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Médico transmite cirurgia usando o Google Glass

Rafael Grossmann é entusiasta dos óculos conectados e defende uso do device para fins educacionais

Google adquire 6,3% das ações da Himax para impulsionar seu óculos de realidade aumentada

Rafael Grossmann é um médico americano entusiasta do uso de novas tecnologias em saúde. O gadget que mais lhe chama a atenção no momento é o Google Glass, espécie de óculos conectado com câmera, capaz de transmitir cirurgias pela web. E foi exatamente o que ele fez.

Em junho, Grossmann transmitiu uma cirurgia ao vivo usando o Glass, através da plataforma de comunicação Hangouts, também do Google. A transmissão da cirurgia foi autorizada previamente pelo paciente, que não teve o nome divulgado e nem o rosto mostrado.

“Quando eu imagino o que a educação médica pode ser através das incríveis ferramentas tecnológicas disponíveis, deveríamos ser inventivos o suficiente para utilizá-la no aprendizado, e os resultados podem ser realmente incríveis”, escreveu. “O futuro (ou melhor, o presente!) da educação médica será incrível!”

Para o médico, o potencial educacional da ferramenta tecnológica está sendo ofuscado pelas preocupações com violações de privacidade, que tem polarizado as discussões a respeito da nova ferramenta do Google. Vídeos da experiência feitos por Grossman podem ser vistos em seu blog.

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Misto de WhatsApp e Facebook, rede social Tuenti chega ao Brasil

Com aposta em privacidade, serviço diz proteger os usuários da indexação do Google e da espionagem de governos

Tuenti

A rede social Tuenti desembarca no Brasil para ser uma espécie de meio de campo entre WhatsApp e Facebook com um importante diferencial: respeito à privacidade. (Conheça)

Espanhola, a plataforma reúne 15 milhões de usuários pelo mundo e é parceira da Telefónica/Vivo. Ao contrário das outras redes, seu objetivo é promover o relacionamento entre um pequeno grupo de amigos, pessoas nas quais você confia.

Segundo o vice-presidente da companhia, Sebastián Muriel, as apostas para ganhar terreno por aqui passam pela mobilidade. “Na América Latina está acontecendo uma grande explosão de smartphones”, pontua. Com aplicativos gratuitos para Android, iOS, Windows Phone e BlackBerry, o Tuenti para smartphones funciona como um WhatsApp, só que com mais recursos.

As pessoas com quem você conversa podem ser separadas em duas categorias: contatos e amigos. Enquanto os primeiros conseguem apenas trocar mensagens contigo, o segundo grupo tem acesso ao seu perfil completo, onde pode ver suas últimas postagens, fotos, etc.

Reprodução

A face mais “social” do Tuenti, onde você tem seus “amigos”, remete a uma mistura entre Facebook e Orkut. No entanto, segundo Muriel, o conceito da rede é voltado a poucos amigos.

“No Facebook o indivíduo sai adicionando todo mundo e o resultado é um monte de ruído. No Tuenti a ideia é ter entre dez e 20 amigos – que são as pessoas que você conhece e confia de verdade”, explica Muriel. “Queremos simplificar tudo: você não deve pensar em que tipo de conteúdo cada pessoa deve ver, basta decidir se alguém é ou não o seu amigo”, exemplifica, fazendo referência às ferramentas de listas e círculos em redes como Facebook e Google+.

Entre os sistemas em que o Tuenti está disponível, o Android é aquele com a versão mais completa. Muriel destaca que até julho haverá uma versão compatível também com o Firefox OS.

Privacidade em primeiro lugar

Diferente de redes como o Facebook, em que o usuário precisa alterar diversas configurações para privar seus dados, no Tuenti todas as informações ficam bem guardadas.

“Somos uma das únicas redes sociais no mundo em que seu perfil não pode ser indexado por buscadores como o Google”, afirma Muriel.

Apesar da proposta, vale notar que todos os dados do usuário ficam armazenados em servidores e data centers da companhia. Mesmo assim, o serviço garante que não bisbilhota ou vende tais informações.

Muriel diz que os dados do usuário estão, inclusive, protegidos de governos, uma boa notícia em tempos de espionagem norte-americana. “Assim como no WhatsApp, as mensagens são encriptadas. Além disso, o Tuenti está submetido às leis da Espanha, país que não tem muitos problemas com violação de privacidade”, conta.

Modelo de negócios

Por enquanto, na versão brasileira, o Tuenti conta com apenas um simples modelo de rentabilidade. Alguns banners convencionais são dispostos discretamente na versão web da rede social. O aplicativo é isento de propagandas.

