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Google quer acabar com os logins

Ainda não há detalhes sobre como a empresa pretende fazer isso

Senha

Não está claro como, mas o Google se prepara para acabar com os logins da internet. O desenvolvedor de software Tim Bray comentou sobre o assunto em seu blog, mas não deu muitos detalhes.

“Login é irritante e te retarda. Meu trabalho nesses dias está voltado para reduzir essa dor, o ideal é zerar eliminando isso”, disse ele. “Se o login for simplificado (ou desaparecesse) nós ganhamos e vocês ganham. É simples.”

O 9to5Google, que noticiou o caso, conta que Bray está nisso há três meses, e que provavelmente a gigante de buscas está desenvolvendo uma página para concentrar as senhas e simplificar os logins.

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Em breve, as batidas do seu coração poderão ser usadas como senha de acesso

Objetivo é construir um sistema capaz de bloquear ou liberar o acesso a PCs e outros dispositivos apenas com a aproximação do usuário

Saúde - Coração
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Twitter, Facebook, Foursquare, e-mails, Orkut, Last.fm, MySpace, cadastros e mais cadastros. Ufa! Você até deve perder o fôlego com tanta coisa para decorar, ou melhor, tantas senhas para se lembrar e qual delas usar em cada um desses sites, não é mesmo? Para sanar esse problema, alguns aplicativos já existem para que você não se esqueça de vários logins diferentes para acessar suas contas na web.

Mas fique atento a uma novidade jamais vista antes: cientistas da National Chung Hsing University (Taiwan) afirmam que, em breve, os batimentos do seu coração vão substituir todos esses recursos e serão sua senha de acesso para todos os seus cadastros. O objetivo é construir um sistema capaz de bloquear ou liberar o acesso a PCs e outros dispositivos apenas com a aproximação do usuário.

Segundo o NewScientist, cada um de nós tem um tipo único de batimento cardíaco, exclusivo, e que não se repete de pessoa para pessoa. Para que esses batimentos se tornem uma senha, é utilizado um sistema que criptografa o padrão das batidas do seu coração e o transforma em uma chave secreta, podendo ser usada para destravar um computador bloqueado ou liberá-lo com o toque das mãos, por exemplo.

O processo para criptografar esses dados é feito através de um eletrocardiógrafo – exame que registra a variação da eletricidade gerada pela atividade do coração – para extrair características únicas do órgão do indivíduo. A partir daí, os pesquisadores usaram as informações coletadas para gerar uma senha secreta de cada um dos corações e sistematizá-las em um esquema de criptografia baseado na teoria do caos, ou seja, em que pequenas alterações iniciais podem gerar resultados diferentes.

Isso significa que, pelo fato do coração ser um órgão tão instável, a única forma de liberar o acesso em um computador bloqueado vai depender do padrão único dos batimentos criptografados de cada pessoa.

Ainda não se sabe quando essa tecnologia estará disponível.