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Brasília será sede de Congresso Mundial de TI

A capital federal sediará o Congresso Mundial em Tecnologia da Informação (WCIT, na sigla em inglês) em 2016. O acordo de cooperação entre o governo do Distrito Federal foi assinado pelo governador Agnelo Queiroz e a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro) nesta semana, o qual também institui um grupo de trabalho responsável pela organização do evento.

A última edição do WCIT aconteceu no ano passado em Montreal, no Canadá, e uma edição antes da brasileira está marcada para o ano que vem em Guadalajara, no México. A realização é por conta de membros das esferas pública e privada.

“Receber este evento será estratégico para o desenvolvimento econômico de Brasília porque mostraremos que a cidade não é apenas um centro administrativo, mas também um importante gerador de negócios para o Brasil”, ressaltou Queiroz. O governo pretende trazer outros eventos do setor até o WCIT, como a Campus Party, no intuito de transformar a cidade em referência nacional no setor de tecnologia. Hoje, o setor de tecnologia na capital federal emprega mais de 30 mil pessoas, possui mais de 700 empresas e tem participação de 3% no Produto Interno Bruto do DF.

Brasília também está em processo de licitação para criação de Parque Tecnológico Capital Digital. “[O WCIT] será uma oportunidade para a atração de empresas estrangeiras para a cidade. Há esse interesse por parte delas, uma vez que a capital federal concentra o poder público e a compra pública é uma das principais fontes de receita dessas empresas”, defende o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Glauco Rojas.

Com informações da agência CTI

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Windows Blue pode trazer de volta o botão “Iniciar”

Atualização do Windows 8 terá novos recursos, mas também volta alguns passos na interface para agradar usuários

 

The Verge
Windows Blue

 

A Microsoft deverá trazer mudanças importantes para seu sistema operacional em sua próxima atualização. Chamada de Windows Blue, ela permitirá acesso ao desktop padrão do sistema logo após seu início, sem a necessidade de passar pela interface Metro.

A mudança coincide com o desejo de alguns usuários por recursos presentes em versões mais antigas do Windows, segundo a Microsoft. O botão “Iniciar”, que abre um menu de opções básicas, também deve voltar.

A fabricante também deve trazer melhorias no suporte a multitarefa, com exibição de mais de um programa na mesma tela. A interface também terá cores mais contrastantes e maior integração com a plataforma da nuvem da Microsoft, o SkyDrive.

A lista de atualizações divulgada até então fecha com uma nova versão do Internet Explorer. A Microsoft deve disponibilizar o Windows Blue nos próximos meses numa prévia. O lançamento oficial ocorrerá no fim do ano.

Infraestrutura de Chaves Públicas tem como objetivo trazer segurança, diz especialista

Thaís Sabatini Thaís Sabatini

Infraestrutura de Chaves Públicas tem como objetivo trazer segurança, diz especialista

Muitos profissionais já se depararam com a necessidade de ter uma Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP), porém apesar de ser uma ferramenta muito poderosa, ainda existem algumas dúvidas sobre o que ela provê e qual sua vantagem. Durante a palestra “Certificação Eletrônica: uma ferramenta poderosa, não uma varinha”, que foi dada durante o XXII Encontro GeneXus, que ocorre entre os dias 12 e 14 de setembro, em Montevidéu, Uruguai, o especialista Guillermo Dotta, da Deloitte, tirou algumas das principais dúvidas em relação ao termo.

Segundo ele, o objetivo do ICP é distribuir chaves públicas para medir a confiança e credibilidade dos certificados digitais. De forma geral, no Brasil, tem como função definir um conjunto de técnicas, práticas e procedimentos que as empresas e entidades devem adotar para estabelecer um sistema de certificação digital.

Um dos benefícios abordados por Dotta é o aumento na segurança das informações que trafegam pela internet ao criptografar os dados armazenados. Outra vantagem importante é a possibilidade de descobrir posts feitos na web por meio de um documento, que vale como uma identidade aos usuários.

Foi citada ainda a restrição de acesso a aplicativos, que é feita por meio de uma senha, além de informar as garantias de segurança aos visitantes do site ou aplicação.

No Brasil, qualquer um pode obter essa certificação por meio de uma Autoridade de Registro (AR), que é concedida pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação.

*A jornalista viajou ao Uruguai a convite da Artech