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Anatel lança aplicativo que permite consultar qualidade das operadoras

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) disponibilizou um aplicativo que permite consultar a qualidade dos serviços oferecidos pelas operadoras de telefonia celular.

Chamado Serviço Móvel, o app exibe um mapa com as antenas licenciadas que estejam ativas em cada município do país. Também mostra as tecnologias disponíveis e como está a qualidade dos serviços de voz e dados referentes a cada operadora.

“Para avaliação da qualidade na prestação do serviço móvel em cada município do país, a Anatel trata indicadores de qualidade das estações (antenas) e os consolida, comparando-os a patamares de referência a serem cumpridos pelas prestadoras”, explica a agência.

O app detalha também os indicadores de acessibilidade e conexão à rede de voz, quedas e desconexão da rede de dados.

Por enquanto o app está disponível apenas para Android (aqui), mas também haverá versão para iOS – que possivelmente estará pronta para download até as 17h desta terça-feira, 14, quando a Anatel fará o lançamento oficial.

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Oi, Vivo e Tim ficam abaixo das metas da Anatel


A Oi foi a única operadora de banda larga fixa que não atingiu as metas de velocidade e qualidade da Anatel em julho. A Tim e Vivo, por sua vez, ficaram abaixo do padrão mínimo cobrado pela agência, segundo a Reuters.

Foram avaliadas as prestadoras de serviços de banda larga fixa Oi, Net, GVT, Vivo, CTBC/Algar, Ajato, Sercomtel e Cabo Telecom no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Norte.

Já na banda larga móvel a Anatel avaliou a Claro, Oi, Vivo e Tim no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Paraná. A Vivo e a Tim ficaram abaixo das metas em dois quesitos, mas todas as companhias superaram a meta de taxa de transmissão.

De acordo com a agência, as operadoras que não atingiram as metas serão alvo de procedimentos administrativos, que podem ser advertências ou multas.

Vivo oferece pior serviço de dados de São Paulo, revela Anatel


A Anatel revelou seu levantamento que aponta que a operadora Vivo oferece aos clientes o pior serviço de dados no estado de São Paulo e na capital. Além disso, nenhuma das concorrentes atingiu a meta mínima de qualidade exigida no estado entre janeiro e abril deste ano.

Na cidade de São Paulo a situação é semelhante. Nenhuma das grandes operadoras alcançou os índices mínimos da Anatel.

O órgão regulador estabelece que o número de conexões realizadas represente 98% ou mais das tentativas de acesso à rede, como aponta a Folha de S. Paulo. Um resultado perfeito seria de 100%.

No estado de SP, a Vivo ficou com o pior resultado de apenas 91,91%. Com o segundo pior resultado aparece a Claro, com 93,57%. Completa o pódio a TIM, com 95,78%. A Oi foi a que mais se aproxima da meta, com 97,64%.

Já considerando a cidade, o resultado da Vivo é de 91,69%. A TIM fica com o segundo lugar, com 93,27%, com a Oi preenchendo a terceira colocação com 97,17%. Quem mais se aproxima do mínimo é a Claro com 97,7%.

À Folha, a Vivo afirma que cumpre as metas, já que considera uma margem de tolerância 5%. A Oi afirma que está investindo para melhorar seus serviços e a TIM afirma estar analisando os resultados. A Claro se recusou a comentar resultados específicos e diz cumprir metas nacionais.

Conheça 5 tablets alternativos de qualidade duvidosa

Nem sempre vale a pena economizar demais na hora de comprar um eletrônico

tablet tekpix

Um tablet barato é atrativo, certamente. Traz todas as possibilidades de consumo de conteúdo que o dispositivo proporciona, sem a necessidade de desembolsar um alto valor. Mas às vezes vale mais a pena guardar um pouco mais de dinheiro para adquirir um dispositivo com um pouco mais de qualidade, e que não será uma dor de cabeça posteriormente.

Costumamos dar dicas de dispositivos bons e baratos para quem procura eletrônicos que caibam no orçamento. Desta vez faremos o caminho inverso, dando as dicas para que o usuário não caia em algumas furadas.

Conheça alguns dos dispositivos que não valem a pena:

Tablet Tekpix
Reprodução
Abrimos uma exceção logo de cara para falar de algo excessivamente caro. Quem nunca ligou a TV para acompanhar algum programa e se deparou com um anunciante empolgado anunciando um produto da linha Tekpix? Não deixe o parcelamento a perder de vista e a pressa do apresentador te enganarem sobre o produto.

