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O melhor empreendedor de 2013, segundo a Inc

Aaron Levie tem 28 anos e uma empresa avaliada em mais de 1 bilhão de dólares

Aaron Levie, da Box

 

 – Com 20 milhões de usuários, em 180 mil empresas, e uma avaliação de mais de 1 bilhão de dólares, o empresário Aaron Levie, da Box, uma plataforma para compartilhar e criar arquivos na nuvem, foi eleito o empreendedor do ano pela revista americana Inc.

Segundo a reportagem, Levie criou a empresa em seu quarto, enquanto ainda estudava na University of Southern California, em 2005. A empresa mais que dobra de receita todo ano, chegando a quase 100 milhões de dólares em 2013. Mais de 900 funcionários ocupam escritórios em Los Altos, São Francisco, Londres, Paris e Munique.

Entre os planos para 2014 está a abertura de capital da companhia, que já recebeu mais de 300 milhões de dólares em investimento e está avaliada em 1,2 bilhão de dólares.

Para a publicação, Levie é o empreendedor do ano por ter um senso de ousadia e uma capacidade de mudança invejáveis. Quando percebeu o movimento de armazenamento na nuvem, com empresas como o Dropbox, Levie mudou seu foco de usuários comuns para empresas. “Ele superou seus medos. Ele era, e é, livre de idéias e modelos antigos, e continua tomando boas decisões”, diz a revista.

Fonte: Exame.com

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Ao empreender, pense no prejuízo e esqueça o lucro


Um dos brasileiros mais criativos do mundo ensina um conceito diferente de empreendedorismo
O empreendedor Flavio Pripas e seu sócio Renato Steinberg são donos de um título invejável: no ranking anual da revista FastCompany ambos conquistaram o 54° lugar entre os 100 mais criativos do mundo em 2012, graças ao site Fashion.me.Em 2008, eles criaram uma espécie de rede social de moda, com montagens de looks e dicas de estilo, que lhes rendeu uma reviravolta. Em seis meses, o site, inicialmente criado para suas esposas com um investimento de R$ 30 por mês, conseguiu reunir 15 mil visitantes por dia, e a dupla resolveu largar os empregos no mercado financeiro para se dedicar ao projeto.

A criatividade foi essencial para que o site alcançasse o sucesso, mas Pripas disse que foi preciso muito mais do que inovação. Em entrevista ao Olhar Digital, o empresário conta como desenvolveu um projeto completamente fora de seu mundo e divide dicas valiosas para quem pensa em abrir seu próprio negócio. Uma delas, talvez a mais importante, recomenda que o empreendedor esteja preparado para o prejuízo.

Reprodução

Conte como começou o Fashion.me e qual era o contexto do mercado brasileiro de internet naquela época.

Renato e eu nos conhecemos em 2008 na JP Morgan e nossas esposas queriam abrir uma loja de roupas. Como não queríamos investir muito dinheiro em algo que não conhecíamos, pensamos em usar a internet. Percebemos que no ambiente online não precisaríamos desembolsar muito. A ideia inicial era um site que combinava looks, que podiam ser divulgados ali mesmo. As pessoas comentavam as combinações e davam suas sugestões.

Na época, o Orkut estava em grande evidência no Brasil e os blogs de moda começavam a surgir. Pensamos, então, que as esposas poderiam ‘frequentar’ estes blogs convidando as leitores e blogueiras a conhecer o site, que ainda se chamava BYMK [uma referência ao nome das esposas, Marcela e Karen].

Sem investimento nenhum, apenas os R$ 30 pagos pelo hosting, [Flavio e Renato programaram o site], em seis meses tínhamos 15 mil usuários por dia. Nesta mesma época, Renato e eu nos trancamos durante um fim de semana para resolver se tocaríamos o site ou fecharíamos, já que estava impossível conciliar o trabalho e o projeto. Decidimos largar os empregos, mas não tínhamos ideia de como monetizar o site.

Então, um mês depois, no dia das mães, uma agência de publicidade entrou em contato com a gente para fazer uma campanha, mas eles queriam 70% do lucro. Achamos que a conta não estava certa e fomos atrás de um concorrente. Acabamos fechando com a Renner. Em cinco dias de campanha foram criados 1.264 looks para as mães, um verdadeiro sucesso. Depois desta primeira movimentação financeira no site, fechamos outras parcerias que mantemos até hoje. Em 2012 veio a injeção de capital da Intel e da 500 Startups.

