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Apple pode mostrar sistema operacional de sua TV em evento

WWDC, em San Francisco, poderá ter novidades do iOS 6 e Mountain Lion. Tim Cook disse que empresa tem interesse na área de TVs.

 

Apple realizará evento para desenolvedores entre os dias 11 e 15 de junho (Foto: Divulgação)
Apple realizará evento para desenolvedores entre os dias 11 e 15 de junho.

O aguardado aparelho de TV da Apple, que ainda não foi anunciado mas que rumores apontam que está em desenvolvimento pela empresa, pode não ser apresentado ainda em 2012, mas rumores apontam que o sistema operacional do aparelho pode ser revelado durante o evento Worldwide Developers Conference (WWDC), que ocorre entre os dias 11 e 15 de junho na cidade de San Francisco, nos Estados Unidos.

De acordo com o site “BGR” citando fontes de dentro da Apple, a empresa planeja mostrar o novo sistema operacional da Apple TV, aparelho que é conectado em televisores de alta definição, permitindo o acesso aos conteúdos digital da empresa como músicas e filmes. Este sistema seria muito mais completo, com muito mais recursos e funções, do que o usado atualmente no dispositivo. O site especula que este pode ser o sistema usado no futuro aparelho de TV da Apple.

Durante uma entrevista realizada na quarta-feira (30), o presidente da Apple, Tim Cook, evitou responder perguntas sobre o aparelho. Ele disse apenas que a área de televisores “é de grande interesse” para a empresa. “Não olhamos apenas para esta área, mas para outras áreas, e nos perguntamos: podemos controlar esta tecnologia? Podemos fazer uma contribuição significativa além do que outros já fizeram? Podemos fazer o produto que todos querem?”

A possibilidade de um anúncio relacionado à TV da Apple também aumentou após a divulgação de palestras e workshops na WWDC, que apresentam um número incomum de sessões que aparecem com o aviso de “a ser anunciado”.

Embora não tenha confirmado uma revelação do aparelho ou de seu sistema operacional, Cook pediu que quem for ao WWDC preste atenção ao assistente virtual Siri, do iPhone 4S. “Acredito que vocês ficarão surpresos com o que preparamos e que deve chegar nos próximos meses. Temos ideias muito interessantes sobre o que o Siri ainda pode fazer”.

Na WWDC espera-se também anúncios relacionados ao iOS 6 e ao Mountain Lion, os dois novos sistemas operacionais para iPhone (e iPad) e para os Macs, respectivamente.

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Apple muda estratégia e para de ignorar inimigos

Acostumada a inovar, companhia começa a ver outras empresas dominando os mercados que criou e, para reagir, passa a copiar o que os outros têm feito

No início do mês, o usuário que perguntasse ao Siri, assistente virtual instalado nas versões mais modernas do iPhone, qual é o melhor smartphone do mundo ouviria uma resposta surpreendente: o Lumia 900, da Nokia. Ao ver o fato virando motivo de chacota nas redes sociais, a Apple atualizou o aplicativo para, em vez de pesquisar a resposta na internet, como faz normalmente, sempre responder a essa pergunta com a frase “este que você está segurando”.

A história é apenas mais um sinal de como é difícil para a Apple admitir que tem concorrentes de peso. Apesar de manter a imagem de inovadora, a companhia presidida por Tim Cook, começa a ter que lidar com rivais sedentos por pioneirismo.

O exemplo mais visível dessa investida da concorrência vem da Coreia do Sul e atende pelo nome de Samsung. A empresa tem lançado, numa velocidade alucinante, tablets e celulares que rivalizam com produtos como o iPhone e o iPad. Outras companhias, como Nokia e RIM, dona do BlackBerry, tentam seguir o mesmo caminho, mas sem sucesso.

Desde que fundou a empresa, no final da década de 1970, até sua morte, em outubro do ano passado, Steve Jobs ajudou a construir a ideia de que Apple era a companhia mais inovadora do mundo e, por isso, praticamente imune à concorrência direta.

