Posts Tagged ‘startup’

Notebooks novos e seminovos à venda, consulte disponibilidade.

Notebook HP 14-AC121-BR, Intel Core i7 6500U 2.5Ghz até 3.1Ghz, Memória 8GB, HD 1TB, Placa de vídeo Integrada com tecnologia Intel® HD Graphics 520, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet, Webcam, Windows 10, Pacote Office, Carregador HP, Bateria 6 células de longa duração, Aparelho Novo, sem caixa, carregador original, Windows 7, Pacote Office e possui 1 ano de garantia.
Preço: R$2.699,00*

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Notebook Acer E5-571G 72V0, Intel Core i7 4510U 2.0Ghz até 3.1GHz, Memória 8GB, HD 1TB, Placa de vídeo dedicada GeForce 820 2GB, Tela LED 15.6”, Teclado numérico, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet, Webcam, Windows 10, Pacote Office, Carregador Acer, Bateria 6 células de longa duração, Equipamento Novo, 1 Ano de Garantia.
Preço: R$2.699,00*

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Notebook HP 14N050BR, Intel Core i7 4500U 1.8Ghz até 3.0GHz, Memória 4GB, HD 1TB, Placa de vídeo dedicado AMD 8670M 2GB até 5GB, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Placa de som Integrada com DTS Sound+, Ethernet, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador HP, Bateria de longa duração, Aparelho Seminovo, carregador original e possui 6 meses de garantia.
Preço: R$2.499,00*

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Notebook Ultrafino CCE Ultra Thin T745, Intel Core i7 3517U 1.9Ghz até 3.0GHz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics 4000 até 1720MB, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 8.1, Pacote Office, Bateria de longa duração, Aparelho seminovo sem avarias, amassados e danos, Acompanha carregador original CCE, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.399,00*

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Notebook Dell Inspiron 15 P39F, Intel Core i5 5200U 2.7GHz, Memória 4GB, HD 1TB, Placa de vídeo dedicado AMD R7 2GB, Tela LED 15.6″ Resolução HD (1366 x 768), Teclado Numérico, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Dell, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$2.399,00*

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HP Probook 440 G2, Intel Core i5 4210U 1.7Ghz até 2.7Ghz, 4GB memória, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics 4400, Tela LED 14”, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador HP, Bateria 6 células de longa duração, Aparelho seminovo, carregador original e possui 6 meses de garantia.
Preço: R$1.599,00*

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Notebook HP Pavilion 14-V061BR, Intel Core i5 4210U 1.7Ghz até 2.7GHz, memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel HD Graphics 4400, Tela LED 14”, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador HP, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.599,00*

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Notebook Asus X450L, Intel Core i5 4200U 1.6Ghz até 2.6GHz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000, Tela LED 14”, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Bateria de longa duração, Aparelho seminovo sem avarias, amassados e danos, Carregador Asus, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.499,00*

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Notebook Lenovo G40-70, Intel Core i5 4200U 1.6Ghz até 2.6Ghz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Lenovo, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.599,00*

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Notebook Dell Vostro 3360, Intel Core i5 3337U 1.7Ghz até 2.7GHz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000, Tela LED 13.3″ Resolução HD (1366 x 768), Leitor de cartões, Leitor biométrico, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Dell, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.399,00*

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Notebook Samsung NP300E4C, Intel Core i5 3210M 2.5Ghz até 3.1GHz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Samsung, Bateria 6 células de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço:R$1.499,00*

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Notebook Lenovo Thinkpad Edge 420, Intel Core i5 2410M 2.3Ghz até 2.9GHz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo AMD Radeon HD 6630M com 1GB DDR3, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Lenovo, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.399,00*

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Notebook SpaceBR, Intel Core i5 2410M 2.9GHz, Memória 8GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel HD Graphics 4000, Gravador de DVD, Leitor de cartões, Tela LED 14″, USB, VGA, HDMI, Wireless, Ethernet, Webcam, Equipamento Seminovo sem avarias, Carregador original, Bateria de longa duração, Windows 7, Pacote Office, 6 Meses de garantia.
Preço: R$1.199,00*

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Notebook Dell Inspiron i14-3421-A10, Intel Core i3 3217U 1.8Ghz, Memória 4GB, HD 1TB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4400 de 1GB compartilhado, Tela LED 14”, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Dell, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.299,00*

