das classes B e C. “Esses notebooks são para quem dá o primeiro passo para uma vida mais conectada”, afirmou Sandra. Os notebooks dessa família custam entre R$1.499,00 e R$1.899,00.

Samsung Connect

Os Chromebooks da linha Samsung Connect tratam-se de uma renovação do Chromebook lançado pela marca em fevereiro de 2014. Agora, os aparelhos trocaram o processador Exynos por um da Intel (Celeron) e ganharam um acabamento mais refinado. As bordas da parte traseira do dispositivo são estilizadas e o visual geral dessa tampa passa menos a impressão de ser feito de plástico. O gadget é leve, são 1,18 kg. O que também contribui para sua portabilidade diária é a tela de 11,6 polegadas. Os Chromebooks, como um todo, são aparelhos feitos com o armazenamento na nuvem em mente. Por isso, esse modelo tem somente 16 GB de SSD, enquanto ofecere 100 GB de espaço gratuito no Google Drive por dois anos. Os 2 GB de RAM dão conta de executar o navegador Google Chrome sem problemas, segundo testes preliminares de INFO.

A Samsung aposta no público jovem, com idades entre 18 e 24 anos, que está sempre conectado – algo importante para que esse produto seja usado plenamente. Homens e mulheres das classes A, B e C estão na mira da marca.

Samsung Expert

A família Samsung Expert é voltada para “jovens influenciadores que entendem tudo de tecnologia”, como descreveu Sandra, no evento de ontem. Os aparelhos contam com configuração de hardware avançada e sistema Windows 8.1. Serão dez modelos com processadores Intel Core i5 ou Core i7 de 5ª geração; 4 GB ou 8 GB de RAM; HD de 1 TB; e telas de 14 e 15,6 polegadas com resoluções HD ou Full HD. O grande diferencial desses produtos é que há opções com placa de vídeo dedicada de 2 GB. Ou seja, eles podem executar alguns games no Steam, por exemplo.

O peso dos produtos varia entre 2 kg e 2,2 kg. Esses dispositivos são voltados para homens e mulheres da classe A. Os preços de alguns modelos serão os seguintes: R$2.599,00 (X21), R$3.249,00 (X30), R$3.749,00 (X50) e R$3.899,00 (X51).

Samsung Style

Com foco nas pessoas que usam o notebook pessoal no trabalho, a Samsung Style conta com três opções com processadores Intel Core i5 ou Core M, 4 GB ou 8 GB de RAM e SSD de 256 GB. A marca promete até 12 horas de duração de bateria. Com telas de 12,2 e 13,3 polegadas, os aparelhos são mais leves do que os das linhas Essentials e Expert, pesando entre 950 g e 1,34 kg. A fabricante planeja vender esses aparelhos somente para o público masculino das classes A e B com mais de 25 anos. Os aparelhos serão vendidos com preços entre R$3.399,00 e R$5.999,00.

“Não existem produtos melhores ou piores, existem os produtos certos para cada necessidade”, declarou Sandra, durante a apresentação. No total, serão 15 modelos novos de notebooks.

Segurança

Para melhorar a segurança dos usuários de notebooks, a Samsung criou alguns recursos que facilitam procedimentos de proteção. Por exemplo, com um toque numa determinada tecla, a acesso à webcam, ao microfone e à gravação de dados é desabilitado. Essa novidade está disponível nos novos produtos com Windows.

Mercado

A Samsung busca ampliar a sua presença no mercado nacional de computadores portáteis. O segmento encontra-se em período de baixa, acompanhando uma tendência mundial. Segundo dados da consultoria GFK, os tablets são parcialmente responsáveis por essa queda. No mundo, a participação do faturamento de notebooks no segmento de eletrônicos caiu de 11% para 8% entre os anos de 2011 e 2014. No entanto, no Brasil, o mercado de tablets cresceu 48% em valor e 103% em volume entre janeiro e julho de 2014. Enquanto isso, as vendas de notebooks caíram 9% em valor e 14,5% em volume, na comparação com o mesmo período de 2013.

Buscando reverter esse cenário, a Samsung faz uma aposta de vender mais Chromebooks. Com isso, a empresa decidiu lançar um novo aparelho com Chrome OS por R$999,00, enquanto o modelo do ano passado chegou ao Brasil por R$1.099,00. Perguntado por INFO sobre como foi possível trazer o gadget com preço menor em face da alta do dólar no último ano, o gerente de produtos da Samsung Brasil, Luciano Peralto, afirmou que os Chromebooks foram bem aceitos pelo público no país.