“Jobs gostava de investir no conceito de que, mais do que uma fabricante de eletrônicos, a Apple era uma sonhadora”, afirma Marc Gobé, fundador da consultoria americana Emotional Branding, especializada na construção de marcas.

Exemplo de como isso sempre foi levado a sério nos escritórios de Cupertino, cidade norte-americana onde fica a sede da Apple, é o fato dos produtos da empresa terem sido os responsáveis por alterar a dinâmica de diversos mercados, como o dos computadores pessoais e o da indústria fonográfica.

Na década passada, a Apple apresentou duas grandes novidades, o iPhone e o iPad. Os dois produtos foram revolucionários, tanto por aumentar as possibilidades de conexão móvel para o usuário comum, como por dar à Apple mais uma fonte de renda, a venda de aplicativos.

Isso, porém, não foi suficiente para dominar o mercado por muito tempo. “Eles saíram na frente e conquistaram a liderança no primeiro momento, mas a concorrência logo chegou ao mesmo nível e começou uma corrida sem fim para descobrir quem tem o melhor aparelho”, afirma Luciano Crippa, analista da IDC Brasil.

Comenta-se no mercado que os próximos lançamentos da Apple deixarão claro que a evolução das rivais passou a ser motivo de preocupação.

Entre as possíveis novidades, uma versão mais simples do iPad, para que o preço seja mais próximo ao dos concorrentes, e uma tela maior para o iPhone, seguindo uma tendência criada pela Samsung, são dadas como certas. Para Gobé, mesmo que a mudança, de inovadora para seguidora, se confirme, não há motivo para preocupação imediata.

“O nome Apple é tão forte que a companhia vai ter que ser superada por muito tempo antes de ter sua marca afetada.” Procurada, a Apple não se manifestou.

Novo iPad chega ao Brasil em 11 de maio

Tim Cook em apresentação do novo iPad, da Apple (Foto: Jeff Chiu/AP)

Tim Cook em apresentação do novo iPad, da Apple

O novo iPad, terceira geração do tablet da Apple, será lançado no Brasil no dia 11 de maio, segundo informações da TIM, primeira operadora a anunciar a chegada do produto ao país.

A companhia ainda não divulgou preços ou quais modelos estarão disponíveis aos brasileiros. O G1 procurou a Claro e a Apple, mas as empresas ainda não confirmaram suas datas de lançamento. A Vivo afirmou que ainda não tem informações relacionadas ao aparelho.

O novo iPad conta com tela de alta definição, conexão à rede 4G (quarta geração) e câmera de 5 megapixels. A aparência não mudou em relação à versão anterior, mas ele tem espessura maior (9,4 mm) do que o iPad 2 (8,8 mm) e ficou mais pesado. O produto foi anunciado no início de março e começou a ser vendido nos Estados Unidos e em outros nove países já no dia 16 do mesmo mês.

Nos Estados Unidos, os preços do novo iPad são US$ 500 pela versão de 16 GB; a 32 GB sai por US$ 600 e 64 GB, por US$ 700. Com 4G, os valores sobem para US$ 630, US$ 730 e US$ 830, respectivamente.

Em resultados financeiros divulgados no final de abril, a Apple informou que vendeu 11,8 milhões de iPads apenas no primeiro trimestre de 2012.

O primeiro iPad foi lançado em 27 de janeiro de 2010 por Steve Jobs e ajudou na escalada para a Apple se tornar a maior empresa de tecnologia do mundo. Na época, foi chamado de prancheta digital. Jobs qualificou o aparelho, que unia computador, videogame, tocador de música e vídeo e leitor de livro digital, de “mágico” e “revolucionário”.

No Brasil, o aparelho começou a ser vendido em dezembro de 2010. A segunda versão foi anunciada pela Apple em março de 2011, quando Jobs, então em uma licença médica, surpreendeu a todos ao subir ao palco para apresentar o aparelho.

arte comparativo ipad (Foto: Arte G1)

Problemas
Logo após a chegada do novo iPad ao mercado, a Apple enfrentou problemas com uma série de boatos que diziam que o tablet teria problemas de superaquecimento. A organização norte-americana de defesa do consumidor Consumer Reports afirma que o aparelho pode chegar a temperatura de até 46,6 ºC enquanto roda games com gráficos mais exigentes.

