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Nuvem pública, privada ou híbrida?

Um dos temas mais fortes atualmente em nossa indústria é Computação em Nuvem. Ele ocupa espaço de destaque na agenda de qualquer CIO e as decisões associadas ao tema tem impacto direto não somente na área de Tecnologia da empresa, mas em todas as outras e até mesmo fora da organização. Se você tem procurado resposta para uma ou mais das perguntas abaixo, então muito provavelmente vai se interessar por este post.
  1. Como melhorar a utilização dos recursos computacionais que tenho E reduzir custos?
  2. Como melhorar a performance da infraestrutura atual E garantir um serviço de qualidade?
  3. Como acelerar a implementação de novos componentes de infraestrutura e serviços?
  4. Como garantir continuidade de negócios, resiliência e segurança?
  5. Como acelerar e otimizar a liberação e a implementação de sistemas?
O primeiro ponto que precisa ficar absolutamente claro é que este modelo computacional já é realidade. Em todo o mundo, empresas utilizam a nuvem para as mais diferentes finalidades. Para a grande maioria das empresas, principalmente para as PMEs (Pequenas e Médias Empresas) parece um movimento natural, lógico, migrar seus sistemas para a nuvem.
Quais são as principais características de um ambiente em nuvem?
  1. Recursos “elásticos” – Este é o conceito de que os recursos computacionais podem ser consumidos apenas quando necessário. É possível provisionar mais (ou menos) CPUs, memória, disco ou outro componente qualquer, rapidamente.
  2. Pague apenas o que usar – Sistemas de gerenciamento monitoram o que está sendo consumido e você paga apenas por aquilo que utilizar. É comum em muitas empresas encontrarmos servidores superdimensionados, apenas para atender a momentos de alto consumo como o Natal, por exemplo. Durante todo o resto do ano, esta máquina é subutilizada.
  3. Self Service – A idéia é que os componentes e sistemas sejam consumidos pelos usuários de forma simplificada, no formato de serviços. Quase que como se estivesse escolhendo de um cardápio em um restaurante.
A crescente demanda das empresas por recursos computacionais no início do século impulsionou o crescimento da indústria de TI e fez com que altos investimentos fossem feitos em infraestrutura. Ao final de alguns anos, muitas empresas passaram a administrar complexos centros de processamento de dados. Na maioria das vezes, no entanto, estes recursos eram utilizados bem abaixo de suas capacidades. Neste cenário surgiram conceitos como virtualização, TI Verde e, finalmente, computação em nuvem. Foi quase que uma evolução natural do mercado.
O fator Custo
A manutenção desta infraestrutura incorre em custos e responsabilidades como, por exemplo, refrigeração adequada para os equipamentos, provisionamento de espaço em um centro de processamento de dados e a manutenção de mão-de-obra qualificada. Em muitos casos, a despesa é elevada e faz com que o custo de TI seja considerado um vilão. Sendo assim, o fator “Custo” é, normalmente, o primeiro motivador para que uma empresa comece a analisar a possibilidade de migrar seus sistemas para a nuvem.
O fator Agilidade
Outro fator importante é a necessidade de maior agilidade decorrente do aumento de competitividade global. Cada vez mais, empresas são demandadas a responder mais rapidamenta às mudanças do mercado, sob o risco de perder clientes. E como a área de Tecnologia é um dos fatores críticos para o sucesso de uma empresa, ao fornecer serviços que suportam diretamente sua operação, ela precisa estar preparada para provisionar infraestrutura e sistemas de forma mais ágil. Para isso, os ambientes em nuvem tem muito a oferecer. Grandes provedores como a IBM e a Amazon, por exemplo, tem condições de provisionar recursos computacionais em questão de minutos, com segurança.
Se por um lado não existe muita dúvida com relação a utilização de nuvem, por outro lado ainda existem muitas perguntas a serem respondidas. Já abordamos aqui uma delas, que trata da preocupação do governo ter ou não acesso aos dados armazenados na nuvem.
Uma segunda dúvida é qual modelo deve ser utilizado, se uma nuvem privada, pública ou híbrida. Vamos tentar entender um pouco quais são os principais pontos para nos ajudar a responder a esta questão.
Nuvem pública
Uma nuvem pública é um serviço, compartilhado com outras empresas (e, eventualmente, até com seus concorrentes). Você tem total controle sobre o que você faz, mas não sobre as ações dos demais ao ambiente. Faz pouco tempo ouvi uma analogia interessante. Imagine uma nuvem pública como um ônibus que você pega para ir ao trabalho. Você vai usufruir do serviço prestado mas não pode impedir outros passageiros, por exemplo, de ouvir rádio em um volume que não te agrade. Além disso, se o ônibus não for de uma empresa confiável, você pode enfrentar eventuais problemas de segurança.
É uma solução que tem como foco principal a redução de custos e, portanto, é uma boa alternativa para empresas que tenham um orçamento restrito ou outras prioridades. Pode não ser uma boa solução para empresas que tratem com grande volume de dados confidenciais ou que sejam de indústrias reguladas (Sarbanes-Oxley, por exemplo).
O IBM SmartCloud é um bom exemplo de uma nuvem pública. Nela, um usuário registrado pode consumir diferentes serviços da forma que melhor lhe convier e como melhor se enquadrar em seu orçamento e estratégia. Quando estamos falando de soluções de software, por exemplo, existem mais de 70 ofertas diferentes (IBM SmartClout Software as a Service), uma delas, a IBM SmartCloud for Social Business.
O IBM SmartCloud for Social Business oferece:
  1. Correio eletrônico e agenda,
  2. Sistema de mensagens instantâneas,
  3. Reuniões virtuais (com suporte de áudio, vídeo e compartilhamento de tela),
  4. Colaboração (compartilhamento de arquivos, comunidades, atividades e formulários) e
  5. Edição de documentos colaborativa.
Tudo isso com acesso global via computadores, tablets e smartphones, e a um preço extremamente competitivo e com segurança avançada.
Nuvem privada
Apesar de ser uma excelente oferta, para muitas empresas a nuvem pública não é uma opção. Empresas que atuam em segmentos altamente regulamentados ou aquelas que manipulam frequentemente informações confidenciais tem preocupações adicionais que precisam ser atendidas. Para elas, a opção de uma nuvem privada pode ser a escolha certa.
Conceitualmente, uma nuvem privada é semelhante a sua parente pública. No entanto, todos os seus recursos computacionais estão na empresa, dentro do firewall. A idéia é criar uma nuvem integrando todos estes recursos, compartilhando e virtualizando-os. Desta forma, estamos otimizando o seu uso e fazendo com que toda a empresa possa utilizá-lo de forma facilitada. Da mesma forma que mencionado anteriormente, vai ser necessário definir como os serviços serão prestados, o nível do serviço, monitoramento, como ratear os custos e implementar um modelo de consumo do tipo self service.
As grandes vantagens de uma nuvem privada são:
  1. Um controle total sobre o ambiente (sem o risco de  terceiros oferecerem ameaças)
  2. Alta capacidade de customização
  3. Maior controle sobre o modelo de segurança

