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Notebooks novos e seminovos à venda, consulte disponibilidade.

Notebook HP 14-AC121-BR, Intel Core i7 6500U 2.5Ghz até 3.1Ghz, Memória 8GB, HD 1TB, Placa de vídeo Integrada com tecnologia Intel® HD Graphics 520, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet, Webcam, Windows 10, Pacote Office, Carregador HP, Bateria 6 células de longa duração, Aparelho Novo, sem caixa, carregador original, Windows 7, Pacote Office e possui 1 ano de garantia.
Preço: R$2.699,00*

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Notebook Acer E5-571G 72V0, Intel Core i7 4510U 2.0Ghz até 3.1GHz, Memória 8GB, HD 1TB, Placa de vídeo dedicada GeForce 820 2GB, Tela LED 15.6”, Teclado numérico, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet, Webcam, Windows 10, Pacote Office, Carregador Acer, Bateria 6 células de longa duração, Equipamento Novo, 1 Ano de Garantia.
Preço: R$2.699,00*

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Notebook HP 14N050BR, Intel Core i7 4500U 1.8Ghz até 3.0GHz, Memória 4GB, HD 1TB, Placa de vídeo dedicado AMD 8670M 2GB até 5GB, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Placa de som Integrada com DTS Sound+, Ethernet, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador HP, Bateria de longa duração, Aparelho Seminovo, carregador original e possui 6 meses de garantia.
Preço: R$2.499,00*

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Notebook Ultrafino CCE Ultra Thin T745, Intel Core i7 3517U 1.9Ghz até 3.0GHz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics 4000 até 1720MB, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 8.1, Pacote Office, Bateria de longa duração, Aparelho seminovo sem avarias, amassados e danos, Acompanha carregador original CCE, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.399,00*

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Notebook Dell Inspiron 15 P39F, Intel Core i5 5200U 2.7GHz, Memória 4GB, HD 1TB, Placa de vídeo dedicado AMD R7 2GB, Tela LED 15.6″ Resolução HD (1366 x 768), Teclado Numérico, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Dell, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$2.399,00*

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HP Probook 440 G2, Intel Core i5 4210U 1.7Ghz até 2.7Ghz, 4GB memória, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics 4400, Tela LED 14”, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador HP, Bateria 6 células de longa duração, Aparelho seminovo, carregador original e possui 6 meses de garantia.
Preço: R$1.599,00*

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Notebook HP Pavilion 14-V061BR, Intel Core i5 4210U 1.7Ghz até 2.7GHz, memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel HD Graphics 4400, Tela LED 14”, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador HP, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.599,00*

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Notebook Asus X450L, Intel Core i5 4200U 1.6Ghz até 2.6GHz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000, Tela LED 14”, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Bateria de longa duração, Aparelho seminovo sem avarias, amassados e danos, Carregador Asus, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.499,00*

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Notebook Lenovo G40-70, Intel Core i5 4200U 1.6Ghz até 2.6Ghz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Lenovo, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.599,00*

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Notebook Dell Vostro 3360, Intel Core i5 3337U 1.7Ghz até 2.7GHz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000, Tela LED 13.3″ Resolução HD (1366 x 768), Leitor de cartões, Leitor biométrico, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Dell, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.399,00*

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Notebook Samsung NP300E4C, Intel Core i5 3210M 2.5Ghz até 3.1GHz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Samsung, Bateria 6 células de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço:R$1.499,00*

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Notebook Lenovo Thinkpad Edge 420, Intel Core i5 2410M 2.3Ghz até 2.9GHz, Memória 4GB, HD 500GB, Placa de vídeo AMD Radeon HD 6630M com 1GB DDR3, Tela LED 14″, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Lenovo, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.399,00*

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Notebook SpaceBR, Intel Core i5 2410M 2.9GHz, Memória 8GB, HD 500GB, Placa de vídeo Intel HD Graphics 4000, Gravador de DVD, Leitor de cartões, Tela LED 14″, USB, VGA, HDMI, Wireless, Ethernet, Webcam, Equipamento Seminovo sem avarias, Carregador original, Bateria de longa duração, Windows 7, Pacote Office, 6 Meses de garantia.
Preço: R$1.199,00*

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Notebook Dell Inspiron i14-3421-A10, Intel Core i3 3217U 1.8Ghz, Memória 4GB, HD 1TB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4400 de 1GB compartilhado, Tela LED 14”, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth 4.0, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador Dell, Bateria de longa duração, Equipamento Seminovo sem avarias, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.299,00*

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Notebook Dell Inspiron i14-2620, Intel Core i3 2375M 1.5GHz, Memória 4GB, HD 750GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000, Tela LED 14”, Gravador de DVD, Leitor de cartões, USB, VGA, HDMI, Wireless, Bluetooth, Ethernet Gigabit, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Bateria de longa duração, Aparelho seminovo sem avarias, amassados e danos, Carregador Dell, 6 Meses de Garantia.
Preço: R$1.199,00*

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Notebook Acer Aspire E1 421, AMD E-300 APU 1.30Ghz, Memória 8GB, HD 500GB, Placa de vídeo AMD Radeon HD 6310 Graphics, Gravador de DVD, leitor de cartões, Tela LED 14″, USB, VGA, HDMI, Webcam, Windows 10, Pacote Office, Carregador original, Bateria durando cerca de 2h00min, Equipamento seminovo mas muito bem conservado, Garantia de 3 meses.
R$899,00 à vista.