Ainda estamos experimentando muitas coisas para que a empresa se torne sustentável. Sinceramente ainda estamos longe da onde podemos chegar.

Foi difícil decidir largar tudo? O que vocês levaram em consideração? E quais dicas daria para quem vive este dilema?

Pensamos em algo que só depois fomos descobrir que se tratava de uma teoria de empreendedorismo diferente, chamada ‘effectuation’. Esta escola de pensamento é baseada em 4 pilares que sempre seguimos naturalmente. O primeiro pensamento foi: quanto tempo podemos sobreviver sem trabalho e rentabilidade no site? Colocamos isso no papel e pensamos que tínhamos seis meses para nos dedicar e, caso tudo desse errado, voltaríamos para o mercado financeiro.

Este é o primeiro pilar da teoria e é chamado de ‘perdas suportáveis’. Seguimos isso até hoje, mas, obviamente, isso vai mudando durante o projeto e vai ficando mais confortável com o passar do tempo. Hoje podemos nos dedicar mais tempo, pois tivemos a injeção de capital. Mas se o dinheiro acabar e não conseguirmos o lucro necessário teremos de abandonar o barco.

O segundo pilar é o ‘futuro imprevisível’. Temos de estar preparados para lidar com surpresas e isto está ligado ao terceiro pilar: ‘testar possibilidades’. Temos de tentar de tudo para ver o que dá ou não dá certo. A dica é ficar de olho aberto. Por fim, o quarto pilar fala de ‘crescimento por meio de parcerias’, algo que fazemos bastante com a Abril, Globo, MTV, portal MSN e etc. As parcerias servem para dar impulso e experimentar coisas que sozinhos não conseguiríamos. Enfim, sem querer sempre seguimos estes conceitos e acho que eles podem ser muito bons para quem está em um mercado desconhecido.

Reprodução
Renato Steinberg e Flavio Pripas, sócios do Fashion.me 

Quais outras dicas você daria para quem está começando?

Desde o primeiro dia em que resolvemos nos dedicar ao site começamos a correr atrás de investidores e conhecimento. Frequentei eventos de empreendedorismo, iniciei uma rede de relacionamento e fui entendendo melhor como funciona este mundo empreendedor. Acredito que o ativo mais importante é uma boa rede de contatos. Desta forma você entende quais são os tipos de investidores e consegue distinguir qual é o melhor investidor para seu negócio.

Outra dica importante é falar com o maior número de pessoas possível e nunca guardar uma ideia pra si. O brasileiro é muito restritivo em compartilhar ideias e isso é uma besteira. Cada vez que você compartilha algo, esta ideia é melhorada. Esse negócio de roubo de ideia é relativo e sempre sou bem enfático ao tocar no assunto: se roubaram sua ideia a culpa foi sua de não ter sido competente suficiente de desenvolvê-la antes. Quem sempre vai ganhar o mercado é aquele que executar primeiro e melhor. Neste mundo o ideal é pedir dicas, indicações, conversar e, obviamente, executar suas ideias.

Hoje em dia eu acho praticamente impossível um investidor apoiar uma ideia apenas, pois está muito fácil de executá-las. Eles vão investir nas pessoas que demonstram capacidade de execução, por isso que um protótipo, de 10% a 20% do que será a ideia, é essencial para vendê-la. O investidor precisa ver o produto mínimo viável.

Atualmente quais segmentos você vê oportunidades para empreender?

Ainda tem muito espaço para ser explorado. Esta transformação do mercado brasileiro tem cerca de 15 anos e ainda tem muita coisa para ser criada. Vejo que o hardware é um mercado muito complicado e eu enxergo poucas oportunidades. Mas, tem um projeto de hardware que eu me apaixonei, chamado Metamáquina, de impressoras 3D. Acho que é um dos únicos de sucesso no país.

Ao meu ver, a grande tendência hoje nos Estados Unidos, e que deve chegar nos próximos anos aqui no Brasil, é o Big Data. Trata-se da análise de grandes quantidades de dados desestruturados. Análises semânticas e de sentimentos. É uma grande oportunidade em software. Já algo mais próximo do cenário brasileiro é o mobile. Todas as camadas sociais da população terão smartphones nos próximos dois anos e isso significa oportunidade de negócios.