Entretanto, seu preço não faz exatamente jus às suas especificações modestas. Por R$ 3.500 à vista, o aparelho é o mais caro do Brasil. Isso por um tablet de 7 polegadas com resolução de 800×480, com câmera traseira de 2 megapixels e frontal de 0,3 MP, processador Telechips 8923 com o clock de 1,2 GHz, 512 MB de RAM rodando a versão 4.0 (Ice Cream Sandwich) do Android.

O iPad de 4ª geração mais caro, com 64 GB e conexão 3G custa R$ 2.500, por exemplo, R$ 1 mil a menos do que o tablet da Tekpix.

No entanto, ele até tem alguns recursos bacanas. O modelo i-TVWF7X, “topo de linha” da empresa, tem como atrativo a possibilidade de se utilizar GPS sem necessidade de internet, o que pode ser um salvador de vidas em determinados momentos, e possui suporte a TV digital, excelente para quem quer acompanhar a novela ou algum jogo de futebol longe de casa.

Foston Pad 7
Reprodução
Indo para os tablets mais baratos, o Foston Pad (FS-M786) é um exemplo de que nem sempre vale a pena economizar na hora de comprar seus eletrônicos. Por valores entre R$ 200 e R$ 300, você pode adquirir o dispositivo de 7 polegadas.

Entretanto, a partir deste momento, são apenas dores de cabeça. Sua tela resistiva não é ideal para uso em tablets, de modo a atrapalhar o seu uso. Seu design grosso e constituição pesada também não irá agradar aos usuários mais atentos a este tipo de características.

Em questão de processamento, o tablet oferece apenas o bastante para navegar na internet. Não espere rodar jogos mais pesados ou aplicativos que requeiram poder de processamento, pois o processador single-core de 1 GHz, com memória de 256 MB. Pelo menos ele roda a versão 2.3 do Android (Gingerbread), que, apesar de ultrapassada, é um pouco mais leve do que suas sucessoras.

Positivo YPY 10FTB
Reprodução
Quem prefere um tablet maior, pode considerar a aquisição de um Positivo, com uma tela de 9,7 polegadas, mas pode estar cometendo um engano. A começar pelo fato de que o dispositivo, encontrado em revendas oficiais por R$ 1,3 mil, fica na faixa de preço de outros dispositivos mais potentes como o Galaxy Tab 2 10.1, da Samsung, ou do iPad 2, se você abrir mão do 3G. Em outras, porém é possível achá-lo por R$ 1 mil, o que já é mais justo.

Além disso, o aparelho vêm com a esquisita proporção de tela 4:3, que nem de longe é ideal para utilização em tablets e tem sido abandonada progressivamente até mesmo nos televisores. A reprodução de vídeos e filmes na proporção 16:9, a mais popular atualmente, deverá ter barras pretas em cima e em baixo das imagens.

Em relação às especificações, ele possui um processador Cortex A-9 de 1 GHz, com 16 GB de armazenamento, e roda a versão 4.0 (Ice Cream Sandwich) do Android. Sua câmera traseira faz imagens de 2 megapixels, enquanto a frontal tira fotos em qualidade VGA. Ele ainda vem com uma tonelada de aplicativos da Positivo, para deleite dos usuários.

iBAK-784
Reprodução
Reprodução
Outra opção econômica para quem quer ter dor de cabeça é investir em um iBAK. O modelo 784, por exemplo é um exemplo de lentidão e do que às vezes o barato sai caro.

Sua câmera de 12,1 megapixels, por exemplo, mal é capaz de fazer fotos melhores do que câmeras de qualidade VGA, como uma webcam antiga, por exemplo.

Ao menos ele tem opções de personalização, já que o usuário poderá comprá-lo em diversas cores diferentes, mas fica difícil aproveitar o visual em um dispositivo assim.

Coby Kyros MID8024
Reprodução
É uma alternativa ao iPad Mini para quem quer sofrer com uma tela resistiva de 8 polegadas, com sensibilidade muito inferior ao que é apresentado normalmente no mercado.

O aparelho usa um processador Cortex A8 com o clock de 1 GHz, com 512 MB de RAM para rodar a potente versão 2.2 (Froyo!) do Android, que praticamente não é mais utilizada por aparelhos. A falta de câmera traseira e apenas 4 GB de armazenamento também não contam a favor do dispositivo.

Com peso de quase 1 kg e 1,4 cm de espessura, seu manuseio não chega a ser confortável, e seu preço varia entre R$ 400 e R$ 500.