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Notebook Dell Inspiron i14-2620, Intel Core i3 2375M 1.5GHz, Memória 4GB, HD 750GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000, Tela LED 14”, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Bateria de longa duração, Aparelho seminovo sem avarias, amassados e danos, Carregador Dell, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.199,00*

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Notebook Acer Aspire E1 421, AMD E-300 APU 1.30Ghz, Memória 8GB, HD 500GB, Placa de vídeo AMD Radeon HD 6310 Graphics, Gravador de DVD, leitor de cartões, Tela LED 14″, USB, VGA, HDMI, Webcam, Windows 10, Pacote Office, Carregador original, Bateria durando cerca de 2h00min, Equipamento seminovo mas muito bem conservado, Garantia de 3 meses.
R$899,00 à vista.

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Notebook Dell Inspiron 14R N4110, Intel Core i7 2640M 2.8Ghz até 3.5Ghz, 6GB memória, HD 640GB, Leitor de blu-ray disc, Gravador de DVD, Wirelles, Bluetooth, Placa de vídeo AMD Radeon HD 7400M Series, Placa de vídeo Intel HD Graphics 3000, Tela LED 14″, USB, VGA, Leitor de cartões, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador original, Bateria não segura muito tempo de carga, Garantia de 3 meses.
R$1.799,00 à vista.

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Apple Macbook Air A1466, Tela LED de 13.3″, Intel Core i5 1.8Ghz com Turbo Boost 2.8Ghz, 4GB LPDDR3, SSD 128GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000 1536MB, Wifi, Bluetooth 4.0, Porta Thunderbolt (até 10 Gbps), Câmera FaceTime HD, HDMI, carregador original, Bateria 295 ciclos durando cerca de 6h00min, modelo de 2012, OS X El Capitan, Garantia de 6 meses.
R$3.499,00

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Startup transforma iPhone em equipamento para exames oftalmológicos

O equipamento de US$ 4 mil substitui uma máquina que custa mais de US$ 20 mil

Inovação da Smart Vision Labs  (Foto: Divulgação/Smart Vision Labs )

A startup Smart Vision Labs desenvolveu um equipamento de US$ 3.950 mil que substitui uma máquina de exames oftalmológicos de mais de US$ 20 mil. O aparelho é capaz de medir se a pessoa tem algum tipo de problema de visão, como miopia ou astigmatismo, apenas acoplado à câmera do iPhone do médico.

O profissional aproxima o celular, com o SVOne conectado, tira uma foto e aguarda alguns segundos pelo resultado. O exame é feito usando a câmera, o processador e a conexão Wi-Fi do smartphone. Todos os resultados já ficam armazenados online, para facilitar a vida do médico.

Segundo a empresa, a grande vantagem do aparelho é possibilitar a realização do exame para populações pobres sem acesso a laboratórios médicos.

O autorefrator funciona criando uma grade de pequenos pontos vermelhos na retina do paciente. O médico tira uma foto usando o aparelho e o reflexo de luz indica se a pessoa precisa de óculos.

Em 2013, a empresa recebeu US$ 1 milhão em uma competição de startups e levantou mais de US$ 6 milhões de vários investidores.

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Via revistapegn.globo.com

Empresa brasileira cria cartão de crédito sem taxas controlado pelo celular

Estreou no Brasil uma startup chamada Nubank que promete combater dois males financeiros de uma só vez ao oferecer um cartão de crédito livre de taxas que dispensa a maior parte da costumeira burocracia do setor.

O cartão é totalmente controlado pelo smartphone através de um aplicativo para Android ou iOS. E é a única peça física à qual o usuário tem acesso; todo o restante é feito de forma virtual.

A cada compra o usuário recebe uma notificação, que passa para uma linha do tempo e já surge na descrição da próxima fatura. Os lançamentos podem ser organizados com tags e até emoticons, e dá para alterar o nome e a categoria do estabelecimento onde a compra foi realizada. Informações como IOF, taxa de câmbio e os parcelamentos também são descritos na fatura.

Reprodução
Se identificar compras que não fez, o usuário pode cancelar o cartão com o app e, caso perca o aparelho, consegue bloquear cartão e aplicativo pela internet. A comunicação com a empresa pode ser feita por chat, e-mail ou telefone, mas 95% dos contatos têm sido realizados pelo chat.

Investimento

A plataforma surgiu graças ao primeiro grande investimento de risco do fundo Sequoia Capital no Brasil. Outros que apostaram na Nubank foram o Kaszek Ventures e o empreendedor Nicolas Berggruen. No total foi colocado um montante de US$ 14,3 milhões (R$ 34,2 milhões) na startup.