As diferenças

Em uma nuvem privada, o limite computacional é estabelecido pela infraestrutura que está implementada na empresa. Já em uma nuvem pública, este limite, em tese, é a capacidade instalada do provedor do serviço. A IBM, por exemplo, tem vários centros de processamento de dados. A capacidade computacional instalada, seguramente, é muito maior do que a que poderia ser implementada em uma empresa.
Outro ponto importante é que, normalmente, os grandes provedores de nuvem pública tem datacenters espalhados em diferentes regiões, às vezes em diferentes países e continentes, oferecendo alta disponibilidade. Para uma empresa comum, é menos provável que ela tenha um site backup ou até mesmo redundância de servidores. O custo deste tipo de ambiente acaba por tornar-se proibitivo para a grande maioria.
O modelo híbrido
Como o próprio nome diz, o modelo híbrido é uma proposta que mantem determinados sistemas na nuvem privada e outros são movidos para a nuvem pública. Sistemas críticos ou que manipulam informações confidenciais, por exemplo, podem ficar hospedados internamente, enquanto outros sistemas, mais comuns, podem ser consumidos em uma rede pública. É como buscar “o melhor de dois mundos”. É claro que não é simples e questões como integração ganham ainda mais importancia. Há que cuidar de integrar diretórios, sistemas e processos. Mas pode ser uma boa solução para empresas que se enquadram no perfil acima.
Conclusão
A computação em nuvem é uma realidade. As questões a serem respondidas são quando utilizar o modelo, em que velocidade e em qual formato. As ofertas evoluiram muito nos últimos anos e os grandes provedores já tem soluções amadurecidas e a um custo competitivo.

Por fim, há que lembrar que em determinadas situações o modelo de nuvem não é indicado. Empresas que tem grande complexidade computacional, que utilizam grande quantidade de tecnologias distintas e de fornecedores diferentes vão ter dificuldades em migrar para o ambiente em nuvem. Tipicamente, este ambiente é indicado em cenários onde a padronização é possível. Ambientes extremamente heterogêneos  são complexos e devem ser tratados de forma diferenciada.

