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Vendas pela internet

cláudia rocha cdlbh

Cláudia Rocha destaca a importância do investimento em marketing neste tipo de negócio

 

O comércio eletrônico, modalidade de vendas que cresce a cada dia no país, foi tema de uma palestra ministrada na reunião quinzenal do CDL Jovem, na sede da CDL/BH, pela consultora e especialista em e-commerce, Cláudia Rocha.

A especialista abordou sobre as características das vendas pela internet, principais vantagens para o empresário, evolução desta modalidade de negociação e sobre os principais passos para quem deseja abrir uma loja virtual.

 

Segundo a consultora, existem muitas vantagens para uma empresa passar a vender também pela internet: o negócio é aberto 24 horas por dia, pode conquistar clientes de qualquer parte do mundo, tem um custo de pessoal menor, investe basicamente em atendimento, logística e marketing, e parte dos custos é proporcional às vendas efetuadas.

 

Para abrir uma loja virtual, o primeiro passo é planejar muito, pois, de acordo com Rocha, grande parte dos negócios fracassa por falta de planejamento. O empresário tem que conhecer muito sobre o segmento em que vai atuar, saber quem são seus potenciais clientes, conhecer os concorrentes e como eles trabalham. Rocha afirma que atualmente existem muitos mercados saturados e é preciso sair fora deles, pois não é possível concorrer com grandes players, e a solução é procurar um diferencial competitivo. Esse diferencial pode estar na segmentação, ou fazer o que ninguém fez ainda. Mas nesse caso, segundo a especialista, é bom ter pressa, para que ninguém lance a ideia antes.

 

O próximo passo é escolher a infraestrutura do site. De acordo com Rocha, o custo para criação de um site de e-commerce varia de acordo com a plataforma a ser utilizada e as formas de pagamento. Também é necessário investir em mecanismos de segurança tanto para o cliente, quanto para evitar fraudes na empresa.

 

Na operação da loja virtual, Rocha afirma serem essenciais um serviço de atendimento ao consumidor, investir em logística para que cumpra os prazos e mantenha o controle de estoque corretamente, e um cuidado especial no cadastro dos produtos, pois é da forma como eles são escritos que o Google o encontra nas buscas.

 

Rocha aconselha ainda um investimento em marketing, e salienta ser importante a divulgação dos produtos pela internet. “Se o seu cliente está na internet, é lá que você tem que estar também, mostrando que sua empresa é real e confiável”, afirmou. Divulgação em redes sociais, grandes portais, sites comparadores de preço, e-mail marketing e links patrocinados no Google, são outras indicações da especialista para divulgação.

Brasil é o país que mais recebe ataques crackers na internet

Território brasileiro recebeu, só no mês de maio, 50,2% do total de invasões em toda a América Latina

Computador

Uma recente pesquisa da RSA, divisão de segurança cibernética da EMC (NYSE: EMC), posiciona o Brasil como o principal alvo de criminosos digitais na América Latina. O país recebe atualmente 50,2% dos ataques de crackers e outras ações fraudulentas.

Segundo Roberto Regente, vice-presidente da RSA para América Latina e Caribe, o bom momento da economia brasileira e o crescimento do mercado de internet transformaram o país em uma fonte atrativa para atuação de criminosos. “O Brasil é hoje o quarto maior mercado de PCs do mundo e tem uma população muito conectada”, afirma.

Em segundo lugar no ranking vem a Colômbia, com 24,3% das ações fraudulentas, e em terceiro o Chile, com 21,4%. México e Equador viram números de ataque muito menores no mês passado, e ocupam respectivamente a quarta e quinta colocação (1,5% e 1,2%). O restante dos países é responsável por menos de 1% do volume total de ataque registrado na região.

O relatório aponta que o phishing se tornou a principal maneira de ataque aos computadores. O método é uma forma de fraude eletrônica, caracterizada por tentativas de adquirir informações sigilosas de usuários na internet.

A pesquisa revela ainda que 40% das fraudes vêm de endereços hospedados nos Estados Unidos. “As empresas precisam estar atentas a esses crimes e buscar produtos e serviços mais seguros. Paralelo a isso, é necessário investir também em educação e conscientização para reduzir essas ações criminosas”, alerta Regente.

Cartomantes usavam o Google e redes sociais para buscar informações dos clientes

Ao invés de se conectar com os mortos através de uma linha espiritual, mulheres espionavam a vida dos clientes na internet

cartomantes do Google
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Duas cartomantes romenas foram descobertas como verdadeiras fraudes. Ao invés de preverem o futuro ou se conectarem com os mortos através de uma linha espiritual, elas buscavam por informações dos seus clientes no Google e redes sociais.

Segundo o site Austrian Times, elas procuravam imagens de amigos e familiares falecidos dos clientes para saber os nomes dos finados e como eles eram fisicamente. Com o “poder” da internet nas mãos, as cartomantes, então, conseguiam persuadir seus clientes.

Uma mulher foi convencida a jogar seu dinheiro em um lago para se livrar dos problemas, mas, quando chegou ao local, uma figura estranha saiu da água e a assustou. Em pânico, a moça largou a sacola de dinheiro por lá e a quantia não foi mais encontrada.

Após o episódio, a polícia descobriu que a “entidade” que saiu do lago era um cúmplice das cartomantes, que tinha se vestido com trajes estranhos apenas para assustar a cliente e roubar seu dinheiro. Agora, as mulheres estão enfrentando acusações sob a Lei de Segurança Nacional.