“Queremos oferecer um computador que tenha um custo acessível e uma usabilidade interessante para quem gosta uma máquina rápida e para quem tem dúvidas com relação à segurança. Ou seja, mesmo quem entende mais não navega tranquilo na internet. Com o Chromebook isso é possível”, disse, fazendo referência à menor quantidade de vírus criados para o Chrome OS em comparação com o sistema Windows. “O notebook não está perdendo espaço para os demais aparelhos, acreditamos que eles se complementam.”

Mesmo o notebook mais caro da Samsung, fabricado em Campinas, cidade que tem a única fábrica da marca fora da Ásia, não chega a custar tão caro quanto o Dell XPS 13, que é vendido no país por R$ 7.829,00. No entanto, a configuração de hardware do dispositivo da Dell é mais potente e há uma tela cuja resolução é QHD+, que, por ora, é sem igual no mercado.

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Via Lucas Agrela, de INFO Online

Novos ZenBooks da Asus prometem alta performance e hardwares avançados

A ASUS anunciou, nesta terça-feira (19), dois novos integrantes para sua linha ZenBook, o UX305 e o UX501. A fabricante realizou um evento em Nova York e apresentou os novos ultrabooks, que ainda não têm data de lançamento e preços revelados. Ambos têm display de alta qualidade e hardware bem avançado.

Asus lançou novos ultrabooks nesta terça (Foto: Divulgação)
Asus anunciou novos ultrabooks nesta terça-feira 19/05
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O UX305 tem como grande destaque seu display de 13.3 polegadas (3200 x 1800 pixels). A tela tem resolução cinco vezes melhor do que a do display de alta resolução tradicional, com 276 ppi. Além disso, conta com brilho de 300cd/m2, taxa de contraste de 770:1 e o sistema ergonômico anti-reflexivo.

Ele possui, ainda, 8 GB de memória RAM e espaço interno de 512 GB em formato SSD. O ultrabook é equipado com três portas SuperSpeed USB 3.0, que são 10 vezes mais rápidas do que as USB 2.0, possui um processador Intel Core M e visual arrojado, disponível nas cores branca, dourada e preta.

Novos ultrabooks têm resolução extremamente avançada (Foto: Divulgação)
Novos ultrabooks têm resolução extremamente avançada
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Já o ZenBook Pro UX501 é um modelo mais avançado ainda, com 15.6 polegadas de tela com resolução 4K de 3860 x 2160 pixels. Ou seja, com uma densidade de 282 ppi, para imagens com o maior nível de detalhamento possível. Ele ainda possui ângulos de visão de 178 graus, com tecnologia IPS, para boa visualização de qualquer lugar.

Além disso, o aparelho conta com processador Intel Core i7-4720HQ, 16 GB de RAM e placa de vídeo GeForce GTX 960M com 4 GB dedicados. Ainda tem 512 GB de espaço interno. Ou seja, um pacote para lá de avançado de especificações, voltado para os usuários que exigem o máximo de performance para seus computadores.

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Via PC Per / Microsoft News / techtudo

Sony lança no Brasil os ultrabooks mais leves do mercado

Modelos pesam 870 gramas e 1,06 kg

 

Sony Pro 11

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A Sony traz ao Brasil os ultrabooks Pro nas versões de 11 e 13 polegadas com tela touch e peso de 870 gramas e 1,06 kg, respectivamente.

Os modelos são anunciados como os mais leves do mercado e começam a ser vendidos até sexta-feira, 26, nas lojas físicas e no site da empresa.

Ambos têm espessura de 1,3 cm e estrutura de fibra de carbono, 30% mais leve e 200% mais resistente que o alumínio. A tecnologia Triluminos Display dá a eles reprodução de cores com a mesma qualidade Full HD da TV da Sony, de 1.920 x 1.080.

“Esta é uma linha de produtos para usuários muito exigentes, que estão em busca de design diferenciado, conforto e muita performance”, afirma Glauco Rozner, gerente geral da categoria de notebooks e tablets da Sony Brasil.