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Notebook Dell Inspiron 14R N4110, Intel Core i7 2640M 2.8Ghz até 3.5Ghz, 6GB memória, HD 640GB, Leitor de blu-ray disc, Gravador de DVD, Wirelles, Bluetooth, Placa de vídeo AMD Radeon HD 7400M Series, Placa de vídeo Intel HD Graphics 3000, Tela LED 14″, USB, VGA, Leitor de cartões, Webcam, Windows 7, Pacote Office, Carregador original, Bateria não segura muito tempo de carga, Garantia de 3 meses.
R$1.799,00 à vista.

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Apple Macbook Air A1466, Tela LED de 13.3″, Intel Core i5 1.8Ghz com Turbo Boost 2.8Ghz, 4GB LPDDR3, SSD 128GB, Placa de vídeo Intel Graphics HD 4000 1536MB, Wifi, Bluetooth 4.0, Porta Thunderbolt (até 10 Gbps), Câmera FaceTime HD, HDMI, carregador original, Bateria 295 ciclos durando cerca de 6h00min, modelo de 2012, OS X El Capitan, Garantia de 6 meses.
R$3.499,00

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Geração X vs Y: alguns dados curiosos com relação a trabalho e colaboração.

Geração Y

Durante o Cisco Live, que aconteceu em Cancún, no México, entre os dias 03 e 06 de novembro, a empresa de telecomunicações divulgou um estudo chamado Cisco Connected World Technology Report. Nele, profissionais da geração X (31-49 anos) foram confrontados com os da chamada geração Y (18-30 anos) em questões relacionadas à colaboração e ao ambiente de trabalho. Os resultados foram bastante interessantes, principalmente quando se leva em conta a diferença cada vez menor entre a opinião dessas duas gerações. Antes vistos como mais “liberais”, os Millenials se mostraram até mesmo mais conservadores que seus colegas mais velhos em algumas questões. Para dar alguns exemplos, quem imaginaria que uma maior parcela da geração Y prefere notas em papel do que a geração X? Ou então, que mais pessoas da geração Y se sentem mais à vontade e mais concentrados em um escritório do que em home office? Só para completar esses dados curiosos, mais pessoas da geração X (70%) estão mais à vontade em misturar trabalho e lazer do que a geração Y (55%), jogando por terra aquela história de que, quanto mais novo, mais essa barreira entre profissional e pessoal deixa de existir. Ainda assim, a nova geração se considera mais “ligada no trabalho” quando se trata de eficiência e multitarefa.

Multitasking ou Supertasking?

Um outro conceito discutido no relatório é o de “multitasking”. “Multitasking é quando a pessoa pensa que está fazendo várias coisas ao mesmo tempo, enquanto o supertasking é quando a pessoa efetivamente consegue realizar várias tarefas simultaneamente”, explica Pedro Suarez, Desenvolvedor de Negócios e Vendas da Cisco América Latina.

Hoje, o “supertasker” é o funcionário mais desejado entre as corporações e 40% dos profissionais, seja da geração X ou Y, se consideram assim. Cerca da metade dos profissionais acredita que o modelo supertasking de trabalho torna um indivíduo mais produtivo. Da mesma forma, profissionais de RH (62%) acreditam que os supertaskers aumentam a produtividade da empresa sendo que quase 2/3 dos entrevistados acreditam que até o ano de 2020, Supertasking será a qualidade mais procurada por suas empresas.

O futuro do RH no ambiente de colaboração, home office e novas gerações

Quase 6 em cada 10 profissionais de RH estariam dispostos a contratar um candidato entrevistando-o apenas por videoconferência, e grande parte dos profissionais de RH (40%) acredita que as habilidades pessoais são mais importantes para os gerentes de contratação quando se busca preencher cargos iniciantes.

Quando o assunto é horário de trabalho, mais da metade dos profissionais (tanto geração X quanto Y) afirma que está disponível e pode ser acessada para trabalho 24 horas por dia, 7 dias por semana, seja por email ou por telefone.

Ainda sobre esse assunto, o horário de trabalho flexível está em ascensão: cerca de 1/4 dos profissionais já trabalha dessa forma, ou até mesmo em casa. O curioso, aqui, é que mais de 4 em cada 10 profissionais da geração Y (maior porcentagem do que na geração X) acreditam ser mais focados e produtivos quando estão no escritório.

Flexibilidade é importante, mas não mexa no meu salário!

