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Big Data movimenta mercado de TI e empresas do setor

O volume de informações no setor de tecnologia tem aumentado em velocidade espantosa. Segundo a IBM, em 2008 foram produzidos cerca de dois quintilhões de bytes todos os dias e 90% dos dados no mundo foram criados nos últimos dois anos. O aumento desmedido de informações pode ser associado ao crescimento de empresas na internet como, por exemplo, as redes sociais e os sites de e-commerce. Diante dessa tendência tecnológica, as empresas encontraram no Big Data, ou “grandes informações”, a oportunidade de deter dados críveis estratégicos para os negócios. Estima-se que este mercado chegue a US$ 38 bilhões em 2015.

De olho neste nicho, grandes empresas da área de tecnologia estão investindo para atender à demanda. A Ledcorp criou a plataforma Anywhere Smart BI, em 2013. A ferramenta, voltada para o ambiente corporativo, é capaz de gerenciar informações atendendo as necessidades das empresas. “O Anywhere Smart BI produz o processo tecnológico de coleta, de organização, de análise, de compartilhamento e de monitoramento de informações que oferece suporte à gestão de negócios. Uma característica importante do produto é o módulo de inteligência artificial, que analisa o comportamento dos dados e gera um grande volume de informações de tendência futura. Com esses dados, é possível alcançar agilidade na identificação dos processos empresariais e definir quais as melhores alternativas a serem aplicadas, como a diminuição do tempo de resposta e a eficácia na tomada de decisão”, explica o diretor de tecnologia da empresa, José Lúcio Balbi de Mello.

Segundo Balbi, durante todo o tempo em que acessamos informações na internet estamos sendo “vigiados”. Ao abrir um site ou realizar uma busca, ficam registras nossas preferências, características e hábitos. As empresas que captam e analisam essas informações em tempo real possuem um diferencial competitivo significativo em relação aos seus concorrentes pelo fato de conhecerem e atenderem às necessidades dos seus clientes de forma muito mais rápida. Esses dados gerados correspondem ao Big Data, que podem ser analisados e armazenados por empresas interessadas em identificar o perfil do seu cliente, aprimorar seus produtos e meios de divulgação ou tomar decisões nos negócios. Atualmente, o mercado de Big Data já movimenta US$ 26 bilhões em todo o mundo.

“A ferramenta representa três Vs – volume, variedade e velocidade. O recurso é capaz de analisar grandes quantidades de informações e de transformá-las em dados para as empresas. O termo Big Data é antigo, teoricamente inaugurado pela Nasa, no final da década de 90. Nos Estados Unidos, a ferramenta virou febre há pelo menos três anos e agora já apresenta respaldos no Brasil”, conta Mello.

Ainda mais ampla que a captura de dados do Big Data é a possibilidade de utilização. O sistema gera inúmeros benefícios, não ficando restrito ao processo de informações para comercialização, como dados de aspectos sociais e econômicos. Mello explica que a ferramenta apresenta ascensão mercadológica e é uma tendência que deve pendurar por muitos anos. “Com esta ferramenta, os computadores conseguem contar e qualificar infinitas informações, o que pode ser utilizado como um catálogo de dados. O Big Data pode ajudar empresas em diferentes setores, como nas políticas de governo, em gestão de empresas e até na seleção de investimentos. Um exemplo é representado no filme “O homem que virou o jogo”, baseado em fatos reais. O time de beisebol é selecionado com base na análise estatística dos jogadores, ou seja, o Big Data”, conta.

Via Zoom Comunicação.

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Dona da marca IPHONE no Brasil, Gradiente vira piada internacional

Sites de tecnologia sugerem que fabricante brasileira será processada pela Apple

Gradiente

A imprensa internacional repercutiu com ironia a volta da Gradiente ao mercado. O site Engadget afirma no título da matéria que os advogados não terão folga no Natal, pois é bastante provável que a Apple processe a fabricante brasileira pelo uso do nome “iphone” em seus novos smartphones.

O Cult Of Mac, por sua vez, afirmou que não somente os chineses estão se aproveitando da marca da Apple. “Agora, porém, os brasileiros parecem estar entrando em ação, como uma fabricante de produtos eletrônicos com sede no Brasil que está planejando o lançamento de uma nova linha de smartphones Android chamados de iPhones. Sim, é verdade”, satiriza o site.

Ambas relatam que a fabricante brasileira entrou com o pedido de registro do nome do aparelho no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual) em 2000 e recebeu o direito de usá-lo em 2008.

No entanto, o Engadget afirma erroneamente que o iPhone começou a ser vendido no Brasil em 2007, antes da Gradiente. Na verdade, a empresa da maçã comercializou oficialmente seu primeiro smartphone no país apenas em setembro de 2008, na versão 3G. O primeiro modelo do aparelho nunca foi oficialmente vendido no Brasil.

Batalha no México

Em novembro deste ano, a Apple perdeu uma batalha legal contra uma empresa de telecomunicações do México, chamada Ifone, devido à semelhança dos nomes.

A Apple foi proibida de vender aparelhos com a marca iPhone no país, além de ter de pagar uma indenização para a empresa local.
A mexicana afirma operar desde 2003 com o nome Ifone para comercializar sistemas e serviços de comunicação, enquanto a Apple introduziu o iPhone no mercado mexicano em 2007.