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Microsoft já vendeu 4 milhões de atualizações para o Windows 8

Steve Ballmer divulgou números do novo sistema operacional da empresa em conferência com desenvolvedores

Windows 8

A Microsoft parece satisfeita com o resultado das vendas do seu novo sistema operacional. Segundo o CEO da empresa Steve Ballmer, já foram vendidas 4 milhões de atualizações para o Windows 8 para usuários com versões antigas do Windows desde seu lançamento na semana passada.

Durante uma conferência anual com desenvolvedores, o executivo ainda afirmou que a empresa já liberou “dezenas de milhões” de cópias do novo sistema para computadores como OEMs.

No Brasil, a Microsoft fez uma promoção para quem atualizar o seu Windows original antigo para a nova versão. Por R$ 69, o usuário pode ter o Windows 8 em sua máquina. Entretanto, a empresa sofreu um percalço ao vender o upgrade com preço errado e reembolsará aqueles que pagaram o valor incorreto, sem invalidar a chave de ativação. Na prática, quem pagou o valor errado usufruirá do produto original sem precisar pagá-lo.

Quem não possui uma versão do Windows antiga, ou está com uma cópia não-original instalada no computador, precisa desembolsar R$ 259 pela instalação completa, vendida em lojas.

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Windows 8 é o ‘começo de uma nova era’, diz presidente da Microsoft Brasil

Executivo diz que plataforma marca o início de uma nova Microsoft, agora focada em serviços

Windows 8

O Windows 8 chega às lojas hoje, 26, e a Microsoft já comemora a chegada da plataforma com eventos realizados em 140 países ao redor do mundo.

Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil, participou nesta quinta-feira, 25, do lançamento oficial do Windows 8 em um evento realizado em São Paulo. O executivo lembrou da importância do novo sistema operacional para o futuro da empresa.

“Este lançamento é um marco histórico para a Microsoft. É o começo de uma nova era”, afirmou.

O discurso de Levy reflete o que a Microsoft afirma no mundo inteiro. Steve Ballmer, CEO da empresa, repete frequentemente que o Windows 8 é o lançamento mais importante da história da companhia. E, para o presidente do braço brasileiro da companhia, ele significa uma transformação no que é a Microsoft.

“A Microsoft está em processo de transição de uma empresa focada em software para uma empresa de serviços. São serviços que chegam ao usuário por meio de uma gama de dispositivos conectados entre si e à nuvem”, explicou Levy.

“Estamos em uma transição de uma sociedade com economia industrial para a economia do conhecimento. E, na economia do conhecimento, a tecnologia da informação tem papel fundamental de gerar inovação. Inovação gera competitividade, que gera crescimento econômico e bem-estar social”, afirmou.

Evento

A Microsoft fez uma grande apresentação para o sistema operacional no Brasil, com direito a diversos aparelhos já rodando o sistema operacional para demonstração para os visitantes. Antes, a gerente do Windows no Brasil, Priscyla Alves, se juntou ao músico MV Bill, ao humorista Felipe Andreoli e à apresentadora Didi Wagner para mostrar os novos recursos.

Eles, então, mostraram aquilo que a gente já sabe: como funciona a interface nova, os apps, a mudança para a área de trabalho clássica, a possibilidade de navegar via touch ou mouse, entre outras.

Reprodução

Brasil

O público brasileiro terá, no próximo mês, mais de 60 dispositivos que já rodarão o novo sistema. Eles começam a chegar amanhã às lojas e incluem notebooks, netbooks, Ultrabooks, desktops e tablets. Para quem quiser comprar a plataforma separada, existe a opção de atualizar o Windows 7 para o novo por R$ 69 – esse é um preço promocional que é possível conseguir pela loja online da companhia.

Questionado sobre a diferença de interface e se isso pode assustar usuários, o presidente da Microsoft no Brasil se mostrou confiante. “A interface foi amplamente testada com milhões de pessoas e a conclusão é que ela é muito intuitiva. Não vemos dificuldade em se acostumar. Ela é nova, mas também é atraente e fácil, amigável, as pessoas vão querer aprender rapidamente para se aprovietar”, disse o Michel Levy.

A confiança também estava presente nas palavras da gerente do Windows no Brasil, Priscyla Alves. “Ela é natural e intuitiva. É tudo o que as pessoas estavam esperando e ainda tem o conforto da área de trabalho lá”, lembrando que é possível voltar para a interface do Windows 7 com facilidade no novo sistema, apesar dela não ser a padrão e não ter como colocá-la como principal no sistema operacional.