“Passamos algumas semanas no Vale do Silício e todas as empresas perguntavam quem já faz isso nos Estados Unidos, mas ninguém faz”, contou David Vélez, fundador e CEO da Nubank, antes de explicar por que o pioneirismo não os motivou a apostar no mercado norte-americano:

“A oportunidade no Brasil é muito mais interessante do que nos EUA”, disse. “A experiência financeira de base no Brasil ainda precisa melhorar muito, os juros de cartão de crédito estão entre os maiores do mundo, com uma taxa entre 10% e 12% por mês, o que não faz muito sentido para nós.”

O cartão da Nubank não cobra taxas porque a empresa cortou o máximo de burocracia possível -incluindo os bancos -, mas tem juros, uma taxa média de 7,75%. “Tudo é feito pelo aplicativo, é um processo muito mais simplificado”, lembra Vélez, “não tem agência, papel, espera, é tudo pelo celular.”

Mas a maior qualidade da novidade é também seu ponto fraco: a única marca conhecida do cartão é a bandeira da MasterCard que vem impressa nele, então como fazer o consumidor confiar na plataforma? “Eu estou dando dinheiro, fico com todo o risco do cliente. Ele pode pegar o cartão, gastar e ir embora, é a Nubank que toma o risco”, argumenta o CEO.

“Somos uma marca nova no mercado”, reconhece ele. “Tem pessoas que preferem ir aos grandes bancos, mas quem está entre 29 e 39 anos confia em plataformas digitais, não veem problemas.” De olho nesse público, que representa cerca de metade da população, a Nubank acredita que não demorará a crescer.

Por ora a empresa está totalmente focada no negócio do cartão de crédito “e vai continuar assim por muito tempo”, garante Vélez. Mas a startup enxerga mais oportunidades em função da experiência que o brasileiro tem com as finanças. “Há muita frustração com os grandes bancos, que são caros e burocráticos”, argumenta o executivo, segundo o qual a filosofia da Nubank pode ser aplicada a outros produtos financeiros futuramente.

Ao empreender, pense no prejuízo e esqueça o lucro


Um dos brasileiros mais criativos do mundo ensina um conceito diferente de empreendedorismo
O empreendedor Flavio Pripas e seu sócio Renato Steinberg são donos de um título invejável: no ranking anual da revista FastCompany ambos conquistaram o 54° lugar entre os 100 mais criativos do mundo em 2012, graças ao site Fashion.me.Em 2008, eles criaram uma espécie de rede social de moda, com montagens de looks e dicas de estilo, que lhes rendeu uma reviravolta. Em seis meses, o site, inicialmente criado para suas esposas com um investimento de R$ 30 por mês, conseguiu reunir 15 mil visitantes por dia, e a dupla resolveu largar os empregos no mercado financeiro para se dedicar ao projeto.

A criatividade foi essencial para que o site alcançasse o sucesso, mas Pripas disse que foi preciso muito mais do que inovação. Em entrevista ao Olhar Digital, o empresário conta como desenvolveu um projeto completamente fora de seu mundo e divide dicas valiosas para quem pensa em abrir seu próprio negócio. Uma delas, talvez a mais importante, recomenda que o empreendedor esteja preparado para o prejuízo.

Reprodução

Conte como começou o Fashion.me e qual era o contexto do mercado brasileiro de internet naquela época.

Renato e eu nos conhecemos em 2008 na JP Morgan e nossas esposas queriam abrir uma loja de roupas. Como não queríamos investir muito dinheiro em algo que não conhecíamos, pensamos em usar a internet. Percebemos que no ambiente online não precisaríamos desembolsar muito. A ideia inicial era um site que combinava looks, que podiam ser divulgados ali mesmo. As pessoas comentavam as combinações e davam suas sugestões.

Na época, o Orkut estava em grande evidência no Brasil e os blogs de moda começavam a surgir. Pensamos, então, que as esposas poderiam ‘frequentar’ estes blogs convidando as leitores e blogueiras a conhecer o site, que ainda se chamava BYMK [uma referência ao nome das esposas, Marcela e Karen].

Sem investimento nenhum, apenas os R$ 30 pagos pelo hosting, [Flavio e Renato programaram o site], em seis meses tínhamos 15 mil usuários por dia. Nesta mesma época, Renato e eu nos trancamos durante um fim de semana para resolver se tocaríamos o site ou fecharíamos, já que estava impossível conciliar o trabalho e o projeto. Decidimos largar os empregos, mas não tínhamos ideia de como monetizar o site.

