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Vivo oferece pior serviço de dados de São Paulo, revela Anatel


A Anatel revelou seu levantamento que aponta que a operadora Vivo oferece aos clientes o pior serviço de dados no estado de São Paulo e na capital. Além disso, nenhuma das concorrentes atingiu a meta mínima de qualidade exigida no estado entre janeiro e abril deste ano.

Na cidade de São Paulo a situação é semelhante. Nenhuma das grandes operadoras alcançou os índices mínimos da Anatel.

O órgão regulador estabelece que o número de conexões realizadas represente 98% ou mais das tentativas de acesso à rede, como aponta a Folha de S. Paulo. Um resultado perfeito seria de 100%.

No estado de SP, a Vivo ficou com o pior resultado de apenas 91,91%. Com o segundo pior resultado aparece a Claro, com 93,57%. Completa o pódio a TIM, com 95,78%. A Oi foi a que mais se aproxima da meta, com 97,64%.

Já considerando a cidade, o resultado da Vivo é de 91,69%. A TIM fica com o segundo lugar, com 93,27%, com a Oi preenchendo a terceira colocação com 97,17%. Quem mais se aproxima do mínimo é a Claro com 97,7%.

À Folha, a Vivo afirma que cumpre as metas, já que considera uma margem de tolerância 5%. A Oi afirma que está investindo para melhorar seus serviços e a TIM afirma estar analisando os resultados. A Claro se recusou a comentar resultados específicos e diz cumprir metas nacionais.

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Brasil será 4º maior mercado de e-commerce em 2016, prevê estudo

País deve passar Alemanha no ranking; China assumirá primeira posição, seguida por EUA

TIndex

Segundo estudo, o Brasil deve ser o quinto maior mercado de comércio eletrônico em 2013. Em três anos, o país deve conquistar o quarto lugar de participação no setor, ultrapassando países como Reino Unido e Alemanha.

As estimativas são da consultoria italiana Translate. Nelas o Brasil passa a deter 4,3% do mercado em 2016 ante 3,9% da Alemanha. O crescimento é de 53,6% enquanto o poder de compra alemão encolhe 23,5%.

A liderança mundial continuará com China, Estados Unidos e Japão. Já em 2015 o mercado chinês assume a liderança com 18,5% de participação, seguido pela queda de participação norte-americana para 17,3%. O mercado japonês mantém a terceira posição.

A projeção leva em consideração a quantidade de usuários e a renda per capita de cada país. Paralelamente também é estabelecido um índice chamado T-Index. Ele determina o poder de compra online de cada país. O Brasil atualmente tem aproximadamente 3% frente a 22% dos Estados Unidos.