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Programa Oi Inovação recebe inscrições para financiar projetos de aplicativos para celulares

Os projetos selecionados receberão até R$ 200 mil para o seu desenvolvimento e as inscrições podem ser feitas até o dia 2 de dezembro

A Oi, empresa pioneira na prestacao de servicos convergentes no pais, esta com inscricoes abertas para financiar projetos que desenvolvam aplicativos para celulares no Brasil. O objetivo e criar facilidades para turistas brasileiros e estrangeiros que visitem o Brasil, pais que cada vez mais recebe visitantes por sediar eventos de grande porte como Rio+20, Copa das Confederacoes, Copa do Mundo 2014 e Olimpiadas 2016. Os projetos inscritos deverao abordar temas como diversao, hospitalidade, turismo, mobilidade urbana e seguranca e receberao incentivo de ate 200 mil reais para o seu desenvolvimento.
Uma comissao formada por executivos da companhia e por notaveis da area de pesquisa e desenvolvimento do pais ira avaliar as propostas. Os criterios de avaliacao serao originalidade, grau de inovacao, viabilidade tecnica e de negocio, entre outros. Alem do incentivo financeiro, os projetos selecionados terao acesso as plataformas da empresa para testar as aplicacoes com supervisao de especialistas da companhia. Os aplicativos propostos serao disponibilizados em celulares e smarthphones. As inscricoes devem ser feitas pelo hotsite http://www.oi.com.br/inovacao.
Essa e uma iniciativa do programa Oi Inovacao e reforca mais uma vez o compromisso da Oi com o modelo de inovacao aberta e com o desenvolvimento tecnologico no Brasil. ¡§Queremos estimular o grande potencial criativo da comunidade de pesquisa e desenvolvimento do pais, buscando solucoes inovadoras¡¨, diz o diretor de Inovacao e Novos Negocios, Pedro Ripper.
Sobre o Oi Inovacao
A iniciativa, que ira selecionar projetos de desenvolvimento de aplicativos para celulares visando os grandes eventos sediados no Brasil, faz parte do programa Oi Inovacao, que desenvolve instrumentos de incentivo ao crescimento tecnologico do pais. O programa Oi Inovacao, criado em 2009, ja firmou parcerias com empresas, universidades e institutos de Ciencia e Tecnologia do Brasil
A Oi investe em media R$ 100 milhoes por ano no desenvolvimento e no apoio a pesquisa e a criacao de novos produtos, servicos e processos presentes no dia a dia dos brasileiros.

 

Outras iniciativas

 

Industria Brasileira de Telecomunicacoes – A Oi, em parceria com fornecedores da industria brasileira de Telecom, incentiva a criacao de novos equipamentos e solucoes que contribuam para o desenvolvimento tecnologico do pais e ampliem a capacidade competitiva dessas empresas no cenario internacional.

 
Institutos de Ciencia e Tecnologia – O programa Oi Inovacao firmou parcerias para pesquisa e desenvolvimento de solucoes que aprimorem os produtos, servicos e processos da Oi. Um exemplo e o projeto realizado em conjunto com a FITec (Fundacao para Inovacoes Tecnologicas) e a PUC-Rio para desenvolver uma ferramenta que possibilite a oferta de maiores velocidades do servico de banda larga da companhia.
A Oi e associada a Anpei, Associacao Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras, uma entidade que visa elevar a inovacao tecnologica a condicao de fator estrategico para os diversos setores da economia brasileira.
A empresa tambem patrocina eventos que disseminam a pratica de inovacao aberta no Brasil e no mundo como o Open Innovation Seminar 2011 e participa de foruns que promovem o debate e o compartilhamento do conhecimento tecnologico no Brasil.

 

Sobre a Oi

 

A Oi, empresa pioneira na prestacao de servicos convergentes no pais, oferece transmissao de voz local e de longa distancia, telefonia movel, comunicacao de dados e internet. A Oi esta presente em todo o territorio nacional. Em junho deste ano, a empresa possuia 66 milhoes de clientes. Deste total, 41,5 milhoes estavam em telefonia movel, 19,4 milhoes em telefonia fixa, 4,6 milhoes em banda larga fixa e 334 mil em TV por assinatura.

