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Especialista mostra como aplicações HTML5 funcionam no Chrome

Durante a conferência Think Wwith Google, realizada pelo Google na última semana – em São Paulo, o gerente de New Midia da empresa, André Loureiro, fez demonstrações de como aplicações HTML5 funcionaram no Chrome.

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Implementação de HTML5 vai acelerar web semântica

A automatização da capacidade de interpretar os dados espalhados pela internet será acelerada a partir da implementação oficial do HTML5 pelo consórcio W3C. “Hoje o valor semântico da web ainda depende da leitura humana. A partir disso, marcações com modelagens mais adequadas de identificadores permitirão que computadores façam isso”, explicou Carlos Francisco Cecconi, analista de projeto do W3C Brasil.

As informações foram dadas durante a Futurecom 2011. Segundo ele, a mudança da web sintática baseada em documentos – repositório de dados relacionados por hyperlinks para exibição e reuso – para a web semântica – que além de apresentar dados agrega capacidade ampliada de interpretá-los e relacioná-los – é o que vai marcar a rede do futuro, com mashups de dados listados por RDF e HTML5.

“Hoje a web já é assim. Uma página de um portal não tem mais o conceito de um documento, mas é uma composição de objetos espalhados em diversos servidores ou na nuvem, não concentrados em um banco de dados relacional”, exemplificou. “No futuro vamos usar os dados como hoje usamos documentos, agregando a eles metadados e vocabulário com descrição das coisas e suas relações.”

HTML 5 – A Revolução

html5

Para o desenvolvedor também será revolucionário, HTML 5 não se limita só a criar novas etiquetas, atributos e eliminar aquelas marcas que estão em desuso ou se utilizam inadequadamente, e sim que vai muito mais além.

Ele vem recheado de recursos que prometem acabar de vez com o flash, isso vem sendo discutido muito na web todos prevê o fim do flash, será? O que você acha?

HTML 5 pretende proporcionar uma plataforma com a que desenvolver aplicações web mais parecidas às aplicações de área de trabalho, onde sua execução dentro de um navegador não implique falta de recursos ou facilidades para resolver as necessidades reais dos desenvolvedores. Para isso se estão criando umas APIs que permitam trabalhar com qualquer dos elementos da página e realizar ações que até hoje era necessário realizar por meio de tecnologias acessórias.

Estas API, que terão que ser implementadas pelos distintos navegadores do mercado, se estão documentando detalhadamente, para que todos os Browsers, criados por qualquer companhia as suportem tal qual se desenharam. Isto se faz com a intenção que não ocorra o que vem acontecendo no passado, que cada navegador faz a guerra por sua parte e os que acabam pagando-o são os desenvolvedores e os usuários, que têm muitas possibilidades de acessar a webs que não são compatíveis com seu navegador preferido.

Quais são as novidades de HTML 5

HTML 5 inclui novidades significativas em diversos âmbitos. Como dizíamos, não só se trata de incorporar novas etiquetas ou eliminar outras, e sim que se supõem melhoras em áreas que até agora ficavam fora da linguagem e para as que se necessitava utilizar outras tecnologias.