Também compartilho do pensamento de Mark Zuckerberg, acredito que todos deveriam saber desenvolver. Programar é sistematizar o problema para a máquina entender. Renato e eu fizemos o nosso próprio site e acho que isso fez muita diferença.

Como inovar no modelo de negócio

As maiores oportunidades para novos negócios estão no modelo de negócio. O ponto chave é encontrar uma forma de substituir uma tarefa pessoal ou um processo de maneira mais conveniente e barata. O desafio de um empreendedor é criar um modelo que use tecnologias para simplificar a vida das pessoas. Desenvolver uma inovação tecnologia requer tempo, investimento e é para poucos. Criar um modelo de negócio inovador requer criatividade e está ao alcance de todos.

O principal fator do extraordinário crescimento da Apple não foram suas inovações tecnológicas, mas a criação de um modelo inovador de negócios. Criar o iTunes e a Apple Store gerou uma ruptura no mercado de música e uma enorme oportunidade para pequenos empreendedores de softwares para o iPhone e iPad. O resultado foi maior conveniência para os usuários do iPhone.

O eBay transformou a forma das pessoas venderem e comprarem produtos usados e artesanais no universo da internet. Por exemplo, um colecionador de selos tinha que percorrer várias lojas filatélicas para aumentar sua coleção. Depois do eBay, os filatelistas fazem negócios online.

O primeiro passo para criar um novo modelo de negócios é observar o cotidiano das pessoas e os processos das empresas. A descoberta de uma oportunidade de negócios está nos detalhes. O objetivo é encontrar algo que possa substituir com maior facilidade e custo baixo uma ou mais atividades das pessoas e empresas. Se possível, identificar uma forma de digitalizar essa atividade usando um software, de preferência que possa ser utilizado em equipamentos móveis (smartphones e tablets).

O segundo passo é testar se o modelo de negócio será aceito pelas pessoas e empresas. Testar é diferente de pesquisar. Faça um protótipo é tente vender. Se as pessoas comprarem, siga em frente para aperfeiçoar e lançar o negócio em larga escala.

Provavelmente, você terá que desenvolver muitos modelos de negócios até achar um que funcione. Não entenda como fracasso os modelos que não foram aceitos pelas pessoas. Considere um processo de aprendizado.

Eduardo Fagundes
Empresário no setor de energias renováveis, professor e consultor de inovação

10 franquias para abrir com investimento de até R$ 10 mil

O mercado de franquias tem sido a chance que muita gente esperava para virar dono do próprio negócio. O apoio da franqueadora e o negócio testado estão entre as vantagens vistas pelos empreendedores. Mesmo quem não tem muito dinheiro para investir inicialmente encontra oportunidades. Hoje, existe um mercado que pode se encaixar nesse perfil: o das microfranquias, que custam até 10 mil reais.

Leia também:
Como as redes sociais podem ajudar os microempreendedores
Livros que te ensinam a ser um bom líder

Mas como fazer parte desse segmento? O jornalista e diretor de comunicação Luiz Rodrigues da empresa virtual Oficialize – plataforma on-line que realiza e oferece consultoria para abertura de empresas – esclarece algumas questões sobre empreededorismo. Aproveite e veja algumas opções de microfranquias.

 

O que é uma franquia?

 

Muitas pessoas associam apenas com redes de fast-food , mas existem mais de 100 tipos de franquia em todas as categorias. Basicamente, são licenças de empresas já constituídas – vendidas por aqueles que as criaram – exemplo a franquia Cacau Show.

 

Quem vende é o franqueador e quem compra e executa é o franqueado. Existem regras e diretrizes já estabelecidas pelo franqueador.

 

Como saber se realmente é um bom negócio para ser investido?

 

Um das melhores formas de analisar um mercado é ter acesso a quantidade de pessoas que buscam por determinado produto ou serviço num certo intervalo de tempo. É válido contratar empresas que fazem pesquisas de mercado, ou então, realizar um levantamento na internet.

 

Uma das vantagens de abrir uma franquia é aproveitar a imagem corporativa já estabelecida – a marca da empresa – pois os consumidores tendem a comprar mais de um nome familiar ou de uma empresa que confia.

 

É oferecido treinamento aos franqueados, e uma vez adquirido o modelo de negócio, o trabalho é concentrado na execução da empresa.

 

Quais são os pré-requisitos para poder abrir uma franquia?