Em geral, os profissionais não estão dispostos a aceitar um corte salarial em troca de maior flexibilidade no trabalho (apenas 35% da geração Y e 34% da geração X topariam isso). Embora o salário seja o fator mais importante para a maioria, a flexibilidade para definir a sua própria agenda ou os recursos para trabalhar remotamente foram apontados como o fator mais importante para 1 a cada 5 profissionais das gerações X e Y.

O relatório foi feito com base em entrevistas com 1388 profissionais de 18 a 30 anos (Geração Y), 1524 profissionais de 31-50 anos (Geração X) e 827 profissionais de RH de 15 países diferentes, incluindo o Brasil. Veja o estudo completo aqui.

Abaixo, um infográfico com algumas informações curiosas do Connected World Technology Report.

cisco

Fonte: Canaltech Corporate

Como a Nestlé gerencia sua área de TI

Gerente-executivo da companhia conta como a empresa, que não possui a tecnologia como núcleo de negócio, lida com o tema

Cesar Almeida, gerente-executivo de Tecnologia da Informação da Nestlé Brasil
César Almeida, gerente executivo de TI / Nestlé Brasil

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Hoje em dia, mesmo uma empresa que não possui a tecnologia como “core business” precisa estar ligada às tendências e aberta a inovações se quiser concorrer de igual para igual no mercado. A Nestlé, empresa mundial de alimentos e nutrição, não foge desta regra.

A companhia investe pesado em inovação, e apenas neste ano, anunciou uma aplicação de R$ 60 milhões na unidade de Carazinho (RS), que terá uma nova linha com alta tecnologia para desmineralizar o soro líquido e exportar produtos lácteos para toda a América Latina. No ano passado, a Nestlé injetou quase R$ 500 milhões nas fábricas do Brasil para fomentar a tecnologia e inovação.

Além dos investimentos pontuais em fábricas, a empresa mantém 29 instalações em todo o mundo dedicadas à pesquisa e desenvolvimento, onde cerca de cinco mil pessoas usam a tecnologia para criar soluções alimentares. Se em 1866 a companhia suíça iniciou seus negócios com apenas um produto – a farinha láctea -, atualmente ela é responsável pela produção de mais de 140 itens como chocolatados, biscoitos, cafés, cereais, cereais matinais, águas, chocolates, culinários, lácteos, refrigerados, sorvetes, produtos à base de soja, petcare e outros.

Segundo Cesar Almeida, gerente-executivo de Tecnologia da Informação da Nestlé Brasil, a companhia utiliza a tecnologia em diversos setores como diferencial competitivo e acredita que o conhecimento na área deve estar focado na evolução contínua no ambiente de trabalho. Em entrevista ao Olhar Digital, o executivo conta como a gigante de alimentos gerencia seu setor de TI, quais tecnologias estão sendo adotadas pela companhia na parte administrativa e qual o perfil que um profissional responsável pela área deve ter.

Como a Nestlé avalia a importância da tecnologia dentro do seu negócio?

A Nestlé entende a importância da tecnologia e a utiliza como diferencial competitivo. Cada vez mais temos  processos que agilizam nossa tomada de decisão e garantem a integridade e veracidade das nossas informações. É importante aplicarmos todo esse conhecimento tecnológico sem modismos e com foco na evolução contínua de nosso ambiente de trabalho como um todo. De uma forma geral todos os setores utilizam a tecnologia, mas podemos destacar vendas, finanças, supply chain [cadeia de suprimentos] e técnica.

Atualmente quais são as tecnologias que a empresa utiliza?

Estamos utilizando ERP para gestão dos negócios e temos iniciativas em Cloud Computing e virtualização. Mobility é um tema que permanece no nosso radar e estamos buscando soluções que nos mantenham na vanguarda. Normalmente, as plataformas e tecnologias que adotamos são resultado de estratégia mundial, pesquisas e observação de tendências, principalmente de mercado.

Nosso ERP cobre em torno de 75% de nossa necessidade. Temos várias iniciativas nas áreas de fábricas, supply chain [cadeia de suprimento] e vendas, que utilizam soluções específicas de acordo com as  necessidades locais. Podemos destacar o Cognos, na área de Business Warehouse, o CRM [Gestão do Relacionamento com o Cliente] e Modern Trade como algumas soluções adotadas pela companhia. Adotamos o uso dos principais pacotes de softwares de mercado e, quando terceirizamos, procuramos manter o management [gerenciamento] dentro da empresa.

E o gerenciamento de TI, como acontece dentro da empresa?

Temos um CIO mundial, com uma estrutura regional e local. Os reports são localmente hierárquicos e globalmente funcionais. Ainda existe uma área de tecnologia local que acompanha as diretrizes mundiais e é responsável por garantir o suporte adequado ao mercado, incluindo o desenvolvimento para soluções que não são cobertas globalmente.

Como se dá a tomada de decisão de investimento em um grande projeto de tecnologia da companhia?

Primeiro identificamos as necessidades, depois abrimos um PLC (Projetc Life Cycle ou “Ciclo de vida do projeto”, em português), que contém todas as informações importantes, como recursos necessários – humanos e financeiros – ROI [retorno de investimento], tempo de implementação, tipo de tecnologia, entre outros.