Os brasileiros já terão opções de apps nacionais para baixarem na Windows Store, como de bancos, veículos de mídia, entre outros. Os executivos não divulgaram números exatos, mas ressaltaram o modelo de negócios, que, segundo a Microsoft, é bastante atrativo. “70% do faturamento é do desenvolvedor. Após arrecadas mais de R$ 50 mil, ele passa a receber 80%. Isso privilegia a experiência do usuário e os melhores aplicativos”, explicou Priscyla.

Em relação ao Surface, lançado simultaneamente com o Windows 8 em algumas partes do mundo, a Microsoft não tem ainda uma data para colocá-lo no mercado brasileiro, muito menos uma faixa de preço que o dispositivo deve custar.

Oito fatos sobre o Office 15, totalmente em cloud computing

Mais integração com outros produtos, como Bing, abertura para desenvolvedores criarem apps e facilidade da nuvem e do touchscreen são algumas das principais mudanças

Tecnologia da Perceptive Pixel permite integração total em teleconferências

Tecnologia da Perceptive Pixel permite integração total em teleconferências

Ballmer e, ao fundo, o apelo ao usuário final: Office 15 ajudando a "supermãe"Ballmer e, ao fundo, o apelo ao usuário final: Office 15 ajudando a “supermãe”

Escrita humana facilita interação com aplicativos como OneNoteEscrita humana facilita interação com aplicativos como OneNote

O novo serviço de e-mailO novo serviço de e-mail

Nova interface do Sharepoint: mais amigávelNova interface do Sharepoint: mais amigável

Office 15: tudo é integrado na nuvem, então basta usar a Windows Live ID para acessar todos os serviços. Semelhança com o Google?Office 15: tudo é integrado na nuvem, então basta usar a Windows Live ID para acessar todos os serviços. Semelhança com o Google?

O novo Office  é o lançamento mais ambicioso feito pela Microsoft em sua história. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (16/07) pelo CEO da gigante de software, Steve Ballmer,  durante a apresentação do novo produto, que tem uma versão preview já disponível para download.

“É um ótimo momento para estar na Microsoft. Desde o lançamento do Windows 95, esta é a melhor nova versão do Office em anos, porque foi desenhada para o novo momento de serviços de nuvem. É quase mágico”, disse o executivo, detalhando que todo o desenvolvimento do produto foi feito de forma integrada com o Windows 8, nova geração do sistema operacional da empresa que chega ao varejo em outubro deste ano.

Já é sabido que com o processo de consumerização o apelo migrou do cliente corporativo para o cliente pessoa física. E a companhia não economizou depoimentos de pessoas físicas ao apresentar o produto, que ainda não tem data oficial para lançamento. Entre os exemplos de clientes felizes, pasmem, estavam um estudante – alegre por ter sua vida facilitada com os arquivos em nuvem sem perda de potência –, uma dona de casa que conseguiu otimizar o cuidado com os filhos e um pequeno empresário, especificamente gestor de bandas, que por viver na estrada acompanhando turnês, não pode se preocupar em carregar documentos e arquivos na mesma van que os músicos baderneiros. Nada de homens de terno, pessoas com pastas e cara de preocupadas. Tudo muito mais, digamos, “relax”. “A indústria continua a se mover, a mudar dramaticamente”, justificou Ballmer.

O executivo prometeu que a venda de licenças convencional do Office permanecerá e que as ofertas ocorrerão de forma paralela. “Continuaremos a suportar nossos clientes corporativos, mas vamos mostrar o Office para consumidores e usuários finais, em suas casas”, introduziu, citando como exemplos para o “bom ano da Microsoft” a chegada, além do pacote de produtividade, do Windows 8, da linha de tablets Surface, Windows Phone 8, Windows Server 2012, Xbox com Internet Explorer e SmartGlass, além do novo Bing, que faz, segundo Ballmer, correlação entre dados de usuários para obtenção de melhores resultados de busca. O pacote também já vem com os serviços Lync e OneNote integrados.

