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Estados dos EUA têm “superpiolhos” resistentes a tratamentos

Piolho

Piolho: pesquisa conclui que o uso durante décadas de tratamentos fez com que os piolhos evoluíssem e adquirissem resistência aos mesmos

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Washington – Pelo menos 25 estados dos Estados Unidos, de 30 analisados, registraram a presença de “superpiolhos” resistentes a tratamentos comuns contra estes insetos e contra os quais apenas antibióticos são eficientes, de acordo com uma pesquisa da Universidade Southern Illinois.

Os resultados do estudo, que será apresentado na próxima semana na Conferência Nacional da Sociedade Química Americana, foram antecipados nesta sexta-feira pela imprensa local.

O pesquisador e professor de biologia Kyong Sup Yoon analisou pela primeira vez amostras de piolhos de 30 estados e só em 5 deles não achou rastro de piolhos com alta resistência a inseticidas piretroides.

Os piretroides são as substâncias químicas mais frequentes nos xampus e cremes que podem ser comprados em qualquer farmácia ou sem receita médica para acabar com os piolhos na cabeça, comuns entre crianças.

A pesquisa conclui que o uso durante décadas deste tipo de tratamentos fez com que os piolhos evoluíssem e adquirissem resistência aos mesmos.

Isto pode ser uma das causas que expliquem o aumento de casos de piolhos nos Estados Unidos desde a década de 90, apesar da maior disponibilidade de tratamentos de qualidade para eliminar estes insetos.

“O problema é que se for usado em excesso um só produto ao longo do tempo, se prepara terreno para que se desenvolva a resistência”, disse Yoon, que reconheceu que algumas partes de suas pesquisas de 15 anos sobre este tema foram financiadas por empresas que propõem alternativas aos tratamentos com piretroides.

Os “superpiolhos” se desenvolveram a partir de um trio de mutações que afeta o sistema nervoso do inseto e o torna menos sensível aos produtos químicos que os tratamentos contêm.

Segundo a pesquisa, resultados preliminares de estudos em curso mostram que em 48 estados (dos 50 totais, mais o Distrito de Columbia), só 5 estão livres dos chamados “superpiolhos”.

“Se você ou seu filho têm piolhos, há uma alta probabilidade de que esses piolhos sejam resistentes aos tratamentos comuns”, advertiu Yoon.

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Via Exame.com

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Startup transforma iPhone em equipamento para exames oftalmológicos

O equipamento de US$ 4 mil substitui uma máquina que custa mais de US$ 20 mil

Inovação da Smart Vision Labs  (Foto: Divulgação/Smart Vision Labs )

A startup Smart Vision Labs desenvolveu um equipamento de US$ 3.950 mil que substitui uma máquina de exames oftalmológicos de mais de US$ 20 mil. O aparelho é capaz de medir se a pessoa tem algum tipo de problema de visão, como miopia ou astigmatismo, apenas acoplado à câmera do iPhone do médico.

O profissional aproxima o celular, com o SVOne conectado, tira uma foto e aguarda alguns segundos pelo resultado. O exame é feito usando a câmera, o processador e a conexão Wi-Fi do smartphone. Todos os resultados já ficam armazenados online, para facilitar a vida do médico.

Segundo a empresa, a grande vantagem do aparelho é possibilitar a realização do exame para populações pobres sem acesso a laboratórios médicos.

O autorefrator funciona criando uma grade de pequenos pontos vermelhos na retina do paciente. O médico tira uma foto usando o aparelho e o reflexo de luz indica se a pessoa precisa de óculos.

Em 2013, a empresa recebeu US$ 1 milhão em uma competição de startups e levantou mais de US$ 6 milhões de vários investidores.

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Via revistapegn.globo.com

Tecnologia em 3D salva vida de criança com hidrocefalia na China

Três peças de titânio foram impressas e implantadas no crânio de chinesa.Cirurgia aconteceu nesta quarta-feira, na província de Hunan.