Espero que tenha ajudado a esclarecer algumas dúvidas. Gostou? Quer testar uma nuvem pública? Neste link você pode se cadastrar para um teste sem custos por 60 dias do IBM SmartCloud for Social Business.
Quer simular quais seriam os custos? Utilize este link para ter acesso a uma ferramenta de simulação.

Mais detalhes sobre o IBM SmartCloud neste link.

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Oito fatos sobre o Office 15, totalmente em cloud computing

Mais integração com outros produtos, como Bing, abertura para desenvolvedores criarem apps e facilidade da nuvem e do touchscreen são algumas das principais mudanças

Tecnologia da Perceptive Pixel permite integração total em teleconferências

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Ballmer e, ao fundo, o apelo ao usuário final: Office 15 ajudando a "supermãe"Ballmer e, ao fundo, o apelo ao usuário final: Office 15 ajudando a “supermãe”

Escrita humana facilita interação com aplicativos como OneNoteEscrita humana facilita interação com aplicativos como OneNote

O novo serviço de e-mailO novo serviço de e-mail

Nova interface do Sharepoint: mais amigávelNova interface do Sharepoint: mais amigável

Office 15: tudo é integrado na nuvem, então basta usar a Windows Live ID para acessar todos os serviços. Semelhança com o Google?Office 15: tudo é integrado na nuvem, então basta usar a Windows Live ID para acessar todos os serviços. Semelhança com o Google?

O novo Office  é o lançamento mais ambicioso feito pela Microsoft em sua história. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (16/07) pelo CEO da gigante de software, Steve Ballmer,  durante a apresentação do novo produto, que tem uma versão preview já disponível para download.

“É um ótimo momento para estar na Microsoft. Desde o lançamento do Windows 95, esta é a melhor nova versão do Office em anos, porque foi desenhada para o novo momento de serviços de nuvem. É quase mágico”, disse o executivo, detalhando que todo o desenvolvimento do produto foi feito de forma integrada com o Windows 8, nova geração do sistema operacional da empresa que chega ao varejo em outubro deste ano.

Já é sabido que com o processo de consumerização o apelo migrou do cliente corporativo para o cliente pessoa física. E a companhia não economizou depoimentos de pessoas físicas ao apresentar o produto, que ainda não tem data oficial para lançamento. Entre os exemplos de clientes felizes, pasmem, estavam um estudante – alegre por ter sua vida facilitada com os arquivos em nuvem sem perda de potência –, uma dona de casa que conseguiu otimizar o cuidado com os filhos e um pequeno empresário, especificamente gestor de bandas, que por viver na estrada acompanhando turnês, não pode se preocupar em carregar documentos e arquivos na mesma van que os músicos baderneiros. Nada de homens de terno, pessoas com pastas e cara de preocupadas. Tudo muito mais, digamos, “relax”. “A indústria continua a se mover, a mudar dramaticamente”, justificou Ballmer.

O executivo prometeu que a venda de licenças convencional do Office permanecerá e que as ofertas ocorrerão de forma paralela. “Continuaremos a suportar nossos clientes corporativos, mas vamos mostrar o Office para consumidores e usuários finais, em suas casas”, introduziu, citando como exemplos para o “bom ano da Microsoft” a chegada, além do pacote de produtividade, do Windows 8, da linha de tablets Surface, Windows Phone 8, Windows Server 2012, Xbox com Internet Explorer e SmartGlass, além do novo Bing, que faz, segundo Ballmer, correlação entre dados de usuários para obtenção de melhores resultados de busca. O pacote também já vem com os serviços Lync e OneNote integrados.

Veja, abaixo, os principais pontos:

1. Foco no moderno. Quando Ballmer proferiu estas palavras – foco em dispositivos modernos – a ideia era abraçar o conceito de mobilidade de uma vez por todas. Por esse motivo, o novo Office é completamente adaptado ao toque. “Ele funciona bem não somente no desktop, mas também no Windows 8 RT [sistema operacional voltado para tablets com ARM] e Windows Phone 8

2. Nas nuvens. O Office 15 está nas nuvens, integrado com o SkyDrive, serviço de armazenamento web da empresa. A ideia é que os documentos estejam completamente acessíveis, sem depender do hardware. Alguma semelhança com o Google Docs e o Google Drive? Com certeza. Mas, neste caso, são mantidas todas as funcionalidades dos produtos da Microsoft. Quem é usuário de Google Docs sabe como não é possível fazer algumas coisas mais complexas com o ferramental open source.  Segundo Ballmer, o Office 365 – lançado há cerca de dois anos – foi um primeiro passo para esse projeto. É a migração do produto vendido via licença para o serviço cobrado por uso.