Veja, abaixo, os principais pontos:

1. Foco no moderno. Quando Ballmer proferiu estas palavras – foco em dispositivos modernos – a ideia era abraçar o conceito de mobilidade de uma vez por todas. Por esse motivo, o novo Office é completamente adaptado ao toque. “Ele funciona bem não somente no desktop, mas também no Windows 8 RT [sistema operacional voltado para tablets com ARM] e Windows Phone 8

2. Nas nuvens. O Office 15 está nas nuvens, integrado com o SkyDrive, serviço de armazenamento web da empresa. A ideia é que os documentos estejam completamente acessíveis, sem depender do hardware. Alguma semelhança com o Google Docs e o Google Drive? Com certeza. Mas, neste caso, são mantidas todas as funcionalidades dos produtos da Microsoft. Quem é usuário de Google Docs sabe como não é possível fazer algumas coisas mais complexas com o ferramental open source.  Segundo Ballmer, o Office 365 – lançado há cerca de dois anos – foi um primeiro passo para esse projeto. É a migração do produto vendido via licença para o serviço cobrado por uso.

3. Conceitos sociais. É possível compartilhar itens do Office em sua conta do Facebook, LinkedIn e “outra redes sociais” (aqui não foram feitas menções ao Google+, pelo menos não consegui captar no discurso em inglês). A Microsoft percebeu que seu usuário não quer mais ficar fechado. “A forma como as pessoas trabalham hoje é completamente diferente de quando entrei na Microsoft. Dar a todos um Office privado não é mais o que elas querem, porque elas estão mais colaborativas do que nunca”, comentou.

4. Intgração com Skype. Integrar o serviço de chamadas de voz e vídeo com arquivos de trabalhos é a aposta da empresa para facilitar todo e qualquer trabalho a ser executado no pacote de produtividade da companhia.

5. Tecnologia Inking: reconhecimento da escrita humana é algo inerente ao desenvolvimento das telas sensíveis ao toque. E um pacote de produtividade adaptado a esse novo cenário não poderia ignorar isso. É possível fazer anotações no tabalet, ultrabook touchscreen ou até mesmo uma tela da recém-adquirida Percetive Pixel. Falando em Perceptive Pixel…

6. …com a tecnologia da empresa comprada recentemente, a ideia é apresentar uma oferta completamente integrada com o Office de telepresença. A tela sensível ao toque, com reconhecimento da escrita humana, funciona como uma grande lousa em uma reunião de negócios, com apresentação simultânea de arquivos Power Point (ou qualquer outro) e chamadas de vídeo.

7. Outlook mais amigável e integrado. Na nuvem, a promessa do serviço de e-mail da Microsoft é ser muito mais leve e amigável, com total integração aos produtos da empresa e melhor conectividade com o serviço de buscas Bing. Se você tem uma reunião com a pessoa X, por exemplo, basta clicar no endereço que o serviço de buscas da Microsoft lhe apresenta o mapa e o caminho a ser seguido para chegar até lá.

8. Criação de uma plataforma para desenvolvedores. Esta talvez seja a principal demonstração que a Microsoft deu de sua flexibilização. A ideia é permitir que desenvolvedores criem aplicações para rodar dentro do ambiente de nuvem do pacote de produtividade da empresa. Com esse modelo de inovação aberta, não é possível imaginar, ainda, o que pode surgir em termos de funcionalidade no futuro.

Importante ressaltar que, de forma geral, as interfaces de usuário, como a nova do Sharepoint, apresentada na coletiva de imprensa, estão muito mais leves e amigáveis, pelo menos vendo de fora. Este texto, especificamente, escrevi no preview do Word do Office 15, porque baixei o pacote de teste assim que Ballmer falou que ele estava disponível. Eu achei extremamente – juro – gostoso de usar. Claro que o fiz em um PC convencional, sem tela sensível ao toque, mas já deu para ter uma ideia da novidade. Não tenho elementos suficientes ainda para falar se o pacote é bom ou ruim, mas com certeza ele é diferente e menos sisudo.

Office ganha adaptação para tablets

Suíte de programas ganha adaptação para telas sensíveis ao toque e apoio de sistema de arquivamento na nuvem

ballmer

A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (16/07) o mais novo pacote Office, que chega a sua versão de número 15. Em um evento em São Francisco (Estados Unidos), Steve Ballmer, CEO da empresa, mostrou algumas das novas características do produto, cuja versão para testes já pode ser baixada gratuitamente no site da companhia. Criado em 1989 e padrão desde então, a suíte ganha uma necessária atualização para o século 21. As principais novidades são a adaptação dos softwares ao toque dos dedos e a ênfase no arquivamento na nuvem, o que facilitará o acesso a documentos em múltiplas plataformas. O novo pacote Office pega emprestado algumas das características do Windows 8, como a interface Metro, tornando o produto mais limpo e intuitivo. Os programas – Word, PowerPoint, Excel, OneNote, InfoPath Designer, InfoPath Filler, Publisher, Lync, Access e Outlook – poderão ser controlados não apenas pelos tradicionais mouse e teclado, mas foram adaptados para funcionar também em superfícies touchscreen e com o auxílio de uma caneta stylus.