Com preço sugerido de R$ 5.400, o modelo de 11 polegadas, mais portátil, tem memória RAM de 4GB e SSD de 128 GB. O maior, com 13, custa R$ 6.000 e oferece 8GB de memória RAM e SSD de 128 GB. Ambos são equipados com o processador Intel Core i7.

O Pro 13 pode ser encontrado nas cores preta e branca; o 11, apenas na preta.

Ultrabooks terão incentivos fiscais e preços reduzidos no Brasil

Medida deve começar a valer a partir de 1º de janeiro de 2013, quando as primeiras unidades dos aparelhos já serão fabricadas no país

Ultrabooks

O governo federal alterou o Processo Produtivo Básico (PPB) de netbooks e notebooks fabricados na Zona Franca de Manaus e em outras regiões. O objetivo foi atualizar a legislação para que os Ultrabooks também possam ser produzidos no Brasil com os benefícios da Lei de Informática, que, entre outras coisas, exige o cumprimento do PPB estabelecido para o produto.

Isso significa que esses dispositivos poderão ser produzidos no país e sofrer reduções de custos, desde a produção até chegar ao consumidor final. No entanto, a medida só deve começar a valer a partir de 1º de janeiro de 2013. Dessa data em diante, o governo espera que as primeiras unidades dos eletrônicos já comecem a ser fabricadas no Brasil.

No dia 14 de maio, a Intel anunciou oficialmente a chegada dos Ultrabooks no Brasil. A fabricante afirmou que, até o final do ano, mais de vinte modelos dos dispositivos serão lançados no país, e que 11 fabricantes venderão os equipamentos, sendo que Dell, HP, LG, Megaware, Positivo, Samsung, STI (Semp Toshiba informática) e CCE serão as primeiras a fabricar o produto com os benefícios da produção local.

Outros dispositivos beneficiados são as câmeras fotográficas. As indústrias que estiverem instaladas em Manaus e cumprirem o PPB de áudio e vídeo também poderão fabricar câmeras digitais, compactas ou profissionais, com direito a receber benefícios fiscais.

Do ENIAC ao Ultrabook: você conhece a história dos computadores pessoais?

Ultrabook
As primeiras aparições do que poderia ser chamado de “computador pessoal” vieram na década de 1940. Naquela época, os computadores eram máquinas gigantescas que necessitavam de espaços amplos e provavelmente esquentavam a um ponto quase incendiário. De lá para cá, obviamente, a tecnologia foi evoluindo, miniaturizando-se. Se antigamente os processadores de um núcleo eram monstruosos chips de controle, hoje temos chipsets milhares de vezes mais poderosos que cabem na ponta do seu dedo.

A Intel, possivelmente a empresa de tecnologia mais lembrada quando os assuntos “processador” e “miniaturização” vêm em mente, está anunciando desde maio, com a Computex, em Taipei, Tailândia, os chamados Ultrabooks – segundo a própria empresa, o equivalente “PC” ao Macbook Air da Apple. São máquinas muito mais finas em espessura, mas com desempenho superior, inicialização acelerada e, diz a Intel, 5 horas ininterruptas de duração de bateria (você pode saber mais do motivo dos Ultrabooks estarem chamando tanta atenção clicando aqui)

Pensando nessa evolução, que nos permitiu chegar até o Ultrabook (cujos primeiros modelos, aliás, já estão chegando ao mercado), o Olhar Digital elaborou uma linha do tempo, mostrando como as coisas eram – e como elas estão ficando agora. Acompanhe:

http://olhardigital.uol.com.br/olhar2011/galeria_view.php?id=51

Veja descrição de alguns modelos abaixo:

  • ENIAC – Quando foi anunciado em 1946, essa criação de John Eckert e John Mauchly foi apelidada de “Cérebro Gigante”. Sua principal função era o cálculo de trajetória de mísseis durante a 2ª Guerra Mundial
  • EDSAC – Em 1949,o britânico John Von Neumann criou o que hoje é conhecido como “Máquina de Neumann”. O EDSAC foi o primeiro a usar fita magnética.
  • IBM 305 RAMAC – O primeiro computador com HD magnético foi criado pela IBM em 1956. Seu uso era destinado a negócios que necessitavam de contabilidade em tempo real. A primeira empresa a usá-lo foi a montadora Chrysler. O tal HD consistia em 15 discos de 24 polegadas, empilhados, com capacidade de armazenar 5 milhões de caracteres de 7 bits – ou aproximados 4,5 MB.
  • Intel 4004 – O primeiro processador, criado em 1971, veio para atender uma empresa japonesa que precisava de um circuito integrado. Ele tinha registradores de 4 bits, 46 instruções, clock de 740KHz e 2,3 mil transistores.
  • Dynabook – No início da década de 1970, Alan Kay apresentou ao mundo o Projeto Dynabook, um conceito que, em 1972, viria a ditar o que hoje conhecemos como “laptops”. Kay, hoje presidente da Viewpoints Research Institute e professor na Universidade da California, diz que o “Dynabook ainda não foi criado”.
  • CP/M – Um acrônimo para “Control Program/Microcomputer”, o CP/M, criado em 1973, é considerado o primeiro sistema operacional em disco. Um exemplo de máquina que o usava era o Commodore 128.
  • MITS Altair 8800 – O “Altair”, criado em 1975, foi possivelmente o primeiro computador pessoal a chegar nas mãos do grande público. Ele foi amplamente vendido como um kit pela revista americana Popular Electronics. A demanda foi dez vezes acima do esperado pela publicação.
  • Apple I – o primeiro produto do que viria ser a “empresa de Cupertino” foi, acredite se quiser, destinado ao uso pessoal de seu criador. Em 1976, Steve Wozniak apenas precisava de uma máquina customizada, mas Steve Jobs sugeriu a ideia de comercializar o Apple I.
  • Apple II – Em 1977, a Apple lançou o Apple II, que possuía processador MOS Technology 6502, clock de 1MHz, 4KB de memória RAM, interface para fitas cassete e até mesmo uma ROM que interpretava BASIC.
  • Commodore – Em 1977, o Commodore foi um dos primeiros computadores a serem chamados de “portáteis”, apesar do seu peso de vinte quilos. Como o Apple II, ele também suportava fitas cassete.
  • Sinclair ZX80 – A Sinclair Research, empresa britânica de pesquisa, apresentou o que foi o primeiro computador pessoal a ser vendido no Reino Unido. Com duas versões, uma completa e uma no formato “kit para montar” (nos preços respectivos de 99 libras e 79 libras), ele tinha até lista de espera, devido à sua popularidade.
  • Apple III – Destinado ao uso corporativo, o Apple III foi lançado em 1980 e ficou no mercado durante quatro anos.
  • IBM PC – Foi apenas em agosto de 1981 que, com o IBM PC, o computador como conhecemos começou a tomar forma.
  • Commodore 64 – Popularmente conhecido como C64, os fabricantes venderam incríveis 22 milhões de unidades na época.
  • Amstrad – Essa máquina de origem portuguesa aliava preço popular e compatibilidade com o IBM PC, atingindo grande sucesso na terra de nossos descobridores.
  • Macintosh – A linha que iniciou a popularização atual dos produtos Apple teve seu primeiro modelo em 1984. Este também foi o primeiro a popularizar a GUI (interface gráfica)
  • TRS-80 – Desenvolvido pela Tandy Corporation para comércio no início da década de 1980, o TRS-80 era vendido exclusivamente na cadeia de lojas Radioshack.
  • Atari ST – A primeira máquina do Atari chegou ao mercado em 1985, atuando no mercado até o início de 1990.
  • Pentium – A quinta geração de processadores x86 da Intel chegou em 1993. Foi uma das mais populares linhas de processadores, tendo modelos produzidos até o início da década de 2000.
  • Computação “multi core” – Com a descontinuidade da linha Pentium, a Intel trouxe ao mercado a chamada “família Core”, abrindo caminho para fabricantes de computadores pessoais criarem diversas máquinas baseadas em processadores de dois ou mais núcleos.
  • Computação de bolso – Em meados de 2000, o uso de laptops e smartphones começou a se popularizar. Depois da entrada do iPhone, em 2007, diversas empresas consolidadas no ramo da tecnologia começaram a produzir smartphones e tablets ultrapotentes. Além do próprio iPhone, da Apple, temos hoje o Galaxy da Samsung, o Atrix da Motorola, entre outros.
  • Ultrabook – O “ultrabook” é um conceito criado pela Intel, para definir laptops ultra-potentes, equipados com SSDs (discos de estado sólido) ao invés dos HDs comuns, cinco horas ininterruptas de duração de bateria e incorpora a tecnologia “low voltage” que a Intel criou em 2009.