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Cabo, satélite e MMDS: entenda as diferenças das TVs por assinatura

 

TV por assinatura
TV por assinatura

Existem diferentes plataformas para distribuição do sinal de TV por assinatura. Todas elas requerem a aquisição de um plano, mas os caminhos que as imagens fazem para chegar até sua casa são completamente diferentes.

TV a cabo
É a forma mais tradicional de TV por assinatura nos principais centros urbanos, utilizada por companhias como a NET, por exemplo, mas requer uma certa infraestrutura, já que depende da distribuição física dos cabos pelas determinadas regiões. O cabo pode ser coaxial ou fibra ótica.

Por meio destes cabos o sinal chega à casa do cliente, que recebe um decodificador para transformar a informação em imagem para o televisor. Algumas televisões já possuem entrada direta para os cabos, mas, sem o decodificador, recebem apenas os canais abertos.

A modalidade também é altamente sujeita à pirataria, já que é muito fácil encontrar decodificadores “alternativos” para quebrar a criptografia das imagens.

DTH, ou satélite
O “Direct To Home” (direto para a casa) é a tecnologia utilizada pelas companhias que distribuem o sinal por meio de antenas parabólicas instaladas na casa dos clientes, como a SKY. Neste caso, uma central envia o sinal de TV para um satélite que o repassa para os clientes.

Este sinal é captado pela antena e decodificado pelo receptor para ser exibido na tela do cliente e dificulta um pouco mais o “gato”, ainda que não o impossibilite. Contudo, algumas vezes o sinal fica instável por intempéries como chuvas.

MMDS
O “serviço de distribuição multiponto multicanal”, também chamado de “cabo wireless”, é uma tecnologia alternativa para distribuição de sinal de TV, que utiliza microondas para difusão, principalmente em áreas afastadas dos principais centros urbanos, onde o cabeamento não é financeiramente viável. Contudo, algumas empresas também utilizam o recurso dentro das grandes cidades.

Ele é mais barato, já que os custos de instalação de infraestrutura e os receptores e decodificadores do sinal são distribuídos à medida que novos assinantes aderem ao serviço.

O MMDS está em extinção no Brasil, já que ele ocupa a mesma faixa de frequência do 4G, de 2,5 GHz. Em abril, a Vivo TV encerrou os serviços que utilizavam este recurso para a implantação da internet de quarta geração no país.

Fonte: Olhar Digital

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Chegada de operadora americana pode baratear TV paga

Início das atividades depende apenas do pedido de autorização

Dish TV

 

A operadora americana de TV por satélite DishTV estará em breve à disposição dos brasileiros, diz a Folha de S.Paulo. O jornal informa que a Anatel só aguarda o pedido de autorização para início das atividades.

Especula-se que a chegada da operadora, do bilionário Charles Ergen, diminua em até 30% os preços dos pacotes de TV por assinatura. Atualmente o mercado é dominado essencialmente por Sky e Net que, juntas, têm cerca de 70% dos assinantes.

Antes de desembarcar por aqui, a DishTV buscou acordos para reduzir seus investimentos locais. Segundo a Folha, a negociação com a Telefônica girou em torno de uma parceria em que a companhia espanhola compartilharia 670 mil assinantes que hoje recebem TV e internet pela tecnologia micro-ondas.

No entanto, o acordo foi inviabilizado depois do leilão de 4G, realizado em junho de 2012. Vencedora da disputa, a Telefônica foi obrigada a desistir das licenças de micro-ondas devido à sobreposição, prática proibida pela legislação do setor.

A Oi também chegou a ser sondada pela empresa norte-americana, mas as conversas não evoluíram.

A vinda da Dish se tornou possível graças à Huges, empresa também controlada por Ergen, vencedora de um leilão da Anatel para lançamento de satélite no espaço brasileiro. Na ocasião, o lance de R$ 145 milhões e ágio de 3.500% afastaram a Sky da disputa.

TV paga cresce e atinge 16 milhões de domicílios

Alta em relação a 2011 foi de 27%, segundo a Anatel

TV por assinatura

A TV paga fechou 2012 com 16,2 milhões de domicílios atendidos, segundo dados publicados nesta segunda-feira, 28, pela Agência Nacional de Telecomunicações.

O setor registrou 222 mil novas assinaturas em dezembro e 3,4 milhões ao longo do ano, alta de 27% em relação a 2011.

Considerando-se o número médio de 3,3 pessoas por domicílio, divulgado pelo IBGE, os serviços de TV por assinatura são distribuídos para aproximadamente 53,4 milhões de brasileiros.

A participação dos serviços prestados via satélite (DTH) atingiu 60,8% da base e a dos serviços a cabo alcançou 38,3% das assinaturas. Em dezembro de 2012, o DTH, com a adição de 199,8 mil assinantes, cresceu mais de 2%.

O serviço via cabo registrou o acréscimo de 28,6 mil novas assinaturas – crescimento de 0,46% em dezembro. As prestadoras de MMDS, por sua vez, perderam 6,5 mil assinantes no mesmo período, o que representou a queda de mais de 4,3% de sua base.

Segundo a Anatel, a região nordeste foi a que cresceu mais cresceu em adesão em 2012, com alta de 34,95% nas assinaturas entre 2011 e 2012, índice superior à média de crescimento nacional.

Entre as operadoras, a NET segue como líder isolada de mercado ao corresponder por 8,5 milhões de assinantes, mais da metade da base total. Em segundo lugar vem a Sky/DirecTV com 5 milhões e Oi, com 750 mil.