 

Inicialmente é necessário ter possibilidade financeira para realizar um investimento, selecione o proprietário da franquia com que deseja trabalhar. Por exemplo, se quer abrir uma fast-food, você encontrará um número de franquias nacionais e internacionais como McDonalds ou Subway, pesquise com calma.

 

Agende uma entrevista com um representante do escritório central para descobrir quais são os requisitos. Além disso, peça dados estatísticos sobre as operações e retornos da franquia e descubra que tipo de treinamento, marketing e apoio que a representante da franquia pode oferecer-lhe.

 

Em seguida, revise todas as informações e coloque-as num plano de negócios. Certifique-se de que seu plano de negócio inclui os custos de investimento estimado e retornos projetados.

 

Conheça as melhores e mais baratas franquias por até R$ 10 mil.

 

1. Light Depil

Qual é o negócio da empresa? Serviço de depilação à luz pulsada de forma delivery.

Quanto custa para se investir? A partir de R$ 9,9 mil.

www.lightdepil.com.br

 

2. Acquazero

Qual é o negócio da empresa? Lavagem ecológica de automóveis à seco.

Quanto custa para se investir? A partir de R$ 6 mil.

www.acquazero.com.br

 

3. Disk Manicure Franchising

Qual é o negócio da empresa? Presta serviços de manicure e pedicure em domicílio.

Quanto custa para se investir? A partir de R$ 5 mil.

www.diskmanicure.com

 

4. + Depil

Qual é o negócio da empresa? Clínica especializada no tratamento estético.

Quanto custa para se investir? A partir de R$ 5,2 mil.

www.maisdepil.com.br

 

5. Amigo computador

Qual é o negócio da empresa? Manutenção para computadores de micro e pequenas empresas.

Quanto custa para se investir? A partir de R$ 7,5 mil.

www.amigocomputador.com.br

 

6. Auto Brasil

Qual é o negócio da empresa? Especializada em bloqueadores e rastreadores veiculares.

Quanto custa para se investir? A partir de 4,7 mil.

www.portalautobrasil.com.br

 

7. Auto Spa Express

Qual é o negócio da empresa? Lavagem e estética automotiva.

Quanto custa para se investir? A partir de R$ 9,9 mil.

www.autospaexpress.com.br

 

8. Micro franquia Smartz

Qual é o negócio da empresa? Franquia Virtual de Reforço escolar. (Home-based).

Quanto custa para se investir? A partir de R$ 5 mil.

www.smartz.com.br

 

9. Magic Up

Qual é o negócio da empresa? Venda de artigos e brinquedos para mágica.

Quanto custa para se investir? A partir de R$ 10 mil.

www.magicup.com.br

 

10. Gigatron

Qual é o negócio da empresa? Venda de soluções de softwares de automação, controle e gestão.

Quanto custa para se investir? A partir de R$ 10 mil.

www.gigatron.com.br

 

Observe que os valores que constam são para o investimento inicial de compra da licença, outros custos decorrerão para efetivação e manutenção do empreendimento. No Brasil esta comercialização têm respaldo legal pela Lei das Franquias Empresariais 8.955 de 14/02/94.

Empresários aconselham: Para empreender, saia da zona de conforto!

Alan James, fundador da Biruta Ideias Mirabolantes, e Edson Mackeenzy, criador do Videolog.tv, contam suas histórias

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O empresário Edson Mackeenzy ao lado da mediadora Ana Clévia Guerreiro Lima, do Sebrae

Stephanie Kohn

Aos 20 anos Edson Mackeenzy ganhava R$ 10 mil como radialista, mas isto ainda era pouco. Ele não queria ser rico, queria criar seu próprio negócio. Durante anos viveu como se ganhasse apenas R$ 2 mil e guardava todo o dinheiro restante na poupança, que um dia usaria para fundar sua empresa. Ele leu muitos livros sobre liderança, empreendedorismo, e usou o background que tinha dos pais – donos de um bar no Rio de Janeiro – para começar a empreender.

“Tudo parte de uma atitude para sair da inércia. Eu estava muito bem, mas estava muito cômodo. Eu não tinha muita ideia técnica do meu negócio, mas soube delegar ao meu sócio, e ao compartilhar nossos conhecimentos, conseguimos fundar o Videolog.tv”, contou o empresário em palestra na Campus Party 2013.