  • Estrutura do corpo: A maioria das webs tem um formato comum, formado por elementos como cabeçalho, pé, navegadores, etc. HTML 5 permite agrupar todas estas partes de uma web em novas etiquetas que representarão cada uma das partes típicas de uma página.
  • Etiquetas para conteúdo específico: Até agora se utilizava uma única etiqueta para incorporar diversos tipos de conteúdo enriquecido, como animações Flash ou vídeo. Agora se utilizarão etiquetas específicas para cada tipo de conteúdo em particular, como áudio, vídeo, etc.
  • Canvas: é um novo componente que permitirá desenhar, por meio das funções de um API, na página todo tipo de formas, que poderão estar animadas e responder a interação do usuário. É algo assim como as possibilidades que nos oferece Flash, porém dentro da especificação do HTML e sem a necessidade de ter instalado nenhum plugin.
  • Bancos de dados locais: o navegador permitirá o uso de um banco de dados local, com a que se poderá trabalhar em uma página web por meio do cliente e através de um API. É algo assim como as Cookies, porém pensadas para armazenadas grandes quantidades de informação, o que permitirá a criação de aplicações web que funcionem sem necessidades de estar conectados a Internet.
  • Web Workers: são processos que requerem bastante tempo de processamento por parte do navegador, porém que se poderão realizar em um segundo plano, para que o usuário não tenha que esperar que se terminem para começar a usar a página. Para isso, se dispõe também de um API para o trabalho com os Web Workers.
  • Aplicações web Offline: Existirá outro API para o trabalho com aplicações web, que se poderão desenvolver de modo que funcionem também em local e sem estar conectados a Internet.
  • Geolocalização: As páginas web se poderão localizar geograficamente por meio de um API que permita a Geolocalização.
  • Novas APIs para interface de usuário: temas tão utilizados como o “drag & drop” (arrastar e soltar) nas interfaces de usuário dos programas convencionais, serão incorporadas ao HTML 5 por meio de um API.
  • Fim das etiquetas de apresentação: todas as etiquetas que têm a ver com a apresentação do documento, ou seja, que modificam estilos da página, serão eliminadas. A responsabilidade de definir o aspecto de uma web correrá a cargo unicamente de CSS.

Fonte: http://www.criarweb.com

HTML5: a mudança depende de muitas pontas

Em artigo, Diego Eis explica sobre a evolução da linguagem
Eis: mudanças à vista

 

O desenvolvimento na web não é algo simples nem é decidido de acordo com a vontade de cada um. Existem três grandes grupos que precisam “aprovar” uma determinada mudança para que ela se torne um padrão de mercado e comece a ser usada em projetos e websites. Estes três grandes grupos são:

  1. O W3C, que é um consórcio de empresas que regulamenta e cria os padrões web.
  2. Os Browsers, que produzem os navegadores que são utilizados para acessar a internet. Os grandes hoje são Firefox, Internet Explorer,Chrome, Opera e Safari.
  3. E o terceiro grupo são os desenvolvedores, que são as pessoas que de fato fazem a internet acontecer.

As novidades podem surgir por qualquer um desses três grupos. O detalhe é que a aprovação precisa ser unânime. É necessário que os três estejam satisfeitos com a ideia e com os resultados que essa nova tecnologia pode trazer para o usuário final e para o processo de desenvolvimento. É interessante porque os três grupos estão misturados. Há membros dos fabricantes de Browsers dentro do W3C aprovando e tendo ideais novas, assim como os fabricantes de Browsers e o W3C aproximam os profissionais do mercado para que eles trabalhem juntos durante todo o processo de aceitação de uma nova tecnologia.

Por isso, uma mudança depende dos três pontas. Se os desenvolvedores tiverem uma ideia, mas os browsers e o W3C não aprovam, essa ideia logo morre. A mesma coisa acontece se o processo for inverso. Por isso é extremamente importante que os três grupos estejam de acordo. É aquele velho ditado de que uma andorinha só não faz verão.

HTML5 foi a iniciativa de um grupo de insatisfeitos

O HTML5 é um caso muito interessante de iniciativa vindo das pontas para o centro, ou seja, os desenvolvedores e fabricantes de Browsers que tiveram a ideia e levaram para o centro do processo, até o W3C. O HTML5foi criado por um grupo de insatisfeitos com a forma com que o W3C estava conduzindo o caminho da web.

Enquanto o W3C focava suas atenções para a criação da segunda versão do XHTML – que até então era a linguagem que estava substituindo o HTML antigo – um grupo chamado Web Hypertext Application Technology Working Group ou somente WHATWG trabalhava em uma versão do HTML que trazia mais flexibilidade para a produção de websites e sistemas baseados na web.O WHATWG (http://www.whatwg.org/) foi fundado por desenvolvedores de empresas como Mozilla, Apple e Opera, em 2004. Eles não estavam felizes com o caminho que a Web tomava e nem com o rumo dado ao XHTML. Por isso, estas organizações se juntaram para escrever o que seria chamado hoje de HTML5.