E a parte de segurança da informação, como vocês tratam este assunto?

Temos uma equipe com responsabilidade mundial, que atua na definição da estratégia, homologação de ferramentas e criação de guidelines [guias]. Além disso, temos equipes locais, que se encarregam do cumprimento das políticas de uso adequado das ferramentas, bem como da segurança física e atualização periódica dos produtos.

Na sua opinião, como deve ser o perfil do diretor de TI hoje em dia?

Sem dúvida, o foco do profissional deve ser no negócio. É importante o conhecimento técnico e a experiência, mas a Nestlé é uma companhia de nutrição, saúde e bem estar e, com isso, nossa principal atividade deve ser alavancar os negócios com uso apropriado de tecnologia.

Quais as principais características que um diretor de TI precisa ter para manter a empresa à frente?

Precisa, acima de tudo, ser um observador com um olho no negócio e outro no mercado, buscando aculturar a inovação. Precisa ainda assegurar a utilização adequada dos recursos humanos e financeiros na manutenção e melhora contínua de todos os processos.

Gestão e TI: parceiros para o sucesso das empresas

É inegável a necessidade de todas as empresas terem informações certas para tomadas de decisão com muita rapidez

Internet

Eliel Mariano*

Gerir uma empresa, seja ela de qual porte for, não é uma tarefa fácil. Muitos empreendedores, ao partirem para a abertura de seus negócios, acreditam que irão obter sucesso somente com seu conhecimento sobre seus produtos ou serviços. E assim, tudo vai bem até a hora em que a empresa começa a ganhar corpo e é preciso administrar tudo de forma detalhada. E quando chega esse momento, como fazer?

Vamos analisar outra situação. Uma empresa, que já cresceu no mercado, já conquistou seus clientes e está de vento em popa. Tudo anda bem, até o momento em que os gestores começam a perceber uma certa desordem nos processos, feitos manualmente até então, o que implica em atrasos nas tomadas de decisões, entre outros problemas organizacionais.

Analisando os dois casos, quando surgem esses questionamentos é hora de os gestores sentarem e se organizarem, pois mesmo que eles tenham a liderança do mercado, sem ordem, não haverá progresso, mais cedo ou mais tarde.

Dessa forma, é inegável a necessidade de todas as empresas terem informações certas para tomadas de decisão com muita rapidez. Mas como fazer isso? A solução é mais simples do que pensamos, pois hoje existem diversos sistemas de TI desenvolvidos especialmente para empresas.

Mas aí surge outro impasse: o medo de gastar. Por isso, enfatizo que é preciso olhar a gestão de um outro ângulo e não conjugar mais o verbo gastar. E sim, investir. Se os administradores investissem um pouco mais e usassem sistemas que geram informações de forma muito simples, eles poderiam acompanhar realmente tudo o que acontece na empresa, sem estresses desnecessários.

Felizmente, no Brasil temos sistemas excelentes, para todos os portes de empresas, prontos e que já funcionam perfeitamente para a maioria das regras de negócios das empresas. Dessa forma, as implantações não demoram, embora haja a necessidade de treinar os colaboradores para o manuseio.

Aliás, é importante que os gestores que estão de olho na modernização de suas empresas saibam que todo sistema implementado deve ter uma equipe sempre trabalhando para melhorar o produto, atualizar as mudanças de legislação etc. Por isso, preço bom nem sempre significa um bom negócio.

De qualquer maneira, há uma luz no fim do túnel e conseguimos ver que os empresários estão começando a entender que a tecnologia está a favor de suas empresas, embora ainda explorada de forma superficial. Mas acredito que a realidade está começando a se modificar, principalmente com a chegada dos tablets no mundo corporativo.

Embora pouco explorados no mundo dos negócios, afinal ainda são vistos como ferramentas para entretenimento, os tablets são uma tendência de mercado e passarão a fazer parte do dia a dia das empresas, o que é um ponto positivo para os gestores. Isso porque, por meio desses equipamentos, é possível acompanhar tudo o que acontece em sua companhia, o que dá mobilidade para os executivos galgarem passos ainda maiores e aperfeiçoarem cada vez mais seus negócios.

* Eliel Mariano é sócio diretor da Empflex, empresa especializada no desenvolvimento de soluções para gestão corporativa.

Os 25 livros de gestão mais importantes das últimas décadas pela TIME

Uma das mais completa lista de livros para empreendedores.

 A revista americana “Time” fez uma seleção dos mais importantes livros de gestão das últimas décadas.

Considerando que é da Time, vale à pena conferir e completar a sua biblioteca.

1.The Age of Unreason (1989), de Charles Handy

A Era da Irracionalidade


Handy, então um professor visitante da London Business School, descreve na obra as dramáticas mudanças que estavam ocorrendo no cotidiano e no ambiente de trabalho no final da década de 80.

As novas tecnologias e a diminuição dos postos de trabalho de período integral, entre outros, fizeram com que fosse necessário abandonar as velhas regras e experimentar novas maneiras de trabalhar uns com os outros.

