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Conheça a agência que pretende regulamentar a internet brasileira

Ideia da Anarnet é dar poder a toda a sociedade para que ela opine junto ao Estado sobre o uso da rede

Imagine se nós, usuários de internet de todo o Brasil, fôssemos responsáveis e tivéssemos o poder de regulamentar a internet no país? Hoje isso pode parecer utopia, mas é o que promete uma iniciativa pioneira e 100% nacional: a primeira agência de autorregulação da internet no mundo, a chamada Anarnet.

Fonte: Olhar Digital

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Regulamentação do profissional de TI / Informática

Lei que regulamenta a profissão de Analista de Sistemas e correlatas: está próxima?

profissionais de TI

 

Há varias décadas, diversas propostas de lei são encaminhadas ao Senado e à Câmara dos Deputados com o propósito de regulamentar a profissão de analistas e técnicos na área de Tecnologia da Informação. Quando se toca neste assunto, muitas são as dúvidas e, embora, alguns de nós não saibamos, existem profissionais e grupos de TI que são contra.

Quem é a favor da iniciativa, provavelmente baseia-se em no fato dos profissionaisformados estarem vulneráveis a pressões de mercado que os façam aceitar propostas de salários inferiores, muitas vezes compatíveis com profissionais de nível médio.

Por outro lado, A SBC (Sociedade Brasileira de Computação) posiciona-se CONTRA o estabelecimento de uma reserva de mercado de trabalho, geralmente instituída pela criação de um conselho de profissão em moldes tradicionais (como CRM, CRC, CREA), pois pode levar a uma indevida valorização da posse de um diploma em detrimento da posse do conhecimento, pois muitos dos profissionais de TI não têm curso superior na área (análise de sistemas, ciência da computação, processamento de dados ou engenharia de software) e com isso não teriam méritos para estar na função (fonte: profissionais de TI).

A própria SBC, entretanto, é a favor da regulamentação desde que se observem os seguintes pontos:

  • O exercício da profissão de Informática deve ser livre e independente de diploma ou comprovação de educação formal;
  • Nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima.

A pergunta que se faz é a seguinte: caso a Lei existisse sob estas restrições propostas pela SBC, funcionaria para os profissionais de TI ? Muitos acreditam que não, pois o mercado buscaria profissionais não graduados que continuariam aceitando salários mais baixos. Será?

Enquanto aguardamos estas respostas,  nós administradores e colunistas do Portal GSTIgostaríamos de divulgar informações sobre a iniciativa para quem desejar acompanhare até participar. Assim, podemos acompanhar o quanto está próxima ou não a regulamentação, independente de quem é a favor ou contra.

Seguem abaixo algumas informações e links úteis sobre o tema:

O Projeto de Lei atual de Regulamentação da Profissão de TI 
O projeto de Lei (PLS) 607/07, proposto pelo então senador Expedito Júnior (PR-RO) em23/10/2007 encontra-se com a Comissão de Assuntos Sociais, para qual foi encaminhada em Junho deste ano. O projeto de iniciativa do Senado pode ser acompanhado no site do senado: segue o link direto para o PLS 606/07.

Petição Pública para a regulamentação  
Existe um abaixo-assinado Pela Regulamentação da Profissão de Analista de Sistemas e Correlatas. Segundo a descrição da própria petição, a participação dos profissionais neste abaixo-assinado é essencial para dar força ao projeto dentro do Senado. Segue o link para o abaixo-assinado.

Discussão sobre o tema
No grupo de discussão do portal no LinkedIn, os profissionais podem participar e obter mais informações do andamento desta lei.

Grupo do conselho federal de informática no LinkedIn
Este grupo busca reunir e fortalecer a iniciativa. 

Cisco Cius: primeiras impressões

Cisco anunciou o Cius, seu tablet voltado para o mercado corporativo, no dia 29 de junho de 2010. Apenas um ano depois (o lançamento foi em 31 de julho de 2011) a companhia traz o dispositivo Android ao mercado. No Brasil, ele será comercializado apenas pelos canais de venda da fabricante.

O dispositivo suporta integração com desktop virtual e as tecnologias de colaboração e comunicação móvel, além de trazer telepresença, streaming de vídeo HD e em tempo real, conferências com vários membros, e-mail, mensagens, navegação na internet e capacidade de criação e edição de documentos na nuvem.

Ele pesa 520 gramas, têm câmera frontal de 5 megapixels que grava em 720 pixels(HD)e que consegue transmitir mais de 30 frames por segundo; a tela sensível ao toque tem tecnologia super VGA desenvolvida para streaming de vídeo em tempo real. O aparelho também tem um botão único para suporte ao Cisco Telepresence que funciona quando o tablet está na dockstation ou quando opera em rede Wi-Fi.

Nos Estados Unidos, ele virá com suporte 3G e possibilidade de atualização para 4G. No Brasil, esta versão estará disponível apenas no final do ano, isso porque a Cisco ainda está em período de negociações com as operadoras de telefonia móvel do País.

A duração da bateria do aparelho é de oito horas e ele ainda vem com dois microfones que anulam barulhos externos.

Durante a entrevista e demonstração, nota-se que a qualidade da imagem é realmente boa e que, mesmo com os problemas relativos à rede de telecomunicações do Brasil, ela não ficava travando – é lógico que a Cisco tem uma infraestrutura adaptada para este tipo de tecnologia, mas vale o relato. O gerente de negócios da companhia para o País, Ricardo Ogata, afirmou que mesmo em redes menos adaptadas o Cius funciona bem para videochamadas.

No site da companhia, a informação é que o tablet virá com Android 2.2 Froyo, porém com capacidade de atualização para o 2.3. Ainda com a possibilidade de download de uma versão mais nova, o aparelho terá um sistema operacional desatualizado. Outro ponto negativo é a qualidade da câmera, que não grava em Full HD – apesar de não ter feito muita diferença para mim na hora da exibição, algumas pessoas podem sentir falta de uma gravação com qualidade de imagem de 1.080 megapixels.

Gostei bastante da possibilidade de poder acessar o desktop pelo tablet, isso possibilita que o usuário deixe o PC ou notebook no escritório e utilize somente o Cius.

A Cisco fez questão de frisar que o aparelho será vendido apenas para o  mercado corporativo, mas ainda fica a dúvida sobre como a empresa vai competir em um mercado dominado pelo iPad e por outros produtos que foram lançados mais cedo e com mais atrativos. Segundo Ogata, o mercado é grande e há espaço para todos.