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iZettle chega ao Brasil com sistema de pagamento móvel para pequenos vendedores

Mais um serviço de pagamento móvel chega ao Brasil: o iZettle, criado pela empresa sueca de mesmo nome. Ele não é muito diferente de um lançado recentemente pelo PagSeguro por aqui: você usa um app e um leitor de cartão de crédito para receber o pagamento do cliente (ou fazer o pagamento a um vendedor). Mas o que ele tem de diferente?

O iZettle funciona com um pequeno leitor de cartões encaixado na entrada de fone de ouvido do seu smartphone ou tablet. A cobrança é feita a partir de um app (disponível apenas para iOS e Android), onde o lojista digita o preço a ser cobrado, confirma a transação, passa o cartão do cliente e pede para ele assinar digitalmente para finalizar a compra.

O leitor de cartões do iZettle é um pequeno quadrado preto não muito pesado (ele não adiciona muito peso ao seu smartphone nem ao tablet). Seu corpo é todo feito de plástico, com a parte de cima levemente inclinada. Na parte inferior você encontra o conector para encaixar na entrada de fone de ouvido, enquanto em cima está o leitor de cartão. Ele funciona com uma pilha AAA, escondida em um compartimento na traseira do dispositivo.

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O aparelho custa R$ 99, mas foi lançado em promoção: quem se cadastrar para adquirir um até o dia 30 de setembro não paga nada pelo dispositivo. Ele aceita cartões de crédito Visa e MasterCard e é voltado para negócios pequenos: com ele, há um limite diário de R$ 3.000 em pagamentos. Ou seja, é voltado mesmo para quem faz uma ou outra venda diária por cartão de crédito, sem movimentar muito dinheiro, talvez aquela pessoa que queira aceitar cartão para vender produtos em uma feira de arte, por exemplo. Clientes que vincularem uma conta do Banco Santander à conta do iZettle recebem metade do valor do aparelho de volta após a primeira transação – os clientes de outros bancos podem usar normalmente, mas não ganham esse reembolso.

Até o final do ano outro leitor deve chegar por aqui – chamado Chip&Senha. Com ele, além das vendas a crédito, também é possível aceitar cartão de débito, e aumenta o limite diário de vendas para R$ 15.000. Em vez de se encaixar na entrada de fone de ouvido, ele se conecta ao smartphone via Bluetooth. Ainda não sabemos quanto ele vai custar quando for lançado.

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O iZettle oferece vantagens nas taxas em relação às máquinas tradicionais de cartão de crédito. Como o dispositivo é seu, você não precisa pagar aluguel. A única taxa cobrada é de 5,75% por venda. Ainda há a vantagem de receber o valor integral da venda a crédito 5 dias após a transação, sendo que em outros serviços o tempo é de 30 dias.

Usando

O app do iZettle é bem simples, e, como me explicou Magnus Nilsson, um dos fundadores da empresa, o objetivo era criar algo fácil de se entender. “Demos bastante atenção à interface de usuário. Queremos democratizar o pagamento com cartão de crédito”. E o app é bem robusto: não é apenas um programa para você digitar o valor da venda, validar o cartão do cliente e fim.

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Para o lojista, ele oferece a opção de cadastrar os produtos à venda e o preço deles. Isso ajuda a controlar quais são os produtos mais vendidos, quais foram vendidos em determinados dias da semana e horários. Ele ajuda a criar um registro de tudo o que acontece dentro da loja – ou, ao menos, tudo o que usa cartão de crédito.

Assim que o vendedor define o preço a ser pago, ele encaixa o cartão de crédito do cliente e entrega o smartphone ou tablet para o cliente assinar. Sim, assinar mesmo, na touchscreen. O comprovante da venda pode ser enviado para o email do cliente – também é possível cadastrar clientes para planos de fidelidade, por exemplo. E basta encaixar o cartão de uma pessoa que o app reconhece – no entanto, Nilsson garante que nenhum número de cartão de crédito é armazenado no app, e é tudo extremamente seguro como em outras soluções.