O livro do professor só cresceu em importância nas décadas seguintes à sua publicação. A ascensão da internet, o crescimento da terceirização e a explosão das redes sociais provaram que sua interpretação dos fatos estava incrivelmente precisa.

2.Built to Last: Sucessful Habits of Visionary Companies (1994), de Jim Collins e Jerry Porras

Feitas para durar – Práticas bem-sucedidas de empresas visionárias

Essa pesquisa seminal com 18 companhias visionárias, como Disney, 3M e Sony tenta revelar as práticas que levaram essas companhias a se destacar.

Os professores de negócios de Stanford, Jerry Porras e Jim Collins, descobriram que, ao contrário do senso comum, as empresas mais bem-sucedidas não são lideradas por presidentes extraordinários.

Ao contrário, o que elas têm em comum é uma forte cultura corporativa. Em outras palavras, contratam profissionais brilhantes e permitem seu desenvolvimento.

Hoje, pode parecer óbvio, mas nos anos 90 deixou muita gente de cabelo em pé.

3.Competing for the Future (1996), de Gary Hamel e C.K. Prahalad

Competindo pelo Futuro

Neste livro, Hamel e Prahalad propõem um conceito mais amplo para a definição de estratégia de negócios – uma redefinição que desde então se consolidou como a mais aceita.

Eles mostram como o planejamento estratégico é necessário a todo tempo, não apenas durante pequenos intervalos nos negócios regulares da empresa.

Entre os ensinamentos chave do livro está a necessidade de cultivar suas principais competências para não somente se adaptar aos novos tempos, mas também se antecipar às mudanças.

4.Competitive Strategy: Techniques Analyzing Industries and Competitors (1980), de Michael E. Porter

Estratégia Competitiva – Técnicas para Análise de Indústrias e da Concorrência

Por três décadas, este livro de Michael Porter tem sido o ponto de partida para os administradores que querem maximizar o lucro de sua empresa em um mercado competitivo.

O professor da Harvard Business School lista cinco forças competitivas básicas, que condensam e simplificam a complexidade da indústria e são tão relevantes hoje quanto em 1980.

Com ferramentas passo a passo para ajudar os gestores a selecionar novas indústrias e a prever como o mercado evoluirá, Porter lista três fatores competitivos básicos: custo, diferenciação e foco.

 

5.Emotional Intelligence (1995), de David Goleman

Inteligência Emocional

O que pode explicar o fato de algumas pessoas com alto QI não se darem bem, enquanto outras de QI mais modesto terem um desempenho surpreendentemente bom?

Características como autocontrole, persistência e motivação são conhecidas como inteligência emocional. Sem elas, escreve Goleman, carreiras são comumente destruídas desnecessariamente. Há esperança, no entanto, “Temperamento não é destino”, ele diz.

O autor explica que um maior QI emocional pode ser desenvolvido. Persuasivas, as idéias que o autor introduz se tornaram, desde então, meios para treinar o comportamento dos empregados e habilidades de administração.

6.The E-Myth Revisited: Why Most Small Business Don’t Work and What to Do about it (1985), de Michael E. Gerber

O Mito do Empreendedor

O mito a que se refere este livro se refere é a comum – e normalmente desastrosa – presunção de que uma pessoa que se sobressai tecnicamente ao trabalhar em uma empresa irá chegar ao comando de seu próprio negócio.

Gerber destrói o mito mostrando que, além de ser um técnico, um homem de negócios de sucesso precisa também ser um bom gerente e um empreendedor com visão de futuro para a companhia.

7.The Essencial Drucker (2001), de Peter Drucker O

Essencial de Drucke

Com uma sólida carreira de quase 60 anos, Peter Drucker, falecido em 2005, praticamente inventou a teoria da administração.

Por boa parte do século XX, ele foi o queridinho dos CEOs, aconselhando de Alfred Sloan, lendário ex-presidente da General Motors, a Andy Grove, ex-CEO da Intel.

Consagrado por conseguir pensar à frente de seu tempo, com mais de 30 livros publicados, talvez o melhor seja começar com esta versão condensada para compreender o pensamento de Drucker, uma poderosa seleção feita por ele mesmo em 2001.

8.The Fifth Discipline: The Art and Practice of the Learning Organization (1990), de Peter Senge

A Quinta Disciplina

Muitos manuais de gestão são feitos com base na análise de cases e de informações.

A epifania para a criação deste livro surgiu durante uma manhã quando Peter meditava. Senge, que fundou o Center for Organizatinal Learning da Sloan School of Management, do MIT, baseou sua obra em cinco disciplinas, ou competências, que devem ser desenvolvidas pelas empresas.

Mas o coração do livro é a quinta disciplina, batizada de pensamento sistemático, que envolve a análise do complexo sistema de relacionamentos, removendo os obstáculos para o aprendizado genuíno.

9. First, Break All the Rules (1999), de Marcus Buckingham e Curt Coffman

Primeiro Quebre todas as Regras

Este livro encoraja os gestores a abandonar as técnicas para formar lideranças que pretendem ser úteis para todas as pessoas.