Mulher se emociona segurando a mão da menina Hanhah, de 3 anos, após ela se recuperar de uma cirurgia na qual 3 peças de titânio substituíram parte de seu crânio em Changsha, na China. A menina sofre de hidrocefalia e precisará passar por novas operações (Foto: Reuters/Stringer)
Mulher se emociona segurando a mão da menina HanHah, de 3 anos, após ela se recuperar de uma cirurgia na qual 3 peças de titânio substituíram parte de seu crânio em Changsha, na China. A menina sofre de hidrocefalia e precisará passar por novas operações..

Uma garotinha chinesa de apenas três anos entrou para a história da medicina depois de se tornar a primeira pessoa no mundo a ter seu crânio inteiro reconstruído com uma impressora 3D. Conhecida como “a bebê de cabeça grande”, Han Han sofre de um problema raro, que faz sua cabeça crescer até quatro vezes mais que o tamanho normal.
Isso a expõe a riscos como, por exemplo, ficar cega, ou até mesmo ter seu cérebro invadido por vermes. No entanto, nesta quarta-feira (15), ela passou por uma cirurgia de 17 horas, e agora aguarda sua recuperação no hospital. A menina nasceu com hidrocefalia. Sua condição era tão avançada, que 85% do seu cérebro foram invadidos por fluidos, de acordo com informações do jornal britânico Daily Mail. O perigo da doença é que, justamente, o excesso de líquido crie pressão excessiva no cérebro e o danifique. No caso de Han Han, antes de passar pela operação ela já vinha sofrendo com problemas circulatórios como consequência da doença porque sua cabeça pesa mais do que metade do peso de seu corpo, Han Han também lutava para levantar a cabeça do travesseiro. Com isso, há quase um ano não saía de uma cama, passando os dias inteiros deitada. Depois que sua família foi informada de que o crânio da menina poderia se romper a qualquer momento, foi decidido que ela passaria por uma cirurgia de emergência. A mãe de Han Han a abandonou quando ela tinha um ano de idade. Com isso, os cuidados da menina ficaram a cargo do pai, que precisou apelar para doações para conseguir pagar pelo tratamento da filha. A cirurgia que tem o poder de modificar por completo o destino de Han Han aconteceu nesta quarta (15), no Second People’s Hospital, na China. Os médicos usaram uma impressora 3D para criar um crânio de titânio, que foi colocado com sucesso na cabeça da menina

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Em uma das imagens divulgadas pela agência Reuters, uma tia de Hanhan se emociona ao ver a criança se recuperando após a cirurgia.

Hanhan, de três anos, passa bem depois da cirurgia de implante de peças de titânio em seu crânio (Foto: Stringer/Reuters)
HanHan, de três anos, passa bem depois da cirurgia de implante de peças de titânio em seu crânio.
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Via G1 Tecnologia e R7

Sangue artificial será testado em humanos a partir de 2017


Em pouco tempo, você poderá ter sangue artificial correndo em suas veias. O Serviço de Saúde Nacional do Reino Unido prevê que os primeiros testes clínicos com glóbulos vermelhos produzidos em laboratórios devem ser realizados em 2017. Ou seja: algumas pessoas começarão a receber o sangue sintético em breve, o que significa que ele já é considerado minimamente seguro.

O desenvolvimento do sangue artificial está sendo impulsionado pela organização porque haveria uma escassez de doadores e uma necessidade de manter os estoques em alta a um preço aceitável.

Os primeiros testes devem envolver a introdução de pequenas quantidades do sangue novo, menos de 10 ml, no sistema circulatório. Então serão monitoradas possíveis reações adversas e será feita uma comparação com o sangue comum.

O sangue artificial é feito com células tronco coletadas de doadores ou de cordões umbilicais. Espera-se que, se os testes forem um sucesso, uma quantidade ilimitada possa ser produzida, para ser usada em transfusões de emergência.