Mackeenzy construiu a maior comunidade de vídeos do Brasil e colaborou em um livro sobre internet (“Internet – O Encontro de 2 mundos”) seguindo alguns conceitos, o principal deles foi tomar atitude. Para ele, tudo parte da ação de sair da inércia, além de outros pontos importantes, como aprender a mexer com dinheiro, saber lidar com estresse, obter orientação, conhecer o ambiente que você está entrando e estar com as pessoas certas.

“Mesmo tendo me preparando muito, eu pastei para chegar aqui. Minha equipe foi essencial. Hoje trabalho com pessoas muito qualificadas que sabem fazer tudo. O ideal é contratar pessoas que saibam mais que você, porque se você for a única pessoa que sabe das coisas ali, terá de fazer tudo sozinho e isso é impossível, ninguém dá conta”, disse.

Alan James, fundador da Biruta Ideias Mirabolantes, também saiu do zero e, inclusive, este era praticamente o saldo de sua conta bancária quando decidiu arriscar. Ele conta que trocou a escola por empreendedorismo e que os estudos tradicionais deram lugar aos livros de negócios.

“Tive uma infância muito pobre. Morava na favela, no Rio de Janeiro, e lá existiam duas possibilidades: ser jogador de futebol ou cantor de pagode. A terceira possibilidade seria estudar e eu não gostava. Pensei que não seria nada, mas descobri que as coisas que eu curtia, me faziam ser um empreendedor. Eu estudei de outras formas e aprendi a empreender sozinho. Estudar [da forma tradicional] é importante, mas não deixe que os estudos atrapalhe seus estudos da vida”, comentou.

Dessa forma, James começou a trabalhar em uma empresa de aviação e no momento certo, agarrou a oportunidade de gerenciá-la. Em quatro meses, ele fechou contratos de propraganda aérea, criou um plano de negócios e conseguiu uma incubadora para sua nova ideia. Dentro da incubadora faturou o primeiro R$ 1 milhão da startup e seguiu sozinho. Mas a história não acabou por aí. Ele e seus sócios montaram a Biruta, uma aceleradora de startups.

“Encontre o novo, uma nova perspectiva. Não dá para nascer de novo, mas dá para ser reinventado. Lembre de algo que você fazia melhor que os outros ou algo que te fazia feliz, e siga em frente”, brincou. “Acredito que o empreendedorismo é como um game que você curte jogar. Mesmo trabalhando você encontra tempo livre para escrever seu plano de negócios… se você gostar muito da sua ideia, ela vai nascer naturalmente”, completou.

Se você tem uma ideia mirabolante, acesse o site da Biruta aqui.

Os 25 livros de gestão mais importantes das últimas décadas pela TIME

Uma das mais completa lista de livros para empreendedores.

 A revista americana “Time” fez uma seleção dos mais importantes livros de gestão das últimas décadas.

Considerando que é da Time, vale à pena conferir e completar a sua biblioteca.

1.The Age of Unreason (1989), de Charles Handy

A Era da Irracionalidade


Handy, então um professor visitante da London Business School, descreve na obra as dramáticas mudanças que estavam ocorrendo no cotidiano e no ambiente de trabalho no final da década de 80.

As novas tecnologias e a diminuição dos postos de trabalho de período integral, entre outros, fizeram com que fosse necessário abandonar as velhas regras e experimentar novas maneiras de trabalhar uns com os outros.

O livro do professor só cresceu em importância nas décadas seguintes à sua publicação. A ascensão da internet, o crescimento da terceirização e a explosão das redes sociais provaram que sua interpretação dos fatos estava incrivelmente precisa.

2.Built to Last: Sucessful Habits of Visionary Companies (1994), de Jim Collins e Jerry Porras

Feitas para durar – Práticas bem-sucedidas de empresas visionárias

Essa pesquisa seminal com 18 companhias visionárias, como Disney, 3M e Sony tenta revelar as práticas que levaram essas companhias a se destacar.

Os professores de negócios de Stanford, Jerry Porras e Jim Collins, descobriram que, ao contrário do senso comum, as empresas mais bem-sucedidas não são lideradas por presidentes extraordinários.

Ao contrário, o que elas têm em comum é uma forte cultura corporativa. Em outras palavras, contratam profissionais brilhantes e permitem seu desenvolvimento.

Hoje, pode parecer óbvio, mas nos anos 90 deixou muita gente de cabelo em pé.