Os consultores da Gallup Buckingham e Coffman fizeram mais de 80 mil entrevistas e descobriram que os melhores gestores são aqueles que escolhem as pessoas certas para o trabalho certo.

Entre outras lições da obra estão o tratamento humano aos funcionários e a orientação para ressaltar os pontos fortes dos profissionais ao invés de suas fraquezas.

10.The Goal (1984), de Eliyahu Goldratt

A Meta

O livro de Eliyahu Goldratt’s é atípico entre as obras de administração por pelo menos duas razões. Primeiro, Goldratt não era um titã da indústria, não lecionava em uma escola de negócios, nem atuava como consultor, mas sim como médico.

Em segundo lugar, “A Meta” é um livro de ficção centrado no gestor Alex Rogo, que tem três meses para transformar uma planta industrial que não gera lucro em uma operação eficiente.

Rogo usa os métodos socráticos para ajudar a melhorar seu casamento e depois para revolucionar a fábrica.

11. Good to Great: Why Some Companies Make the Leap … and Others Don’t (2001), de Jim Collin

Empresas Feitas para Vencer – Good to Great

Este livro sugere ao leitor descobrir o que é necessário para transformar o bom em ótimo e como transformar uma boa organização numa organização que gera excelentes resultados sustentáveis. Trata, essencialmente, de uma coisa: os princípios atemporais do processo de transição de boa empresa para grande empresa.

12.Guerilla Marketing (1984), by Jay Conrad Levinson

Marketing de Guerrilha

Da mesma forma que a guerra de guerrilha mudou o modo como as pessoas pensavam sobre a guerra e os conflitos,o conceito de marketing de guerrilha de Jay Conrad Levinson reformulou como as pequenas empresas pensam em promover-se.

Levinson defendeu usar mais o cérebro.

Não pendurar um banner para anunciar uma venda;doar produtos na rua. Não colocar anúncios caros; puxar um golpe de relações públicas para a publicidade gratuita.

Vinte e cinco anos depois, impérios foram construídos usando estas idéias.

13.How to Win Friends and Influence People (1936), de Dale Carnegi

Como fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Em sua 48º edição , com mais de 30 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo,” Como fazer amigos e influenciar pessoas” é considerado um dos principais livros no genêro, influenciando com ótimos conceitos a todos no âmbito pessoal e profissional.

 

14. The Human Side of Enterprise (1960), de Douglas McGregor

Gerenciando o Lado Humano da Empresa

 Este livro aplica o pensamento e McGregor ao mundo empresarial de hoje, provando, mais uma vez, que o aspecto humano do trabalho é fundamental para a eficácia organizacional. O autor em Foco sugere ainda como mudar a forma de pensar e implementar as idéias de McGregor na própria empresa e no ambiente de trabalho.

 

15.The Innovator’s Dilemma (1997), de Clayton Christensen

O Dilema do Inovador

O autor, professor associado da Harvard Business School, pergunta por que algumas empresas bem geridas com novas tecnologias e serviços de qualidade ao cliente ainda podem vacilar. Sua própria pesquisa trouxe uma resposta surpreendente.

Christensen sugere que se baseando na satisfação do cliente  e ” necessidades atuais”, as empresas não conseguem se adaptar ou adotar as novas tecnologias que atendem as necessidades dos clientes ou necessidades futuras, e ele argumenta que estas empresas acabarão ficando pra trás.
O autor chama esse fenômeno de “tecnologia disruptiva” e demonstra os seus efeitos em indústrias tão diversas como a fabricação de disco rígido e varejos.
Ele passa a oferecer soluções, proporcionando estratégias de antecipação de mudanças nos mercados.
 

16. Leading Change (1996), de John P. Kotter

Liderando a Mudança

Kotter, neste livro, diz que os métodos usados pelos executivos para tentar transformar suas empresas em concorrentes mais fortes (como gestão de qualidade total, reengenharia, rightsizing, reestruturação, transformação cultural e turnaround) não são suficientes, porque eles não conseguem mudar o comportamento. Ao enfatizar a necessidade crítica da liderança para fazer com que a transformação aconteca, o livro oferece a experiência e os modelos de papéis positivos já vivenciados por outrem para que os líderes os imitem, além de identificar oito etapas pelo qual toda empresa deve passar para atingir sua meta.

17. On Becoming a Leader (1989), de Warren Bennis

Torna-se um Líder 

O guia do guru de liderança Warren Bennis  serve mais como um livro de auto-ajuda do que um tutorial de negócios para aperfeiçoar seu líder interior.

Benni chama a escassez de líderes eficazes uma “doençasocial”, caracterizado pelo pensamento míope e uma falta de auto-consciência.  A solução?

Aperfeiçoar sua “voz interior”, cultivando uma paixão por aquilo que você faz, e construção de confiança entre os seguidores.