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É bom ver cada vez mais serviços de pagamento móvel chegando por aqui, mas o alcance deles ainda é limitado. O iZettle funciona em Android e iOS, mas não em todos os Androids. A página do app na Play Store diz que ele é compatível com o Android 2.3.3 ou superior, mas não é só isso: alguns aparelhos podem não ser compatíveis devido a diferenças na forma como a entrada de fone de ouvido funciona. Se o público do iZettle é o dos pequenos comerciantes, isso pode ser um problema: 90% dos smartphones vendidos no Brasil no último trimestre foram Androids, e se parte deles não for compatível com o iZettle, já limita a sua base de usuários. De qualquer forma, a expansão do pagamento móvel no Brasil depende de bons serviços, e o iZettle chega para ajudar nisso.

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Após danificar PCs brasileiros, Microsoft libera nova atualização de segurança

Empresa disse que pacote mira os mesmos riscos, mas não inutilizará computadores

Problema no Windows

Mais de duas semanas após detectar uma falha que inutilizava PCs de brasileiros com Windows 7, a Microsoft liberou uma nova versão do pacote de segurança MS13-036, que desde o dia 10 vinha causando problemas a quem o instalasse.

Isso acontecia em razão da atualização KB2823324, contida no pacote. Agora a empresa colocou para rodar a KB2840149 que, segundo Dustin Childs (gerente de comunicações da Microsoft), mira os mesmos riscos da anterior – mas não tem falhas.

A companhia não explicou o que aconteceu, mas especula-se que a falha tenha sido causada por um problema de incompatibilidade com o plug-in G-Buster, software utilizado para transações de internet banking no Brasil.

Após danificar PCs brasileiros, Microsoft libera nova atualização de segurança

Empresa disse que pacote mira os mesmos riscos, mas não inutilizará computadores

Problema no Windows

 

Quase duas semanas após detectar uma falha que inutilizava PCs de brasileiros com Windows 7, a Microsoft liberou uma nova versão do pacote de segurança MS13-036, que desde o dia 10 vinha causando problemas a quem o instalasse.

Isso acontecia em razão da atualização KB2823324, contida no pacote. Agora a empresa colocou para rodar a KB2840149 que, segundo Dustin Childs (gerente de comunicações da Microsoft), mira os mesmos riscos da anterior – mas não tem falhas.

A companhia não explicou o que aconteceu, mas especula-se que a falha tenha sido causada por um problema de incompatibilidade com o plug-in G-Buster, software utilizado para transações de internet banking no Brasil.

Vivo TV será parcialmente desativada após 25 de abril para dar lugar ao 4G

Alguns usuários terão o serviço encerrado para dar lugar à implantação da rede 4G no Brasil

Alguns clientes da Vivo TV já estão recebendo cartas da Telefônica/Vivo em suas residências avisando que o serviço deixará de ser prestado. A companhia está desativando parte da radiofrequência ocupada pelo MMDS para implantação da rede 4G no Brasil.

A empresa informa que a partir de 25 de abril não conseguirá manter os atuais pacotes das pessoas cujo serviço é mantido pela tecnologia MMDS, utilizada por parte dos clientes nas cidades de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.

A Telefônica/Vivo avisa que, a partir desta data, os clientes atingidos pela mudança continuarão recebendo os canais abertos e obrigatórios até o dia 31 de maio, sem nenhum custo adicional, até encontrarem outro serviço de TV por assinatura. Caso se interessem, podem manter este pacote após o período pelo preço de R$ 20 mensais após contatar a empresa.
Caso contrário, poderão devolver os equipamentos à empresa sem ônus ao consumidor. Eles poderão ligar para agendar a retirada ou aguardar a ligação a partir de 1º de junho, quando a própria companhia passará a ligar para recolher os aparelhos.

A fatura de abril, a última que deverá chegar aos clientes, terá cobrança proporcional até o dia 25 de abril, informa a empresa.