3.Competing for the Future (1996), de Gary Hamel e C.K. Prahalad

Competindo pelo Futuro

Neste livro, Hamel e Prahalad propõem um conceito mais amplo para a definição de estratégia de negócios – uma redefinição que desde então se consolidou como a mais aceita.

Eles mostram como o planejamento estratégico é necessário a todo tempo, não apenas durante pequenos intervalos nos negócios regulares da empresa.

Entre os ensinamentos chave do livro está a necessidade de cultivar suas principais competências para não somente se adaptar aos novos tempos, mas também se antecipar às mudanças.

4.Competitive Strategy: Techniques Analyzing Industries and Competitors (1980), de Michael E. Porter

Estratégia Competitiva – Técnicas para Análise de Indústrias e da Concorrência

Por três décadas, este livro de Michael Porter tem sido o ponto de partida para os administradores que querem maximizar o lucro de sua empresa em um mercado competitivo.

O professor da Harvard Business School lista cinco forças competitivas básicas, que condensam e simplificam a complexidade da indústria e são tão relevantes hoje quanto em 1980.

Com ferramentas passo a passo para ajudar os gestores a selecionar novas indústrias e a prever como o mercado evoluirá, Porter lista três fatores competitivos básicos: custo, diferenciação e foco.

 

5.Emotional Intelligence (1995), de David Goleman

Inteligência Emocional

O que pode explicar o fato de algumas pessoas com alto QI não se darem bem, enquanto outras de QI mais modesto terem um desempenho surpreendentemente bom?

Características como autocontrole, persistência e motivação são conhecidas como inteligência emocional. Sem elas, escreve Goleman, carreiras são comumente destruídas desnecessariamente. Há esperança, no entanto, “Temperamento não é destino”, ele diz.

O autor explica que um maior QI emocional pode ser desenvolvido. Persuasivas, as idéias que o autor introduz se tornaram, desde então, meios para treinar o comportamento dos empregados e habilidades de administração.

6.The E-Myth Revisited: Why Most Small Business Don’t Work and What to Do about it (1985), de Michael E. Gerber

O Mito do Empreendedor

O mito a que se refere este livro se refere é a comum – e normalmente desastrosa – presunção de que uma pessoa que se sobressai tecnicamente ao trabalhar em uma empresa irá chegar ao comando de seu próprio negócio.

Gerber destrói o mito mostrando que, além de ser um técnico, um homem de negócios de sucesso precisa também ser um bom gerente e um empreendedor com visão de futuro para a companhia.

7.The Essencial Drucker (2001), de Peter Drucker O

Essencial de Drucke

Com uma sólida carreira de quase 60 anos, Peter Drucker, falecido em 2005, praticamente inventou a teoria da administração.

Por boa parte do século XX, ele foi o queridinho dos CEOs, aconselhando de Alfred Sloan, lendário ex-presidente da General Motors, a Andy Grove, ex-CEO da Intel.

Consagrado por conseguir pensar à frente de seu tempo, com mais de 30 livros publicados, talvez o melhor seja começar com esta versão condensada para compreender o pensamento de Drucker, uma poderosa seleção feita por ele mesmo em 2001.

8.The Fifth Discipline: The Art and Practice of the Learning Organization (1990), de Peter Senge

A Quinta Disciplina

Muitos manuais de gestão são feitos com base na análise de cases e de informações.

A epifania para a criação deste livro surgiu durante uma manhã quando Peter meditava. Senge, que fundou o Center for Organizatinal Learning da Sloan School of Management, do MIT, baseou sua obra em cinco disciplinas, ou competências, que devem ser desenvolvidas pelas empresas.

Mas o coração do livro é a quinta disciplina, batizada de pensamento sistemático, que envolve a análise do complexo sistema de relacionamentos, removendo os obstáculos para o aprendizado genuíno.

9. First, Break All the Rules (1999), de Marcus Buckingham e Curt Coffman

Primeiro Quebre todas as Regras

Este livro encoraja os gestores a abandonar as técnicas para formar lideranças que pretendem ser úteis para todas as pessoas.

Os consultores da Gallup Buckingham e Coffman fizeram mais de 80 mil entrevistas e descobriram que os melhores gestores são aqueles que escolhem as pessoas certas para o trabalho certo.

Entre outras lições da obra estão o tratamento humano aos funcionários e a orientação para ressaltar os pontos fortes dos profissionais ao invés de suas fraquezas.