Então, um mês depois, no dia das mães, uma agência de publicidade entrou em contato com a gente para fazer uma campanha, mas eles queriam 70% do lucro. Achamos que a conta não estava certa e fomos atrás de um concorrente. Acabamos fechando com a Renner. Em cinco dias de campanha foram criados 1.264 looks para as mães, um verdadeiro sucesso. Depois desta primeira movimentação financeira no site, fechamos outras parcerias que mantemos até hoje. Em 2012 veio a injeção de capital da Intel e da 500 Startups.

Ainda estamos experimentando muitas coisas para que a empresa se torne sustentável. Sinceramente ainda estamos longe da onde podemos chegar.

Foi difícil decidir largar tudo? O que vocês levaram em consideração? E quais dicas daria para quem vive este dilema?

Pensamos em algo que só depois fomos descobrir que se tratava de uma teoria de empreendedorismo diferente, chamada ‘effectuation’. Esta escola de pensamento é baseada em 4 pilares que sempre seguimos naturalmente. O primeiro pensamento foi: quanto tempo podemos sobreviver sem trabalho e rentabilidade no site? Colocamos isso no papel e pensamos que tínhamos seis meses para nos dedicar e, caso tudo desse errado, voltaríamos para o mercado financeiro.

Este é o primeiro pilar da teoria e é chamado de ‘perdas suportáveis’. Seguimos isso até hoje, mas, obviamente, isso vai mudando durante o projeto e vai ficando mais confortável com o passar do tempo. Hoje podemos nos dedicar mais tempo, pois tivemos a injeção de capital. Mas se o dinheiro acabar e não conseguirmos o lucro necessário teremos de abandonar o barco.

O segundo pilar é o ‘futuro imprevisível’. Temos de estar preparados para lidar com surpresas e isto está ligado ao terceiro pilar: ‘testar possibilidades’. Temos de tentar de tudo para ver o que dá ou não dá certo. A dica é ficar de olho aberto. Por fim, o quarto pilar fala de ‘crescimento por meio de parcerias’, algo que fazemos bastante com a Abril, Globo, MTV, portal MSN e etc. As parcerias servem para dar impulso e experimentar coisas que sozinhos não conseguiríamos. Enfim, sem querer sempre seguimos estes conceitos e acho que eles podem ser muito bons para quem está em um mercado desconhecido.

Reprodução
Renato Steinberg e Flavio Pripas, sócios do Fashion.me 

Quais outras dicas você daria para quem está começando?

Desde o primeiro dia em que resolvemos nos dedicar ao site começamos a correr atrás de investidores e conhecimento. Frequentei eventos de empreendedorismo, iniciei uma rede de relacionamento e fui entendendo melhor como funciona este mundo empreendedor. Acredito que o ativo mais importante é uma boa rede de contatos. Desta forma você entende quais são os tipos de investidores e consegue distinguir qual é o melhor investidor para seu negócio.

Outra dica importante é falar com o maior número de pessoas possível e nunca guardar uma ideia pra si. O brasileiro é muito restritivo em compartilhar ideias e isso é uma besteira. Cada vez que você compartilha algo, esta ideia é melhorada. Esse negócio de roubo de ideia é relativo e sempre sou bem enfático ao tocar no assunto: se roubaram sua ideia a culpa foi sua de não ter sido competente suficiente de desenvolvê-la antes. Quem sempre vai ganhar o mercado é aquele que executar primeiro e melhor. Neste mundo o ideal é pedir dicas, indicações, conversar e, obviamente, executar suas ideias.

Hoje em dia eu acho praticamente impossível um investidor apoiar uma ideia apenas, pois está muito fácil de executá-las. Eles vão investir nas pessoas que demonstram capacidade de execução, por isso que um protótipo, de 10% a 20% do que será a ideia, é essencial para vendê-la. O investidor precisa ver o produto mínimo viável.

Atualmente quais segmentos você vê oportunidades para empreender?

Ainda tem muito espaço para ser explorado. Esta transformação do mercado brasileiro tem cerca de 15 anos e ainda tem muita coisa para ser criada. Vejo que o hardware é um mercado muito complicado e eu enxergo poucas oportunidades. Mas, tem um projeto de hardware que eu me apaixonei, chamado Metamáquina, de impressoras 3D. Acho que é um dos únicos de sucesso no país.