18. Out of the Crisis (1982), de Edwards Deming

Saia da Crise

Apresenta a teoria de Deming, baseada nos 14 pontos de administração. Segundo ele, a ausência de planejamento para o futuro resulta em perda de mercado e menor oferta de emprego. Os administradores não devem ser avaliados apenas em função dos balanços, mas em função dos planos que são capazes de conceber para manter a viabilidade das empresas, proteger os investimentos, garantir a geração de dividendos no futuro e aumentar a oferta de empregos mediante o aperfeiçoamento de produtos e serviços.

19.My Years with General Motors (1964), de Alfred Sloan 

Meus Anos com a General Motors

A Economist o considera o mais original dos executivos-chefes e pensadores das teorias organizacionais de todo o século XX. Seu livro “Meus Anos com a General Motors” se tornou um clássico da gestão.

O livro foi escrito por Alfred Sloan com a ajuda de John McDonald, um editor da revista Fortune, e de um jovem historiador chamado Alfred Chandler. Sloan construiu sua reputação como presidente da GM, cargo que assumiu em 1923.A maneira por meio da qual ele reorganizou a empresa se tornou o modelo para quase todas as entidades corporativas no resto do século XX. Ele dividiu a GM em unidades autônomas que ficaram sujeitas apenas aos controles financeiro e político de uma pequena equipe central.

20. The One Minute Manager (1982), de Kenneth Blanchard e Spencer Johnson

Gerente-Minuto

O livro traz uma nova proposta de gerenciamento de pessoal adotada por empresas de diversas áreas e baseada em três princípios básicos: estabelecer objetivos, usar o reforço positivo e lançar mão da repreensão como instrumento de redirecionamento.

21.Reengineering the Corporation: A Manifesto for Business Revolution (1993), de James Champy e Michael Hammer

Reengenharia – Revolucionando a empresa em função dos clientes, da concorrência e das grandes mudanças da gerência

 A Reengenharia traz um novo conceito para as empresas deste século: “O repensar fundamental da reestruturação radical dos processos empresariais que visam alcançar drásticas melhorias em indicadores tais como custos, qualidade, atendimento e velocidade”

Michael Hammer e James Champy (1994), afirmam que a chave para a reengenharia está no abandono das noções básicas em que a organização se fundamenta e das teorias antiquadas sobre a divisão e organização do trabalho, pois esses métodos já não funcionam mais em um mundo onde as mudanças ocorrem em grande velocidade.

22.The 7 Habits of Highly Effective People (1989), de Stephen R. Covey

Os Sete Hábitos das Pessoas altamente Eficazes

Esta miniedição é uma adaptação que reúne os tópicos essenciais do programa de sete passos desenvolvido por Stephen R. Covey, que pretende mostrar como alcançar a paz de espírito e adquirir confiança por meio dos princípios que caracterizam as ações bem-sucedidas e a felicidade duradoura.

23.The Six Sigma Way: How GE, Motorola and other Top Companies are Honing Their Performance (2000), de Peter S. Pande, Robert P. Neuman e Roland R. Cavanagh

Estratégia Seis Sigma


Estratégia Seis Sigma é um guia abrangente para a aplicação do Seis Sigma no mundo real em todos os setores industriais. Os autores Peter Pande, Robert Neuman e Roland Cavanagh oferecem uma abrangente orientação sobre Seis Sigma – mostrando o que há por trás do movimento, os resultados que está produzindo e, o que é mais importante, como implementar o sistema da forma que melhor se encaixe nas suas circunstâncias.

 

24.Toyota Production System (1988), de Taiichi Ohno 

Sistema Toyota de Produção

Taiichi Ohno é considerado o “pai” do Sistema Toyota de Produção. Este livro, escrito por ele e publicado em 1988, traz as inovações que caracterizam o Sistema dentro do contexto histórico em que foram surgindo e sendo implementadas. Trata-se de uma referência fundamental, em que Ohno mostra quais eram os problemas da produção em massa na indústria automobilística e como a Toyota veio a superá-los.

  

25. Who Moved My Cheese? (1998), de Spencer Johnson

Quem Mexeu no meu Queijo?

Uma parábola que revela verdades profundas sobre mudança. Dois homens e dois ratinhos vivem num labirinto a procura de queijo – uma metáfora do que se deseja possuir na vida.
Sua mensagem é simples: Abrace a mudança porque é inevitável.

 

 

 

Redes sociais influenciam 44% das empresas brasileiras a desclassificar candidatos em processos seletivos, afirma pesquisa

Informações negativas ou fotos inadequadas no Facebook, Twitter e Orkut podem determinar a avaliação

Por Rafael Farias Teixeira

As redes sociais passam a exercer um papel decisivo também nos processos seletivos de empresas. É o que afirma a Pesquisa Internacional de Mercado de Trabalho realizada pela empresa de recrutamento Robert Half com 2.525 executivos das áreas de finanças e de recursos humanos de 10 países. Para 44% dos brasileiros entrevistados, aspectos negativos encontrados em redes como Facebook, Twitter e Orkut seriam suficientes para desclassificar um candidato no processo de seleção. “A principal preocupação dessas empresas é constatar que o perfil nesses meios é muito diferente do que foi descrito no currículo”, afirma Ricardo Bevilacqua, diretor da Robert Half para a América Latina. Apenas 17% afirmam não se deixar influenciar pelas redes sociais, enquanto os 39% restantes dizem que fariam uma entrevista antes de tomar a decisão final.