A publicidade é direcionada, mas com base em poucos dados do usuário. As marcas sabem apenas a idade, a nacionalidade e o sexo dos indivíduos.

Há páginas de marcas no serviço, mas elas são todas institucionais. O conteúdo postado em um perfil não aparece na linha do tempo do usuário, evitando que ele tenha contato com “ruído” e conteúdo que não seja produzido por pessoas próximas.

Na Espanha, o Tuenti conta com outros modelos de lucro. Lá a rede possui inclusive uma operadora telefônica, que permite ao usuário comprar créditos de ligação e pacotes de dados para internet.

“Estamos estudando o mercado brasileiro junto com a Telefónica/Vivo, mas, por enquanto, não há nenhum plano de lançarmos serviço de telefonia por aqui”, afirma Muriel.

O executivo insiste que, por enquanto, a ideia é trabalhar para implementar melhorias no aplicativo para depois pensar em modelos de lucro em outros países. “Ainda não sabemos direito como iremos ganhar dinheiro no Brasil, mas, antes disso, queremos oferecer a melhor experiência possível”, explica.

Empresa promete vender carro voador a partir de 2020

Aparelho parece uma mistura de helicóptero com avião de pequeno porte

TF-X

 

Carro voador é um conceito futurístico demais para você? Pois não é para o pessoal da Terrafugia, uma empresa de Massachussetts, nos Estados Unidos, que pretende colocar um dispositivo desses na casa das pessoas a partir de 2020.

Eles criaram o TF-X, um carro voador feito de carbono e fibra que parece uma mistura de helicóptero e avião de pequeno porte, com características aventadas por entusiastas como o Google.

Com a ajuda de dois rotores fixados um a cada lado da máquina, a decolagem ocorre verticalmente, ou seja, você pode sair da rua, contanto que haja uma clareira de 30,4 metros disponível.

Após a decolagem, as hélices são recolhidas e o TF-X passa a voar como um avião com alcance de 804,6 km. A pilotagem é feita de forma automática, mas a companhia garante que dá para aprender a manejar o aparelho em “não mais do que cinco horas” de curso.

Quanto ao preço, a única previsão da Terrafugia, feita ao Mashable, é que o veículo custará o mesmo que um carro de luxo.

 

Fonte: Olhar Digital

Chrome segue como navegador mais popular do mundo e na América do Sul tem mais da metade do mercado

Um estudo divulgado pelo Pindgom, site especializado em mensuração na internet, mostrou o atual cenário mundial no que diz respeito à browsers.

O Chrome continua ganhando espaço, enquanto Internet Explorer e Firefox perdem usuários.Para se chegar aos resultados, foram medidos mais de 3 milhões de acessos em sites de todo o mundo. Na análise de desempenho global, o Google Chrome apresentou crescimento de 31% para 37%. Já o IE caiu de quase 50% para 30%, enquanto o Firefox caiu de 32% para 21%.Com números menos expressivos ainda aparecem o Safari com 9% e o Opera com 1%.

Mesmo apresentando crescimento em todo o mundo, chama a atenção o domínio absoluto do Chrome na América do SUl. Com 59% contra 20% do Internet Explorer, o segundo colocado.

Confira o mapa com o ranking dos navegadores mais utilizados por cada continente:


Visa anuncia novo sistema de pagamento móvel

Smartphones certificados pela operadora com chips NFC poderão ser usados para pagamento através do celular

Visa payWave
A Visa anunciou um novo sistema de pagamento móvel durante a Mobile World Congress, na Espanha, que deve competir com o Google Wallet, de acordo com o BGR.
O sistema funcionará com smartphones certificados pela operadora de cartão de crédito e equipados com chips NFC. O usuário, ao comprar um dos dispositivos, deverá entrar em contato com a Visa para ativar o seu aparelho para pagamentos móveis.
Depois, ao encontrar um serviço que aceite o pagamento payWave, da Visa, o cliente precisará apenas aproximar o celular de um aparelho para a transação ser efetuada.
“Da mesma maneira que permitimos o pagamento seguro com cartões de crédito por décadas, estamos agora usando tecnologia para pagamento móvel seguro”, afirmou o diretor de produtos móveis da Visa, Bill Gajda. “Instituições financeiras e operadoras de redes móveis agora têm um processo simples e seguro para ativar aplicativos de pagamento e fazer as transações móveis parte do cotidiano dos consumidores.”
Os primeiros aparelhos certificados pelo novo sistema de pagamento serão os que usarão chips da Intel. A parceria entre a operadora e a fabricante de processadores foi anunciada ontem (27/02).