A princípio, a ideia não é trocar o sangue doado pelo artificial, mas ajudar quem tem necessidades específicas, como portadores de anemia falciforme e talassemia, que necessitam de transfusões constantes. Essa é a meta de curto prazo com os testes, mas a longo prazo o objetivo pode mudar para eliminar a necessidade de doadores.

Há outra potencial vantagem: o sangue criado no laboratório, fora do corpo humano, deve ser livre de doenças, o que elimina o risco de transmissão de vírus como o HIV durante uma transfusão.

O programa de testes da agência britânica começa em 2017, mas é apenas o início de uma fase longa de testes, programada para cinco anos, com investimento de 12 milhões de libras (R$ 59 milhões). Vários outros países do mundo também desenvolvem técnicas parecidas, mas o grande desafio no momento é produzir sangue em larga escala.
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Via Digital Trends / The Independent / Olhar Digital

Mulher com mão biônica “mais realista do mundo” anda de bicicleta pela primeira vez

Nicky Ashwell

Uma mulher do Reino Unido conseguiu andar de bicicleta pela primeira vez após ter implantado uma mão biônica, que tem sido chamada de “a mais realista do mundo” por sua desenvolvedora Steeper, empresa especialista em próteses.

Nicky Ashwell, de 29 anos, nasceu sem a mão direita e usava uma prótese estética que não conseguia mover. Agora, ela consegue realizar tarefas com as duas mãos, como andar de bicicleta. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, ela contou como foi a experiência de poder movimentar sua mão direita pela primeira vez.

“Quando eu experimentei a mão pela primeira vez, foi uma sensação emocionante e estranha – ela imediatamente abriu tantas possibilidades para mim. Eu percebi que a vida era um desafio para mim, sem necessidade”, disse Nicky. “Os movimentos agora vêm de forma fácil e parecem naturais – eu continuo sendo surpreendida por pequenas coisas, como ser capaz de levar minha bolsa enquanto segurava a mão do meu namorado”.

Foto por: Divulgação/Laura Lean/PA

A mão biônica pesa aproximadamente o mesmo que uma barra de chocolate e é descrita pela Steeper como um “avanço biônico que usa a tecnologia de Fórmula 1 para oferecer um nível inigualável de precisão e movimentos naturais”.

Ted Varley, diretor técnico da Steeper, disse que, para o futuro, há uma tendência de a tecnologia ficar mais complexa. “A Steeper tem abraçado esta causa e criou uma pequena mão com tecnologia avançada que é adequada para mulheres e adolescentes”.

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Via Karen Carneti, de INFO Online

É possível monitorar diabetes com um smartwatch

Conectando o gadget a um sensor de glicose, é possível que pais fiquem de olho na diabetes dos filhos

É possível monitorar diabetes com um smartwatch

Meu filho, Evan, foi diagnosticado com diabetes tipo 1 em agosto de 2012. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune que ataca o pâncreas e impede a produção de insulina. O corpo precisa desse hormônio para transportar a glicose do sangue para as células.
 
A insulina sintética é usada para regular o diabetes tipo 1, mas ela não age tão rapidamente quanto à insulina humana. Determinar a dose exata de insulina para uma certa quantidade de carboidratos em uma refeição se torna, portanto, um ato de equilíbrio por consumo. Pouca insulina e o nível de açúcar no sangue decola, causando complicações potencialmente fatais. Muita insulina, e o açúcar no sangue despenca a um nível perigoso. 
 
O choque após o diagnóstico permaneceu durante os meses seguintes, a medida em que minha esposa, Laura, e eu tentávamos encontrar uma maneira de manter um garoto de 4 anos de idade vivo e feliz. Nossos dias e noites se resumiam a de 8 a 12 espetadinhas no dedo para medir a glicemia, além de 4 a 8 doses de insulina por dia. 
 