Por volta de 2006, o trabalho do WHATWG passou ser conhecido pelo mundo e principalmente pelo W3C – que até então trabalhavam separadamente – que  reconheceu todo o trabalho do grupo. Em Outubro de 2006, Tim Berners-Lee anunciou que trabalharia juntamente com o WHATWG na produção do HTML5, em detrimento do XHTML 2.

O HTML é a cereja do bolo

Muita atenção tem se dado ao HTML5, mas a verdade é que não há mudanças profundas. O HTML5 serve como interface para que tecnologias como Javascript e CSS ganhem mais flexibilidade, o que o torna na verdade um facilitador para essas duas linguagens.

O HTML5 possibilita que os desenvolvedores que utilizam Javascript em seus projetos tenham mais flexibilidade para manipular elementos do código.

Muitas outras novidades que surgiram como Canvas e o SVG não são realmente novidades. Eles já existiam e funcionavam em alguns Browsers há algum tempo. O problema é que isso não era aceito diretamente no código HTML. Nessa nova versão isso já é possível.

Basicamente, o papel do novo HTML5 é, de certa forma, ser uma “tomada” para que as outras linguagens de web pluguem suas capacidades, e tenham mais flexibilidade e controle.

Semântica: o que muda com o HTML5

A semântica quer dizer dar significado à informação por meio de códigos. A informação pode ser, por exemplo, um simples título e um parágrafo. Por meio do código HTML, podemos dizer que determinada frase é um título. Esse código é lido e renderizado, por exemplo, pelos browsers, sistemas de buscas como o Google e leitores de tela utilizados por deficientes visuais para navegar na internet. Por meio do HTML nós damos significado a estas informações.

O HTML5 trouxe algumas novidades neste sentido. O desenvolvedor consegue dar para as informações de uma determinada página da internet muito mais significado. Existem ainda novos elementos que facilitam a interpretação do significado dessa informação.

Este é um grande passo para uma web com informações mais organizadas. A ideia é que todos os desenvolvedores deixem seus códigos mais semânticos e mais parecidos. Imagine que todos usarão o mesmo nome para algumas áreas do site. Isso será muito útil, pois irá facilitar a localização de uma determinada informação por sistemas, robôs e etc.

* Diego Eis é sócio-diretor da Visie Padrões Web, empresa especializada em desenvolvimento e criação para internet. Como consultor já atendeu equipes e gerentes de empresas como Google, Globo.com, iG, Yahoo!, UOL e outros. É palestrante sobre desenvolvimento client-side, é colunista da revista Wide e revisor técnico da editora Bookman no Brasil. Em parceria com outras empresas, já gerenciou o processo de desenvolvimento client-side da Natura Ekos, Brastemp/Consul, Bebês do Calendário Johnson, entre outros. Por meio do site Tableless (tableless.com.br) publica novidades sobre o desenvolvimento client-side e o mercado de Web no Brasil

 

Especial HTML 5: tudo o sobre o tema

Leia as notícias publicadas no IT Web sobre HTML 5.

 

HTML 5: o que muda para o usuário corporativo

Com nova norma, web ficará mais rápida e mais integrada e vai melhorar a experiência do usuário

Para a indústria, o HTML5 representa a evolução da web. Para o usuário corporativo, da forma como ele está sendo proposto, propiciará uma experiência mais rica no desenvolvimento e no uso das aplicações, já que a internet ficará mais rápida e mais integrada.

Segundo o analista do W3C, Carlos Cecconi, “ter a possibilidade de desenvolver aplicações web no ambiente mesmo da web e aplicações mais ricas, também é uma necessidade do ambiente corporativo e não só do ambiente intracorporativo, mas na relação dele com os seus consumidores e na relação business to business”.

Ele ainda ressaltou que, atualmente, grande parte das comunicações corporativas e transações entre as corporações é feita por meio do HTML, e o HTML5 propiciará uma relação mais rica por meio de aplicações mais interativas.

O usuário que consumir algum produto por meio da web terá aplicações mais ágeis, mais rápidas e mais seguras e isso também vale para as empresas.