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Tim amplia para 300 cidades oferta do PNBL

A Tim aumentou para 300 cidades brasileiras a abrangência da oferta criada para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que inicialmente iria contemplar quatro municípios até o fim deste ano (dois em Goiás e dois no Distrito Federal). De acordo com a empresa, a intenção é acelerar a inclusão digital pela rede móvel no Brasil por meio do lançamento, na quinta-feira (06/10), sua oferta popular de conexão ilimitada à web, o Liberty Web Light.

Com o plano pós-pago, os usuários terão conexão ilimitada à internet em desktops e notebooks, via minimodem, a uma velocidade de até 1 Mbps por R$ 35 mensais e sem fidelização. A oferta segue as diretrizes estabelecidas pelo PNBL, sem cobrança de excedentes, além de disponibilizar consumo de 500 MB, sem qualquer bloqueio após a utilização total do plano.

O plano pode ser adquirido em qualquer loja Tim ou nas redes de parceiros comerciais em todo Brasil. O minimodem é vendido a R$ 108 e pode ser parcelado em 12 vezes sem juros nos cartões de crédito. Além de Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto, em Goiás; e Samambaia e Recanto das Emas, no Distrito Federal, previstas inicialmente para lançamento da oferta no acordo com a Telebrás, o Liberty Web Light estará disponível em todas as cidades com cobertura 3G da operadora.

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Municípios de Goiás e DF terão PNBL primeiro

Conexão entre rede principal e sede dos municípios deve estar implantada até início de julho

Samambaia e Recanto das Emas, no Distrito Federal, e Santo Antônio do Descoberto, Anápolis, Senador Canedo e Aparecida de Goiânia, no estado de Goiás, serão as primeiras regiões conectadas por meio do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). O anúncio foi feito na terça-feira (31/05) pela Telebrás. Segundo a empresa, a conexão entre a rede principal e a sede dos municípios deve estar implantada até o início de julho.

A empresa deverá concluir, até a metade de junho, a construção do primeiro trecho da rede nacional de telecomunicações (backbone), no anel Sudeste, que vai ligar Brasília a Itumbiara (GO). Os 377 quilômetros de rede de fibras ópticas também passarão por Samambaia (DF) e os municípios goianos de Pirineus, Bandeirantes e Morrinhos.

Nestes locais estão sendo implantados os primeiros Pontos de Presença (POPs) da Telebras que vão abrigar os equipamentos ópticos, de infraestrutura, de rede e rádio para transmissão do sinal digital por meio de fibras ópticas. As fibras usadas neste trecho são de propriedade de Furnas, empresa do setor elétrico brasileiro, e que firmou contrato cedendo sua utilização para a empresa.

Telebrás compartilhará fibra ótica de estatais do setor elétrico

Acordos entre as companhias foram fechados em fevereiro, mas ainda aguardavam a anuência da Aneel

A Telebras está autorizada a usar as redes de fibras óticas das empresas estatais do setor elétrico para a transmissão de dados no âmbito do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou na quarta-feira (25/05) os contratos de cessão firmados entre a Telebras e as estatais Furnas, Chesf, Eletrosul e Eletronorte. Os acordos entre as companhias foram fechados em fevereiro, mas ainda aguardavam a anuência da agência reguladora.

De acordo com a Telebras, o valor dos contratos para este ano chega a R$ 3 milhões, com carência de seis meses, e prevê o aluguel das redes de fibra ótica instaladas nas linhas de transmissão de energia. A Telebras vai pagar R$ 931,4 mil para a Eletronorte, R$ 1,3 milhão para a Chesf e R$ 873,9 mil para Furnas. O contrato com a Eletrosul não prevê pagamento de aluguel este ano porque a rede da empresa só deverá ser usada no fim de 2011. Todos os contratos têm validade de dez anos.

A Telebras também assinou contrato para uso das fibras óticas da Petrobras. A previsão é concluir em junho o primeiro trecho da rede nacional de telecomunicações (backbone) que atenderá o PNBL. São 377 quilômetros de fibras óticas instaladas nas redes de transmissão de Furnas, entre Brasília a Itumbiara, em Goiás.

Empresa coreana quer 4G no Brasil

SK Telecom tem interesse em disputar um possível leilão da faixa de 2,1 gigahertz

A maior empresa de telecomunicações da Coreia do Sul quer participar do mercado brasileiro e trazer redes 4G, por meio de rádio e satélite.

Segundo a Agência Brasil, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse na terça-feira (16/05) que a SK Telecom tem interesse em disputar um possível leilão da faixa de 2,1 gigahertz.

O ministro afirmou que a SK tem em torno de 30 milhões de assinantes na Coreia, o que representa pouco mais de 50% do mercado coreano.

Ainda segundo a publicação, o ministro voltou da viagem convencido de que o governo brasileiro deve começar a pensar em uma forma de universalizar o acesso ao serviço de internet no país. “Quando fizemos o Programa Nacional de Banda Larga, não foi colocada como objetivo a universalização do serviço. Hoje, nós estamos vendo que podemos acelerar e até superar as metas, mas vai ficar um problema a ser resolvido que é buscar a universalização.”.

Oi critica proposta de telefone fixo mais barato

Anatel propôs reduzir tarifa mensal para famílias de baixa renda

 

A proposta da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de reduzir da tarifa mensal da telefonia fixa para as pessoas de mais baixa renda foi criticada pela operadora de telefonia Oi, durante audiência pública na sexta-feira (25/03), na sede da agência em Brasília. O representante da Oi, Jorge Correa, pediu que o órgão prorrogasse o prazo da consulta pública sobre o assunto, marcada para terminar no dia primeiro de abril.

Correa defendeu o uso de recursos do Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) para garantir a sustentabilidade econômica das operadoras que forem obrigadas a ofertar com serviço fixo mais barato nas comunidades mais pobres, na proposta de regulamento do Acesso Individual Classe Especial (Aice), que é objeto da consulta pública.

O objetivo da Anatel é que o Aice beneficie famílias com renda per capita de, no máximo, R$ 120 e que tenham pelo menos um de seus membros inscrito no Programa Bolsa Família. A Oi quer mais tempo para avaliar “os impactos técnicos, operacionais e financeiros que deverá ter a oferta de telefones para a baixa renda com preço menor do que o praticado atualmente”.

O plano básico residencial do telefone fixo custa R$ 40,24 por mês com tributos (sem taxas e impostos cai para R$ 28,72). Pelo Aice atual, que conta com 139 mil assinantes de baixa renda, o custo total é de R$ 24,14 (sem tributos é de R$ 17,23).

Pela proposta da Anatel, as concessionárias deverão criar um plano alternativo de serviços com características iguais ou mais vantajosas em relação ao Aice atualmente em vigor, como opção para migração dos atuais assinantes que estejam fora do Programa Bolsa Família.

O representante da Oi argumentou que a agência reguladora “não pode transferir para as telefônicas o risco de prestarem um atendimento deficiente e, além de tudo, com impacto sobre a sua própria sustentabilidade”. Por isso, defendeu que o Fust seja usado para subsidiar o serviço. A utilização de recursos do fundo está bloqueada pela Justiça. Tramita na Câmara dos Deputados uma proposta que autoriza o uso de parte dos recursos do Fust para a implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).