Houve também uma polêmica em relação à nova bateria do aparelho, que teve que ser modificada para dar suporte à nova tela de maior resolução e à conexão 4G. Um estudo feito por Raymond Soneira, da Displaymate Technologies, detectou que a bateria do aparelho continua fazendo recarga, mesmo após exibir o aviso de 100% de carga.

Além disso, os testes mostraram que a nova bateria do iPad leva quase o dobro do tempo para ser recarregada, em comparação com modelos anteriores do tablet da Apple.

Apple bate recorde de faturamento e anuncia aumento de 94% nos lucros nos últimos 12 meses

Bom momento da empresa é creditado à boa aceitação do novo iPad e do iPhone 4S, sucesso de vendas em todo o mundo

Apple
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Apple anunciou, na tarde desta terça-feira (24/04), os resultados financeiros do último trimestre fiscal, finalizado em 31 de março. A receita no período foi recorde: US$ 39,2 bilhões (R$ 73,6 bilhões), com lucro de US$ 11,6 bilhões (R$ 21,8 bilhões). Os valores se tornam ainda mais impressionantes se comparados ao mesmo período do ano passado: US$ 24,7 bilhões (R$ 46,4 bilhões) de faturamento e US$ 6 bilhões (R$ 11,2 bilhões) de lucro – um aumento de quase 100% na margem de lucro em apenas 12 meses.

A empresa vendeu 35,1 milhões de iPhones no trimestre – um aumento de 88% em relação ao ano anterior – e 11,8 milhões de iPads – 151% a mais que em 2011. Entre os computadores, o crescimento não foi tão expressivo: foram vendidos 4 milhões de Macs, 7% a mais que há 12 meses. Já os iPods tiveram queda: foram vendidos 7,7 milhões de unidades, 15% a menos que no ano anterior.

“Estamos extasiados com os números. O novo iPad foi muito bem aceito pelo mercado, e vocês verão muitas outras inovações vindas da Apple ao longo do ano”, disse o CEO da empresa, Tim Cook.

Para o próximo trimestre, a empresa espera um faturamento um pouco menor, de US$ 34 bilhões (R$ 63 bilhões).

O balanço completo pode ser encontrado aqui.

Presidente da Apple vai à China para expandir negócios na região

Tim Cook disse que Apple ‘apenas arranhou superfície da China’. Ele se reuniu com autoridades do governo em Pequim.

Tim Cook conversa com jornalistas após apresentação do novo iPad (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
Tim Cook conversa com jornalistas após
apresentação do novo iPad, no início de março
(Foto: Robert Galbraith/Reuters)

O presidente-executivo da Apple, Tim Cook, se reuniu com autoridades do governo em Pequim, na China, nesta segunda-feira (26) em um esforço da empresa para expandir seus negócios na região.

Cook, que substituiu o cofundador Steve Jobs, morto em outubro de 2011, viajou pela primeira vez ao país desde que se tornou presidente-executivo em agosto passado, disse a Apple, sem elaborar mais a respeito das reuniões.

A China não é desconhecida aos olhos do presidente-executivo: o país é o maior mercado para aparelhos móveis e importantes focos de crescimento para a fabricante do iPhone e do iPad. Quando era vice-presidente de operações, Cook ajudou a implementar uma rede de fornecedores centrada na Ásia, com uma forte presença na China.

Cook disse anteriormente que a Apple apenas arranhou a superfície da China e procura expandir-se no país. Atualmente, a empresa só tem cinco lojas em território chinês, de onde vende iPhones e outros produtos, embora venda por meio de mais de cem revendedores.

A Apple tem acordos com a China Telecom e a Unicom para vender seu iPhone no país, e outras grandes operadoras – como a China Mobile – procuram fechar negócios com a empresa norte-americana.

A visita de Cook surge enquanto a empresa trava uma batalha legal com uma companhia local sobre a marca registrada do iPad. A longa disputa com a Proview – uma empresa de tecnologia que pediu concordata – sobre a propriedade da marca está agora trilhando o sistema de tribunais na China.