Ao meu ver, a grande tendência hoje nos Estados Unidos, e que deve chegar nos próximos anos aqui no Brasil, é o Big Data. Trata-se da análise de grandes quantidades de dados desestruturados. Análises semânticas e de sentimentos. É uma grande oportunidade em software. Já algo mais próximo do cenário brasileiro é o mobile. Todas as camadas sociais da população terão smartphones nos próximos dois anos e isso significa oportunidade de negócios.

Também compartilho do pensamento de Mark Zuckerberg, acredito que todos deveriam saber desenvolver. Programar é sistematizar o problema para a máquina entender. Renato e eu fizemos o nosso próprio site e acho que isso fez muita diferença.

Apple tenta patentear palavra ‘startup’


Na Austrália, a Apple tenta patentear o uso da marca “startup”. O registro foi solicitado na última terça-feira, 27, em Sidney. Segundo o pedido, a empresa quer o direito exclusivo de usar o termo na maioria de seus produtos e serviços – como lojas, assistências técnicas e projetos de educação.

E não é a primeira vez que ela tenta possuir a palavra, normalmente utilizada para descrever empresas iniciantes. Em 2011, a Apple chinesa e a norte-americana também tentaram, mas não conseguiram patentear a palavra.

Agora, se a companhia da maçã vencer a batalha em Sidney, ela poderá estender o seu domínio sobre o termo em praticamente todos os países signatários do Protocolo de Madri. Não se sabe por que ela insiste tanto em obter a marca. A Wired especula que a empresa esteja tentando usar o termo para vender contratos diretos aos consumidores finais, excluindo o intermédio das operadoras.

O curioso é que a Apple é uma das maiores vítimas de um mercado paralelo que se criou por causa do excesso de patentes requeridas pelo mercado de tecnologia. Um levantamento revelou que há muita gente criando empresas de fachada só para reclamar patentes que teriam criado, e a Apple é o alvo principal (sabia mais aqui).

Startup desenvolve sistema para pagamento com digitais

Paytouch promete maior segurança e rapidez nas transações financeiras

Paytouch

 

A startup espanhola Paytouch criou um sistema que possibilita realizar pagamentos utilizando nada mais do que as pontas dos dedos.

O serviço funciona com um leitor biométrico que identifica as impressões digitais e se conecta a uma conta criada pelo usuário no Paytouch, associada a um cartão de crédito.

A medida promete ser mais segura e rápida, já que é muito mais difícil falsificar uma impressão digital do que clonar um cartão de crédito, por exemplo.

O leitor da máquina identifica as saliências e o pulso dos dedos, o que impossibilita o uso de fotografias ou cópias feitas de silicone e outros materiais. Segundo a empresa, o processo de identificação do usuário e pagamento demora em média 5 segundos.

O Paytouch já funciona em um hotel em Ibiza e em uma loja em Barcelona, ambas na Espanha, mas continua em busca de financiação para expandir seus serviços.

Com apenas três dias de vida, startup é vendida por US$ 176 mi

Empresa foi adquirida pela Juniper Networks antes de lançar seu primeiro produto

startup

A startup Contrail Systems foi oficialmente aberta nesta terça-feira, 11, e, três dias depois, conseguiu faturar US$ 176 milhões ao ser adquirida pela Juniper Networks. De acordo com o Business Insider, a Juniper estava de olho na empresa antes de ela ser lançada e, portanto, não esperou o primeiro produto ser lançado para adquiri-la.

A Contrail é particularmente interessante para a Juniper Networks, uma das maiores concorrentes da Cisco, pois pode ajudar a companhia a agarrar parte do mercado da concorrente ao oferecer uma solução de rede corporativa mais flexível e barata.

Segundo a publicação, os fundadores da startup obtiveram sucesso no desenvolvimento do software, pois trabalharam em empresas de grande porte, como Google, Cisco e Juniper. Dentro das corporações, os empreendedores tiveram a oportunidade de conhecer muito bem os produtos das companhias.

Sobre a Contrail

A startup desenvolveu um software que transforma redes corporativas em sistemas mais baratos e simples.

Com o ‘Software Defined Networking’ (SDN), o plano de controle é administrado por um software centralizado e separado do equipamento de rede. Isso faz com que ele seja independente de soluções e protocolos dos fabricantes.

Desta forma, a arquitetura pode ser configurada com mais rapidez, além de permitir a criação de ferramentas e protocolos independentes.