3. Conceitos sociais. É possível compartilhar itens do Office em sua conta do Facebook, LinkedIn e “outra redes sociais” (aqui não foram feitas menções ao Google+, pelo menos não consegui captar no discurso em inglês). A Microsoft percebeu que seu usuário não quer mais ficar fechado. “A forma como as pessoas trabalham hoje é completamente diferente de quando entrei na Microsoft. Dar a todos um Office privado não é mais o que elas querem, porque elas estão mais colaborativas do que nunca”, comentou.

4. Intgração com Skype. Integrar o serviço de chamadas de voz e vídeo com arquivos de trabalhos é a aposta da empresa para facilitar todo e qualquer trabalho a ser executado no pacote de produtividade da companhia.

5. Tecnologia Inking: reconhecimento da escrita humana é algo inerente ao desenvolvimento das telas sensíveis ao toque. E um pacote de produtividade adaptado a esse novo cenário não poderia ignorar isso. É possível fazer anotações no tabalet, ultrabook touchscreen ou até mesmo uma tela da recém-adquirida Percetive Pixel. Falando em Perceptive Pixel…

6. …com a tecnologia da empresa comprada recentemente, a ideia é apresentar uma oferta completamente integrada com o Office de telepresença. A tela sensível ao toque, com reconhecimento da escrita humana, funciona como uma grande lousa em uma reunião de negócios, com apresentação simultânea de arquivos Power Point (ou qualquer outro) e chamadas de vídeo.

7. Outlook mais amigável e integrado. Na nuvem, a promessa do serviço de e-mail da Microsoft é ser muito mais leve e amigável, com total integração aos produtos da empresa e melhor conectividade com o serviço de buscas Bing. Se você tem uma reunião com a pessoa X, por exemplo, basta clicar no endereço que o serviço de buscas da Microsoft lhe apresenta o mapa e o caminho a ser seguido para chegar até lá.

8. Criação de uma plataforma para desenvolvedores. Esta talvez seja a principal demonstração que a Microsoft deu de sua flexibilização. A ideia é permitir que desenvolvedores criem aplicações para rodar dentro do ambiente de nuvem do pacote de produtividade da empresa. Com esse modelo de inovação aberta, não é possível imaginar, ainda, o que pode surgir em termos de funcionalidade no futuro.

Importante ressaltar que, de forma geral, as interfaces de usuário, como a nova do Sharepoint, apresentada na coletiva de imprensa, estão muito mais leves e amigáveis, pelo menos vendo de fora. Este texto, especificamente, escrevi no preview do Word do Office 15, porque baixei o pacote de teste assim que Ballmer falou que ele estava disponível. Eu achei extremamente – juro – gostoso de usar. Claro que o fiz em um PC convencional, sem tela sensível ao toque, mas já deu para ter uma ideia da novidade. Não tenho elementos suficientes ainda para falar se o pacote é bom ou ruim, mas com certeza ele é diferente e menos sisudo.

Cloud computing mudará perfil do profissional técnico

A cloud computing mudará o perfil do profissional técnico de TI. A afirmação foi de José Papo, evangelista técnico da Amazon América Latina. Em entrevista ao IT Web o especialista afirmou que a computação em nuvem não vai tirar empregos, mas sim fazer com que os técnicos desenvolvam habilidades de negócios.

Essa habilidade, que já é considerada como um diferencial para o profissional, passará a ser um requisito básico. Atualmente a transição de pensamento já é incentivada pelas companhias e a nuvem chega para acelerar esse processo. “Hoje o que acontece com a TI é que 80% dos custos e tempo são gastos com infraestrutura e só 20% são gastos com inovação. Quando conseguimos transformar essa meta, o profissional ganha um papel muito melhor, uma valorização dentro da empresa”, explicou Papo.

Essa aceleração se deve à simplificação e à redução de gastos que o modelo traz para as companhias, na opinião de Rafael Saavedra, gerente de marketing e novos negócios da Lumis. “O dilema mudou. Ele passou de build versus buy (construção contra compra) para buy versus rent (compra contra aluguel). Nesse cenário, o posicionamento na área de TI sai do foco do know how (saiba como) para o know why (saiba por quê).”