É possível, por exemplo, escrever um e-mail com sua stylus – como a que a Microsoft lançará com o tablet Surface –, converter automaticamente a escrita em texto digitado e enviá-la como e-mail, em alguns poucos toques. A stylus também poderá ser usada como uma caneta laser em apresentações no Power Point, com extras como o que permitirá dar zoom em áreas específicas dos slides.

O Office 15 está todo apoiado no arquivamento em nuvem e no sistema SkyDrive. “Estamos em uma transição de negócio, fazendo do Office um serviço da nuvem”, disse Kirk Koenigsbauer, vice-presidente corporativo da divisão Office da Microsoft. A partir de agora, o sistema de cloud computing arquivará automaticamente todos os documentos produzidos no Office, o que facilitará a sincronização de trabalhos entre máquinas distintas, como PCs e tablets.

A intenção da Microsoft é tornar o Office um produto multiplaforma e multiuso, apagando a imagem exclusivamente executiva que o produto adquiriu nos últimos anos.

O Word também ganha uma série de reparos, como o que possibilitará, finalmente, a abertura e a edição rápida de arquivos em PDF.  Elementos multimídia como vídeos do YouTube também ganham destaque no programa de escrita, que escurecerá toda a tela ao mostrar um preview, bastando um clique fora do campo de exibição para confirmar a inserção do vídeo e para continuar a edição.

Outras novidades são o PeopleCard – um sistema que permitirá que a pessoa veja, de dentro do Office, atualizações de status do Facebook, do LinkedIn e informações de contato dos seus contatos – e a integração da suíte com o Skype, cujos contatos poderão ser adicionados ao Lync. Além disso, quem comprar o novo pacote Office ganha uma hora por mês de conversas no programa de voz sobre IP.

A Microsoft ainda não divulgou informações como preço ou data de lançamento oficial do novo produto. A suíte será dividida nas categorias caseira, escolar e executiva, mas pela primeira vez a Microsoft ampliará o espectro do programa Office 365 – que, por uma taxa fixa mensal ou anual, permite o download das versões mais recentes do Office em qualquer dispositivo, assim como a atualização gratuita de qualquer máquina que já conte com versões passadas dos softwares.

Para fazer o teste no Office 365, clique aqui.

Microsoft é a mais nova empresa ‘verde’ do planeta

A “moda” entre as empresas de TI atinge a multinacional de Bill Gates

Sustentabilidade

A Microsoft anunciou que a partir do mês de julho irá neutralizar a emissão de carbono dos seus datacenters, laboratórios de desenvolvimento de softwares, viagens aéreas e escritórios da empresa espalhados pelo mundo. A data coincide com o início do ano fiscal de 2013 e será o “start” para que a empresa seja mais “limpa” e preocupada com o futuro.

No blog oficial, Kevin Turner, chefe de operações da Microsoft, afirma que para incentivar sua equipe, irá “cobrar” o preço do carbono emitido por divisões regionais. Quanto mais carbono for emitido, mais créditos serão pagos. E isso se aplicará em mais de 100 países onde as filiais estão localizadas.

A empresa também está investindo em tecnologias sustentáveis. Um exemplo é o próprio campus da Microsoft que contém softwares que diminuem o consumo de energia. Essa atitude deve economizar cerca de US$ 1,5 milhão de dólares para a companhia no próximo ano.

Além disso, a companhia liderada por Steve Ballmer é a terceira maior compradora de energia limpa dos Estados Unidos (mais de 1,5 bilhão de kWh por ano).

Os créditos de carbono são certificados emitidos para uma pessoa ou empresa que reduziu a sua emissão de gases do efeito estufa (GEE). Uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) corresponde a um crédito de carbono. Este crédito pode ser negociado no mercado internacional.

A tendência das práticas sustentáveis está englobando cada vez mais empresas. O que você pensa a respeito? Qual é sua contribuição para preservar o meio ambiente para um futuro menos poluído?