 

Pelo terceiro ano consecutivo, a Oi integra o Indice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&F Bovespa refletindo o alto grau de comprometimento da companhia com a responsabilidade social e a adocao de praticas gerenciais sustentaveis. A Oi participa tambem da primeira carteira do Indice de Carbono Eficiente da BM&F Bovespa.

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Conheça os detalhes do projeto “Cidades Digitais”

  Nadia Gasparotto especialista em telecomunicações.

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Cidades Digitais – Uma Ferramenta de Inclusão

Trata-se de mais uma iniciativa do governo para incentivar a inclusão digital em nosso País.

Entende-se por Cidade Digital, a implantação de uma infraestrutura voltada para o atendimento de órgãos da administração e dos projetos de inclusão digital e social do governo.

Por meio de tecnologia  sem-fio, conectam-se os órgãos públicos municipais, estaduais e federais, bem como escolas, bibliotecas, telecentros, pontos de cultura, postos de saúde, hospitais, delegacias, entre outros.

O projeto não leva sinal de internet gratuita às residências e a população terá acesso gratuito em espaços abertos chamados “praças digitais”. Isso pode se beneficiar dos serviços públicos conectados a essas redes, pois é criada a interface entre o espaço eletrônico e o espaço físico por meio do oferecimento de teleportos, telecentros, quiosques multimídia e áreas de acesso e serviços.

Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil conta hoje com 163 cidades digitais, e de acordo com Rogério Santanna, presidente da Telebrás, em entrevista exclusiva ao G1, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), criado pelo governo, deve quadruplicar a quantidade de cidades digitais no País

A expectativa é que pelo menos 500 novas cidades digitais sejam criadas até 2014 e que as já existentes “sejam potencializadas”!

Do ponto de vista do cidadão, o principal objetivo é melhorar a prestação de serviços públicos de saúde, educação e segurança, e para o município a interconexão via redes dos órgãos e instituições públicas, espera-se reduzir significativamente o custos municipais com telecomunicações, já que chamadas entre departamentos seriam gratuitas por meio de uma conexão VoIP.

O meu questionamento é exatamente pois prover o acesso ao mundo digital não é por si só o suficiente para assegurar o uso efetivo dos meios de informação e comunicação em rede por parte dos usuários, são necessários outros recursos voltados à acessibilidade, usabilidade e inteligibilidade e que sejam disponibilizados a todos os indivíduos. A ferramenta deve ser simples e com aplicações que façam sentido e tenham importância na vida do cidadão.

Para resolver a questão da inclusão social o importante é estabelecer políticas públicas voltadas para a criação de espaços coletivos, com acesso livre e democrático que permitam a integração e inclusão das comunidades no mundo virtual que deve ser definido de maneira inteligente e proativa e de interesse público!

Ministério prepara estudo de telecomunicações

Documento terá propostas para o crescimento da indústria

O Ministério das Comunicações deverá concluir nos próximos 30 a 40 dias um estudo, como parte da política industrial, com propostas para o desenvolvimento da indústria de telecomunicações do país. A informação é do ministro Paulo Bernardo. Ele participou na segunda-feira (28/03) de um seminário sobre telecomunicações na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

“Nós queremos democratizar e facilitar o acesso [da população à internet] mas, ao mesmo tempo, queremos produzir no país equipamentos, dispositivos, elementos que são usados nas telecomunicações e na radiodifusão, com o objetivo de reforçar o setor industrial nacional”.

O ministro disse que tem trabalhado nesse objetivo junto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ministérios do Desenvolvimento, Fazenda e Ciência e Tecnologia e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

“Acredito que a presidenta [Dilma Rousseff] vai querer isso logo, ainda neste semestre”. Paulo Bernardo não quis adiantar detalhes, mas admitiu que questões como crédito e tributos estão sendo analisados.