Mas e quanto ao profissional de infraestrutura, que antes era responsável por tudo que é mandado para a nuvem? Bem, ele terá que tratar de infraestrutura automatizada. “Vai ter aprender a resolver problemas de negócios que antes ele não conseguia por falta de tempo hábil”, explicou Papo. “De novo, ele não vai perder o emprego, porque faltam profissionais no mercado.”

Segundo os especialistas, a nuvem não veio para subtrair e sim para somar. E nisso se incluem os desenvolvedores, que terão o trabalho simplificado com a chegada do modelo. “O desenvolvedor pode focar mais no negócio e não tanto onde as suas aplicações vão ficar. Você não tem que mais pensar em detalhes profundos e pode focar no negócio”, afirmou Papo.

Como trabalhar na nuvem

 

O novo desafio que chega para os profissionais técnicos nas diversas áreas da TI, na medida em que as empresas adotam a nuvem, é saber lidar com a escalabilidade. Papo aponta que a tendência é que o pensamento passe a ser desenvolvido em sincronia com a cloud computing.

“Por causa da escalabilidade falamos muito em perfis profissionais focados em cloud, mas com o tempo esse pensamento será gerado de forma mais natural”, finaliza.

Para quem quiser testar e aprender a lidar com a nuvem, a Amazon, que completa seis meses de Brasil, tem uma oferta gratuita de dois servidores para um ano inteiro.

Aprenda guardar fotos de maneira segura no seu computador

Mídia chamada ‘nuvem’ promete armazenar arquivos com mais segurança.
Sistema tem mecanismo contra catástrofes e impede perda dos arquivos.

César Menezes

Quantas fotografias você tem guardadas no seu computador? Se elas valem muito para você, deveriam estar seguras. Nem sempre estão. A coluna Conecte explora qual a maneira mais segura de guardar imagens em computador. Veja o vídeo

Saiba como vai ser roteiro de transição do MobileMe para o iCloud

No final desse ano a Apple lançará seu serviço de nuvem revisado. Segundo a Apple, o MobileMe, como existe hoje, vai ser completamente reescrito e vai se encaixar perfeitamente dentro do iCloud. Nem todos os recursos estarão disponíveis, mas a maioria estará lá.

A Apple disponibilizará e-mail, contatos, calendário, favoritos, Find My iPhone e Back to My Mac no iCloud. Os usuários desses serviços no MobileMe ainda usarão a ferramenta, mas sob o banner do novo iCloud.

Alguns serviços não serão inclusos no iCloud, como o iWeb, Publishing, Gallery e iDisk. O iWeb e o Publishing, por exemplo, serão executados até 30 de junho de 2012. Depois dessa data os usuários terão que procurar outras plataformas de hospedagem na rede. A galeria de fotos dos usuários do MobileMe estará disponível pelo mesmo período, mas a empresa alerta aos clientes desse serviço que salvem todos os documentos em um computador local. O mesmo vale para o iDisk.

Os serviços citados acima serão substituídos por novos recursos, como o iTunes in the Cloud, o Photo Stream e o Documents in the Cloud. Isso permitirá aos usuários que gerenciem e acessem suas músicas, imagem e documentos de qualquer dispositivo compatível com a ferramenta que eles tenham em mãos.

Usuários do MobileMe (pelo menos aqueles que têm conta ativa até ou antes de 6 de junho) terão acesso ao seu endereço de e-mail @me.com ou @mac.com, contatos, calendário e favoritos, disponíveis por meio do portal de rede.

A má notícia é que o iCloud exclui muito dos recursos de sincronia do MobileMe, como o widgets do Mac Dashboard, o keychains, os itens do Dock e o System Preferences. Eles ficarão disponíveis para os usuários do MobileMe também até 30 de junho de 2012, ou até que eles façam a transição para o iCloud. Vale a pena lembrar que esse conjunto de ferramentas foi feito para sincronizar as preferências e opções entre computadores Apple e não necessariamente dispositivos móveis.

O iCloud terá suporte automático de downloads de apps e compras de livros e backups e restaurações, o que significa que os recursos e dados dos iPhones e iPads estarão seguros. Os usuários podem definir seus dispositivos para sincronização/ back-up automaticamente por meio de Wi-Fi e quando se conectarem. A maioria dos usuários iCloud não deve se preocupar com suas preferências e opções do dispositivo porque elas poderão ser recuperadas.

O serviço será gratuito pra usuários dos dispotivos iOS 5 e o futuro sistema operacional OS X10.7 Lion.

Se tiver dúvidas específicas sobre o que acontecerá com seus dados MobileMe, visite a FAQ da Apple e se aprofunde no assunto.