10.The Goal (1984), de Eliyahu Goldratt

A Meta

O livro de Eliyahu Goldratt’s é atípico entre as obras de administração por pelo menos duas razões. Primeiro, Goldratt não era um titã da indústria, não lecionava em uma escola de negócios, nem atuava como consultor, mas sim como médico.

Em segundo lugar, “A Meta” é um livro de ficção centrado no gestor Alex Rogo, que tem três meses para transformar uma planta industrial que não gera lucro em uma operação eficiente.

Rogo usa os métodos socráticos para ajudar a melhorar seu casamento e depois para revolucionar a fábrica.

11. Good to Great: Why Some Companies Make the Leap … and Others Don’t (2001), de Jim Collin

Empresas Feitas para Vencer – Good to Great

Este livro sugere ao leitor descobrir o que é necessário para transformar o bom em ótimo e como transformar uma boa organização numa organização que gera excelentes resultados sustentáveis. Trata, essencialmente, de uma coisa: os princípios atemporais do processo de transição de boa empresa para grande empresa.

12.Guerilla Marketing (1984), by Jay Conrad Levinson

Marketing de Guerrilha

Da mesma forma que a guerra de guerrilha mudou o modo como as pessoas pensavam sobre a guerra e os conflitos,o conceito de marketing de guerrilha de Jay Conrad Levinson reformulou como as pequenas empresas pensam em promover-se.

Levinson defendeu usar mais o cérebro.

Não pendurar um banner para anunciar uma venda;doar produtos na rua. Não colocar anúncios caros; puxar um golpe de relações públicas para a publicidade gratuita.

Vinte e cinco anos depois, impérios foram construídos usando estas idéias.

13.How to Win Friends and Influence People (1936), de Dale Carnegi

Como fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Em sua 48º edição , com mais de 30 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo,” Como fazer amigos e influenciar pessoas” é considerado um dos principais livros no genêro, influenciando com ótimos conceitos a todos no âmbito pessoal e profissional.

 

14. The Human Side of Enterprise (1960), de Douglas McGregor

Gerenciando o Lado Humano da Empresa

 Este livro aplica o pensamento e McGregor ao mundo empresarial de hoje, provando, mais uma vez, que o aspecto humano do trabalho é fundamental para a eficácia organizacional. O autor em Foco sugere ainda como mudar a forma de pensar e implementar as idéias de McGregor na própria empresa e no ambiente de trabalho.

 

15.The Innovator’s Dilemma (1997), de Clayton Christensen

O Dilema do Inovador

O autor, professor associado da Harvard Business School, pergunta por que algumas empresas bem geridas com novas tecnologias e serviços de qualidade ao cliente ainda podem vacilar. Sua própria pesquisa trouxe uma resposta surpreendente.

Christensen sugere que se baseando na satisfação do cliente  e ” necessidades atuais”, as empresas não conseguem se adaptar ou adotar as novas tecnologias que atendem as necessidades dos clientes ou necessidades futuras, e ele argumenta que estas empresas acabarão ficando pra trás.
O autor chama esse fenômeno de “tecnologia disruptiva” e demonstra os seus efeitos em indústrias tão diversas como a fabricação de disco rígido e varejos.
Ele passa a oferecer soluções, proporcionando estratégias de antecipação de mudanças nos mercados.
 

16. Leading Change (1996), de John P. Kotter

Liderando a Mudança

Kotter, neste livro, diz que os métodos usados pelos executivos para tentar transformar suas empresas em concorrentes mais fortes (como gestão de qualidade total, reengenharia, rightsizing, reestruturação, transformação cultural e turnaround) não são suficientes, porque eles não conseguem mudar o comportamento. Ao enfatizar a necessidade crítica da liderança para fazer com que a transformação aconteca, o livro oferece a experiência e os modelos de papéis positivos já vivenciados por outrem para que os líderes os imitem, além de identificar oito etapas pelo qual toda empresa deve passar para atingir sua meta.

17. On Becoming a Leader (1989), de Warren Bennis

Torna-se um Líder 

O guia do guru de liderança Warren Bennis  serve mais como um livro de auto-ajuda do que um tutorial de negócios para aperfeiçoar seu líder interior.

Benni chama a escassez de líderes eficazes uma “doençasocial”, caracterizado pelo pensamento míope e uma falta de auto-consciência.  A solução?

Aperfeiçoar sua “voz interior”, cultivando uma paixão por aquilo que você faz, e construção de confiança entre os seguidores.