Esse foi o período mais doloroso e obscuro da minha vida, e nós precisávamos encontrar uma solução melhor. Então, iniciou-se uma jornada tecnológica que nos permitiria melhorar a qualidade de vida de Evan  – e, por consequencia, a vida de muitos outros.
 
Logo eu fui atraído por sistemas de monitoramento continuo de glicemia(CGMs, na sigla em inglês). Eles relatavam o nível de glicose no sangue a cada 5 minutos, graças a um transmissor de rádio conectado a um fio fino do sensor que fica por baixo da pele (o cabo é trocado a cada semana e o transmissor a cada seis meses). 
 
A picadinha no dedo não consegue te das as informações que um CGM consegue, como por exemplo a taxa de variação dos níveis de glicose. Esses dados pode ser vitais, não apenas para o cuidado imediato do Evan, mas também para a sua saúde a longo prazo.
 
Nós adquirimos um CGM DexCom G4 em fevereiro de 2013 e imediatamente nos apaixonamos (o receptor custa 400 dólares e são outros 400 para o transmissor. Os fios dos sensores custam 99 dólares). Nós já não ficávamos mais às cegas entre uma picada no dedo e outra. Nós poderíamos fundir os dados do G4 com o montante de dados sobre nutrição que tínhamos coletado e, assim, ajustar a dose de insulina de Evan.
 
Mas ter que deixar o Evan todos os dias na creche desencadeou uma onda de pânico: estávamos novamente no escuro. Eu queria que nós – Laura, a enfermeira da escola e eu – fossemos capaz de verificar o nível de glicose dele a qualquer momento e receber alertas quando fora do alcance.
 
Na época, o Dexcom não oferecia acesso remoto, mais eu sabia que o receptor podia fornecer dados por meio da sua porta USB. O Dexcom tinha um software Windows próprio que puxada os dados e, felizmente, ele era equipado com uma biblioteca API como parte da instalação. Demorei cerca de três horas para escrever um programa em C# que pesquisasse no receptor e fizesse o upload dos dados para uma planilha do Google.
 
Enviamos Evan para a creche com um pequeno laptop equipado com o receptor. Enquanto ele estava na sala de aula, poderíamos ver o nível de glicose no sangue tanto por um site simples quanto por meio de um aplicativo iOS que eu juntei. Foi uma mudança de vida, porque deu a Evan alguma liberdade do seu tradicional regime de diabetes tipo 1 na creche.
 
Ainda assim, quando Evan saia para o recreio ou para longas caminhadas, o que o colocava longe do receptor do notebook, estávamos às cegas de novo. Foi assim que comecei meu trabalho em uma solução verdadeiramente ambulatorial com base em um smartphone – em vez de um notebook.
 
Minha família majoritariamente utiliza dispositivos iOS, mas as limitações de energia e frameworks fechados fez com que a conexão do receptor via iPhone fosse mais difícil que Android.
 
Eu peguei um Droid Razr M, da Motorola, e, uma vez que eu consegui esconder a numeração básica do USB – muitos celulares podiam “ver” o receptor quando estava plugado – eu comecei a decodificar o protocolo de comunicação do G4. Utilizando o mesmo programa C# de antes, eu rodei comandos e capturei o tráfego do USB enquanto ele se transferia do meu PC para o receptor.
 
Com esses dados, eu escrevi um aplicativo Android que extraia os dados de glicose e os enviava para a nossa planilha no Google via rede do celular. Na minha empolgação, eu tuitei a minha descoberta e o que aconteceu em seguida foi inacreditável.
 
Outro “pai diabético”, Lane Desborough, entrou em contato comigo. Ele queria construir um sistema similar para o seu filho. Eu compartilhei o meu programa C# com ele e continuei a reginar o meu app Android durante as férias de verão, para preparar para quando Evan voltasse às aula.
 
Lane criou o Nightscout, um aplicativo com alertas preditivos, os quais são baseados nos níveis de glicose enviados para a base de dados construída com uma plataforma MongoDB open-source. Lane transformou o meu sistema em uma ferramenta que qualquer um podería usar.
 