Os executivos brasileiros também afirmaram que utilizam a rede LinkedIn para verificar a veracidade das referências apresentadas nos currículos dos candidatos a uma vaga de emprego. 46% deles fazem isso sempre, enquanto 43% fazem essa verificação apenas com os candidatos que já foram entrevistados. Mas como discernir que aspectos da rede fazem parte apenas da vida pessoal da pessoa? “ Quem contrata sempre busca aspectos profissionais na hora de descartar o candidato; as questões pessoais são analisadas em outro nível, como, por exemplo, saber se o candidato faz algum tipo de trabalho voluntário, o que com certeza conta como um ponto positivo”, afirma Bevilacqua. “Os temas que mais causam desclassificação são relacionados a sexo e a qualquer tipo de discriminação.”

O que as empresas querem
Para Bevilacqua os processos de recrutamento no Brasil estão se tornando cada vez mais desenvolvidos, aproximando-se de padrões internacionais. “As empresas sabem que precisam ser mais assertivas nesse aspecto, porque os custos relacionados a uma contratação errada são muito altos”, explica.

Segundo a pesquisa, a primeira coisa que a maior parte (36%) das empresas brasileiras analisa em um currículo é a experiência profissional do candidato; 29% delas buscam as qualificações profissionais, que seriam adquiridas em trabalhos anteriores, e 13% conferem primeiro a formação do candidato.

Todas as empresas sabem que, para conseguir vantagem no processo seletivo, alguns concorrentes à vaga costumam exagerar no currículo. Para 48% dos entrevistados, o candidato faz isso nas responsabilidades que teve no seu trabalho anterior ou atual; 46% acreditam que isso ocorre nas habilidades em idiomas; 42% afirmam que eles exageram na hora de explicar os reais motivos para deixar seu trabalho anterior / atual. Nenhuma das empresas entrevistadas afirmou que acredita que os concorrentes não mentem em nenhum dos quesitos listados.

Cisco Cius: primeiras impressões

Cisco anunciou o Cius, seu tablet voltado para o mercado corporativo, no dia 29 de junho de 2010. Apenas um ano depois (o lançamento foi em 31 de julho de 2011) a companhia traz o dispositivo Android ao mercado. No Brasil, ele será comercializado apenas pelos canais de venda da fabricante.

O dispositivo suporta integração com desktop virtual e as tecnologias de colaboração e comunicação móvel, além de trazer telepresença, streaming de vídeo HD e em tempo real, conferências com vários membros, e-mail, mensagens, navegação na internet e capacidade de criação e edição de documentos na nuvem.

Ele pesa 520 gramas, têm câmera frontal de 5 megapixels que grava em 720 pixels(HD)e que consegue transmitir mais de 30 frames por segundo; a tela sensível ao toque tem tecnologia super VGA desenvolvida para streaming de vídeo em tempo real. O aparelho também tem um botão único para suporte ao Cisco Telepresence que funciona quando o tablet está na dockstation ou quando opera em rede Wi-Fi.

Nos Estados Unidos, ele virá com suporte 3G e possibilidade de atualização para 4G. No Brasil, esta versão estará disponível apenas no final do ano, isso porque a Cisco ainda está em período de negociações com as operadoras de telefonia móvel do País.

A duração da bateria do aparelho é de oito horas e ele ainda vem com dois microfones que anulam barulhos externos.

Durante a entrevista e demonstração, nota-se que a qualidade da imagem é realmente boa e que, mesmo com os problemas relativos à rede de telecomunicações do Brasil, ela não ficava travando – é lógico que a Cisco tem uma infraestrutura adaptada para este tipo de tecnologia, mas vale o relato. O gerente de negócios da companhia para o País, Ricardo Ogata, afirmou que mesmo em redes menos adaptadas o Cius funciona bem para videochamadas.

No site da companhia, a informação é que o tablet virá com Android 2.2 Froyo, porém com capacidade de atualização para o 2.3. Ainda com a possibilidade de download de uma versão mais nova, o aparelho terá um sistema operacional desatualizado. Outro ponto negativo é a qualidade da câmera, que não grava em Full HD – apesar de não ter feito muita diferença para mim na hora da exibição, algumas pessoas podem sentir falta de uma gravação com qualidade de imagem de 1.080 megapixels.

Gostei bastante da possibilidade de poder acessar o desktop pelo tablet, isso possibilita que o usuário deixe o PC ou notebook no escritório e utilize somente o Cius.

A Cisco fez questão de frisar que o aparelho será vendido apenas para o  mercado corporativo, mas ainda fica a dúvida sobre como a empresa vai competir em um mercado dominado pelo iPad e por outros produtos que foram lançados mais cedo e com mais atrativos. Segundo Ogata, o mercado é grande e há espaço para todos.