18. Out of the Crisis (1982), de Edwards Deming

Saia da Crise

Apresenta a teoria de Deming, baseada nos 14 pontos de administração. Segundo ele, a ausência de planejamento para o futuro resulta em perda de mercado e menor oferta de emprego. Os administradores não devem ser avaliados apenas em função dos balanços, mas em função dos planos que são capazes de conceber para manter a viabilidade das empresas, proteger os investimentos, garantir a geração de dividendos no futuro e aumentar a oferta de empregos mediante o aperfeiçoamento de produtos e serviços.

19.My Years with General Motors (1964), de Alfred Sloan 

Meus Anos com a General Motors

A Economist o considera o mais original dos executivos-chefes e pensadores das teorias organizacionais de todo o século XX. Seu livro “Meus Anos com a General Motors” se tornou um clássico da gestão.

O livro foi escrito por Alfred Sloan com a ajuda de John McDonald, um editor da revista Fortune, e de um jovem historiador chamado Alfred Chandler. Sloan construiu sua reputação como presidente da GM, cargo que assumiu em 1923.A maneira por meio da qual ele reorganizou a empresa se tornou o modelo para quase todas as entidades corporativas no resto do século XX. Ele dividiu a GM em unidades autônomas que ficaram sujeitas apenas aos controles financeiro e político de uma pequena equipe central.

20. The One Minute Manager (1982), de Kenneth Blanchard e Spencer Johnson

Gerente-Minuto

O livro traz uma nova proposta de gerenciamento de pessoal adotada por empresas de diversas áreas e baseada em três princípios básicos: estabelecer objetivos, usar o reforço positivo e lançar mão da repreensão como instrumento de redirecionamento.

21.Reengineering the Corporation: A Manifesto for Business Revolution (1993), de James Champy e Michael Hammer

Reengenharia – Revolucionando a empresa em função dos clientes, da concorrência e das grandes mudanças da gerência

 A Reengenharia traz um novo conceito para as empresas deste século: “O repensar fundamental da reestruturação radical dos processos empresariais que visam alcançar drásticas melhorias em indicadores tais como custos, qualidade, atendimento e velocidade”

Michael Hammer e James Champy (1994), afirmam que a chave para a reengenharia está no abandono das noções básicas em que a organização se fundamenta e das teorias antiquadas sobre a divisão e organização do trabalho, pois esses métodos já não funcionam mais em um mundo onde as mudanças ocorrem em grande velocidade.

22.The 7 Habits of Highly Effective People (1989), de Stephen R. Covey

Os Sete Hábitos das Pessoas altamente Eficazes

Esta miniedição é uma adaptação que reúne os tópicos essenciais do programa de sete passos desenvolvido por Stephen R. Covey, que pretende mostrar como alcançar a paz de espírito e adquirir confiança por meio dos princípios que caracterizam as ações bem-sucedidas e a felicidade duradoura.

23.The Six Sigma Way: How GE, Motorola and other Top Companies are Honing Their Performance (2000), de Peter S. Pande, Robert P. Neuman e Roland R. Cavanagh

Estratégia Seis Sigma


Estratégia Seis Sigma é um guia abrangente para a aplicação do Seis Sigma no mundo real em todos os setores industriais. Os autores Peter Pande, Robert Neuman e Roland Cavanagh oferecem uma abrangente orientação sobre Seis Sigma – mostrando o que há por trás do movimento, os resultados que está produzindo e, o que é mais importante, como implementar o sistema da forma que melhor se encaixe nas suas circunstâncias.

 

24.Toyota Production System (1988), de Taiichi Ohno 

Sistema Toyota de Produção

Taiichi Ohno é considerado o “pai” do Sistema Toyota de Produção. Este livro, escrito por ele e publicado em 1988, traz as inovações que caracterizam o Sistema dentro do contexto histórico em que foram surgindo e sendo implementadas. Trata-se de uma referência fundamental, em que Ohno mostra quais eram os problemas da produção em massa na indústria automobilística e como a Toyota veio a superá-los.

  

25. Who Moved My Cheese? (1998), de Spencer Johnson

Quem Mexeu no meu Queijo?

Uma parábola que revela verdades profundas sobre mudança. Dois homens e dois ratinhos vivem num labirinto a procura de queijo – uma metáfora do que se deseja possuir na vida.
Sua mensagem é simples: Abrace a mudança porque é inevitável.