Nove hackers são presos por fraude bancária no Brasil

Nove hackers foram detidos nesta terça-feira (14/02), pela polícia civil do Mato Grosso, acusados de fraudes contra correntistas do Banco do Brasil. De acordo com comunicado do órgão, foi cumprido mandado de prisão temporária, que tem duração de cinco dias, e 13 ordens de busca e apreensão em cinco Estados. A operação foi denominada Orion.

 

Pelas informações, os  crimes foram praticados por meio do internet banking e afetaram clientes de cinco regiões.  Os presos estão envolvidos em crimes de furto qualificado mediante fraude, formação de quadrilha, interceptação telemática ilegal (Artigo 10, Lei 9.296/96), violação de sigilo bancário (LC 105/2001).

As investigações iniciaram há oito meses pela Gerência de Combate aos Crimes de Alta Tecnologia (Gecat). A equipe da delegada da Gecat, Maria Alice Barros Martins Amorim, chegou até um aplicativo, desenvolvido por um hacker, capaz de furtar dados de correntistas do Banco do Brasil, boa parte por e-mail, com técnica de phishing, com o uso de página falsa do banco.

 

O Brasil registrou pouco mais de cem mil incidentes de segurança na internet no terceiro trimestre de 2011, de acordo com o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br). O número corresponde a uma queda de 21% em relação ao trimestre anterior, mas a um aumento de 152% em relação ao mesmo trimestre de 2010.

 

A pesquisa aponta que as notificações relacionadas a tentativas de fraudes apresentaram um aumento de 3% em relação ao segundo trimestre e um aumento de 35% em relação ao mesmo período de 2010. Ocorreu um aumento de 16% no número de notificações de páginas falsas de bancos e de sítios de comércio eletrônico (phishing clássico) em relação ao trimestre anterior. No entanto, essa categoria sofreu um aumento de 45% em relação ao terceiro trimestre de 2010.

 

Operação

A operação “Orion”, que significa “O Grande Caçador”, foi desencadeada em Cuiabá pela Gerência de Combate aos Crimes de Alta Tecnologia (Gecat), da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Mato Grosso, e nos Estados do Rio Janeiro, São Paulo, Bahia e Ceará, com o apoio da Delegacia de Repressão as Ações Criminosas Organizadas (Draco), Polícia Civil dos Estados de São Paulo, Bahia e Ceará.

 

 

Para a operação, foram mobilizados mais de 100 policiais civis, entre delegados, investigadores e escrivães, dos cinco estados com mandados de prisão e busca e apreensão decretados. As ordens de buscas são acompanhadas por peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Mato Grosso.

 

Anonymous

 

 

Na última semana, um autointulado braço do grupo Anonymous no Brasil promoveu ataques a diversos bancos nacionais, entre eles o Banco do Brasil, HSBC e Bradesco, com o intuito de tirar as páginas do ar. O objetivo, explicou o grupo, era alertar a população sobre a corrupção no Brasil.

Procon divulga lista de sites que não entregam produtos

Órgão ajuda o consumidor a evitar fraudes, golpes, uso indevido dos dados pessoais, entre outros problemas.

Alguns fornecedores também não são encontrados em seus endereços oficiais

Alguns fornecedores também não são encontrados em seus endereços oficiais

O dia das mães é a segunda data mais lucrativa para o comercio eletrônico, atrás apenas do Natal, e para comemorar a ocasião, muitos sites fazem promoções especiais.

Usufruir dessas facilidades, no entanto, requer alguns cuidados para evitar fraudes, golpes, uso indevido dos dados pessoais, entre outros problemas.

Para ajudar o consumidor a não comprar em sites golpistas, o Procon de São Paulo divulgou uma lista de 20 endereços de comércio eletrônico que, segundo o órgão, possuem reclamações de pessoas que pagaram e não receberam a mercadoria.

O órgão também constatou que alguns fornecedores, além de não entregarem os produtos, não são encontradas em seus endereços oficiais.

As notificações encaminhadas a essas empresas pelo Procon têm retornado com informações como “mudou-se” e “endereço inexistente”.

Cabe destacar que entre os sites denunciados alguns permanecem ativos, oferecendo produtos.

Para visualizar o nome das empresas, com destaque para aquelas cujos sites permanecem no ar, clique aqui.

Cuidados

O Procon também divulgou algumas dicas que devem ser tomadas aos consumidores que forem comprar pela internet:

– Antes de fechar a compra, faça pesquisa no site da Fundação Procon-SP, para verificar se a empresa tem registro de reclamações

– Desconfie de preços abaixo da média do mercado

– Verifique no site registro.br os dados da empresa, tais como, razão social, endereço, CNPJ. – – Se o domínio for .com ou .net, cheque onde o site está hospedado através dos seguintes sites: whois.domaintools.com, who.is, whois.com; fique atento se o site estiver hospedado fora do Brasil

– Desconfie de sites que exigem depósito em conta corrente de pessoas físicas ou depósitos em caderneta de poupança

– Consulte as redes sociais para verificar se existem registros de reclamações

– Verifique o endereço físico da empresa, telefones, e-mails e quais os procedimentos para reclamação, devolução, garantias, etc

– Guarde todos os dados das compras: o nome do site, itens adquiridos, valores pagos, número do protocolo da compra ou pedido

– Exija sempre nota fiscal da compra