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Vítima de hackers, Michelle Obama tem vida privada revelada na internet

 

Primeira-dama tem 49 anos

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A primeira-dama dos Estados Unidos,Michelle Obama, 49, é a mais nova vítima de hackers, de acordo com o site americano “TMZ”. Segundo a publicação, a esposa de Barack Obama pode ter toda a sua vida privada revelada na internet.

Até o momento, alguns dados, como o número do cartão de crédito de Michelle, já teria sido publicados em um site, apesar de o “TMZ” não revelar o destino da publicação.Além disso, também haviam sido divulgados os números de telefone, contas bancárias e dados de hipoteca da primeira-dama.

A imprensa americana ainda afirmou que outras vítimas famosas da ação de hackers foram Beyoncé, Jay-Z, Britney Spears, Donald Trump e Kim Kardashian.

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Google dá mais de US$ 3 milhões a quem hackear o Chrome OS

Prêmio é parte de programa para reforço de segurança do sistema

Falha no Chrome

O Google dará US$ 3,14 milhões a hackers que encontrararem falhas em seu sistema operacional, o Chrome OS. Quem conseguir levará para casa prêmios entre US$ 110 mil e US$ 150 mil por brecha identificada.

A medida é comum entre empresas de tecnologia que pretendem reforçar a segurança de seus produtos. A verba, cujo número é uma referência ao Pi, será entregue em um concurso no evento CanSecWest, que acontecerá em março, no Canadá.

O ataque deve ser apresentado em um notebook Samsung apenas com conexão Wi-Fi. Qualquer tipo de software pode ser utilizado.

E aí, aceita o desafio?

Preocupação dos brasileiros com a segurança na web caiu 38%, segundo pesquisa

O número de entrevistados “seriamente preocupados” diminuiu significativamente, passando de 60% no ano passado para 45% neste ano

Segurança Digital

Uma nova edição do “Índice de Segurança Unisys”, pesquisa semestral que mede a percepção da população sobre diversas áreas da segurança, aponta que mesmo após recentes ataques hackers noticiados, a preocupação dos brasileiros com a segurança caiu 38% em relação a 2011.

De acordo com o estudo, realizado em 12 nações, o Brasil apareceu em oitavo lugar no ranking dos países que mais temem a segurança na web. Antes dele, ocuparam as primeiras posições: Colômbia, México, Hong Kong, Alemanha, Nova Zelândia, Bélgica e Estados Unidos, respectivamente. Os países menos preocupados com o assunto, que integraram a nona, décima, décima primeira e décima segunda posição foram Espanha, Austrália, Inglaterra e Holanda.

Em comparação com a pesquisa realizada durante o primeiro semestre de 2011 no Brasil, o número de entrevistados que se disseram “seriamente preocupados” com a segurança de computadores diminuiu significativamente, passando de 60% no ano passado para 45% neste ano. Paralelamente, 33% dos brasileiros ouvidos em 2012 afirmaram não se preocupar com o tema, contra 13% no ano anterior.

Ainda de acordo com o levantamento, 43% dos respondentes no Brasil afirmaram estar “muito preocupados” com a segurança durante a navegação e transações em lojas online e internet banking. Em 2011, 54% dos entrevistados disseram que se preocupavam seriamente com o assunto.

Para o levantamento, foram entrevistadas 10 mil pessoas abrangendo todas as nações participantes. No Brasil, foram ouvidas 934 pessoas, porta-a-porta, em 70 grandes áreas metropolitanas de todo o País no período de 20 de fevereiro a 12 de março de 2012.

Hacker ético está na mira das empresas

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Para trabalhar na área, é preciso cursar uma graduação voltada para tecnologia e completar a formação com cursos voltados para o trabalho de hacker ético (white hat em inglês). A vulnerabilidade dos serviços online das empresas está na mesa. Nos últimos meses, de sites do governo a páginas de grandes empresas de tecnologia foram atacadas por hackers.

Só em 2010, os prejuízos para companhias de oito países com crimes do tipo foram de 4,6 bilhões de dólares.

Nesse cenário avassalador surge a figura do hacker ético (ou “white hat” em inglês). Com profundos conhecimentos nos macetes das invasões, esses profissionais checam qual a vulnerabilidade dos sistemas das companhias.

“É uma auditoria específica. Ele simula diversos ataques conhecidos para avaliar como o sistema se comporta. A partir disso é possível diagnosticar a segurança da tecnologia”, afirma Rafael Soares Ferreira, sócio-diretor técnico da consultoria Clavis.

Para atuar na área, é preciso cursar uma graduação voltada para tecnologia e completar a formação com cursos voltados para o trabalho de hacker ético. A Clavis, por exemplo, oferece um curso para Certified Ethical Hacker. Com 46 horas de duração, o programa tem custo de 3,5 mil reais.

Essas certificações, no entanto, não são obrigatórias para a atuação. Em média, um profissional com mais tempo de experiência no mercado pode ter salário de cerca de 5 mil reais.