A DexCom posteriormente liberou o Share, um sistema de monitoramento remoto proprietário que funcionava apenas com dispositivos iOS. Ao realizar uma engenharia reversa no protocolo de comunicação do G4 e criar um sistema de base de dados online e aberto, nós podemos acessar os dados em uma ampla gama de equipamentos. Por exemplo, eu comprei um smartwatch Pebble no primeiro dia em que foi disponibilizado e, dentro de algumas horas, eu tinha escrito um software que me permitia ver o nível de glicose de Evan em um piscar de olhos.
 
Lane e eu (juntamente com Ross Naylor) continuamos a colaborar, e em 2014, construimos um uploader C#, um aplicativo Android, um Pebble watch e um código Nightscout open source.
 
Posteriormente, engenheiros de software muito melhores do que eu, implementaram o código e o tornou ainda mais práticode usar. um grupo no Facebook do Nightscout, aberto por Jason Adams, e agora com quase 12 mil membros, e nosso código chegaram a semifinal do Hackaday Prize de 2014.
Enquanto o monitoramento remoto pode parecer algo invasivo, ele na verdade é libertador. Evan agora pode brincar mais, aprender mais, e simplesmente fazer mais, porque a vida dele está bem menos interrompida pelas exigências do diabetes.
Nós podemos atenuar a maioria dos eventos hiper e hipoglicêmicos que acontecem sem que o seu dia seja interrompido. Estou orgulhoso de conseguir recuperar algo que perdemos naquele dia de agosto de 2012 e me sinto abençoado por saber que a doença do meu pequeno tem ajudado tantos outros.

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Fonte: IT Forum 365

Biohackers conseguem “injetar” visão noturna em humanos

Biohackers conseguem "injetar" visão noturna em humanos

Gabriel Licina recebeu 50 ml da substância em seus olhos; após uma hora, os efeitos começaram a aparecer e ele reconheceu formas e símbolos que estavam a 10 metros de distância no escuro

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Um grupo de biohackers americanos afirma ter descoberto uma forma de fazer o olho humano ser capaz de enxergar no escuro, gerando uma espécie de visão noturna natural.

Para fazer isso, o grupo Science for the Masses usou uma espécie de substância análoga à clorofila chamada Chlorin e6 (ou Ce6), encontrada em peixes que vivem em profundidades abissais e que é usada para tratar de cegueira noturna, a dificuldade que algumas pessoas têm de enxergar em locais com luminosidade reduzida.

A substância é usada de forma intravenosa desde os anos 1960 para tratar diferentes tipos de câncer e alguns estudos já injetaram o Ce6 em ratos para entender quais os efeitos na visão desses animais.

Um dos pesquisadores do grupo serviu de cobaia para o experimento. Gabriel Lucina recebeu 50 ml de Ce6 no seu saco conjuntival, uma bolsa que fica na parte inferior dos olhos. Essa estrutura carrega a substância química até a retina.

Após uma hora, o efeito começou a aparecer. Colocado em um campo escuro, Lucina inicialmente começou a reconhecer formas e símbolos que estavam a 10 metros de distância. Com o tempo, ele enxergou pessoas que estavam a 50 metros distância, entre algumas árvores.

Nos testes, Licina acertou o que era o objeto enxergado em 100% das vezes. O grupo de controle, que não recebeu o Ce6, acertou apenas um terço das vezes. A visão do cobaia voltou ao normal após 20 dias, sem efeitos colaterais mais graves.

O experimento precisa ser feito mais vezes e em testes científicos mais rigorosos, para ser considerado um sucesso. Para os cientistas que o realizaram, porém, já é possível dizer que ele funcionou.

“Mostramos que isso pode ser feito. Se conseguimos fazer isso em nossa garagem, outras pessoas podem fazer também”, afirma Jeffrey Tibbets, diretor médico do grupo.