Fonte: Olhar Digital

Programa Cidades Digitais reabre inscrição nesta segunda-feira

O reforço de R$ 100 milhões no Programa Cidades Digitais abriu espaço para que seja aberta uma nova chamada de municípios interessados em participar do projeto. A partir de amanhã (4), as inscrições vão estar disponíveis no site dos Ministério das Comunicações.

O aporte extra ocorre em função da inclusão do Cidades Digitais no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Na última terça-feira (29), foram assinados os contratos com os primeiros 80 municípios selecionados.
O objetivo do projeto é modernizar a gestão municipal, oferecer acesso da população a serviços de governo eletrônico e incentivar o desenvolvimento local. O programa prevê infraestrutura de conexão de rede entre os órgãos públicos municipais e a instalação de aplicativos de governo eletrônico para gerir os setores financeiro, tributário, da saúde e educação.
O professor de engenharia de redes de comunicação da Universidade de Brasília (UnB) Rafael Sousa destacou que a iniciativa do governo está de acordo com a economia moderna e contemporânea, que precisa de forte suporte nos meios de tecnologia da informação. “Toda economia desenvolvida precisa de meios de informação tecnológica para avançar. Quanto mais perto da população, melhor. Esse é um projeto de desenvolvimento do país.”
No entanto, Sousa ressaltou que é preciso o estabelecimento de um plano de metas “rigoroso” para que o programa não fique apenas no papel. “Em geral, todo o desenvolvimento de tecnologia da informação social tem demorado muito. Não temos conseguido alcançar a qualidade necessária e nem a velocidade ideal.
Claro que sabemos que isso não ocorre de um dia para o outro, mas para ter resultados a longo prazo é necessário projetos de curto prazo bem definidos e gestão de um projeto de forma bem rigorosa.”
O cronograma do governo prevê que, até o fim do mês, as empresas de tecnologia contratadas pelo governo federal terminem de avaliar a atual infraestrutura disponível nas cidades selecionadas para a montagem do projeto.

Carreira de gerente de projetos está em alta

São Paulo – A carreira de gerente de projetos está em alta, segundo um estudo da empresa de recrutamento Michael Page. Especialistas afirmam que sobram vagas nesta área e o salário de pode chegar a 20 mil reais.

“Todo novo trabalho requer um gerente de projetos, especialmente em consultorias de TI e empresas de telecomunicações”, diz Lucas Toledo, gerente de TI da empresa de recrutamento Michael Page. De acordo com Toledo, as corporações que mais buscam gerentes de projetos são as instituições financeiras, empresas de varejo, telecomunicações e consultorias de TI.

O diretor diz que estes profissionais contam com remuneração entre 12 mil reais e 20 mil reais. O salário pode variar de acordo com a região e os benefícios oferecidos pelas corporações. Além disso, há vagas em praticamente todas as empresas com mais de 10 funcionários.

“A contratação de um gerente de projetos é frequente em corporações de médio e grande porte. Pequenas empresas também precisam deste profissional, mas neste caso a pessoa recebe o cargo de gerente geral de tecnologia e as responsabilidades permanecem as mesmas”, comenta.

Requisitos – O colaborador deve atuar entre o departamento de TI e as demais áreas da empresa que demandam uma solução ou serviço, além de controlar os custos, contratar fornecedores e garantir a qualidade do trabalho.

O gerente de projetos em TI é o principal responsável por levar as necessidades dos diferentes departamentos de uma empresa até os colaboradores de TI e, ao mesmo tempo, explicar a todos os funcionários as limitações que a equipe de tecnologia possui.

Toledo afirma que uma das formas do profissional de TI ascender na profissão e conquistar uma posição de gerente de projetos é estudar e obter uma certificação desse tipo. “A certificação é uma credencial que o recrutador levará em conta”, afirma Toledo.

Estudos – Para atuar na área de projetos, o recrutador recomenda iniciar a carreira pelo curso de ensino superior em TI e obter a certificação PMP (Profissional de Gerência de Projetos), da associação Project Management Institute (PMI).

O método usado pela PMI é reconhecido pela Organização Internacional para Padronização (ISO) 9001 e exige a comprovação de 4.500 a 7.500 horas de experiência em projetos.

Já o teste que concede a certificação é virtual, conta com cerca de 200 perguntas, custa entre 405 e 555 dólares e ocorre em instituições credenciadas. Toledo comenta que esta é uma das certificações mais reconhecidas para esta área. “Há também cursos de pós-graduação, MBA e treinamentos de capacitação técnica em outras instituições de diferentes países”, diz.

A agenda dos cursos preparatórios, os requisitos e os detalhes sobre o exame de certificação estão no site da PMI.