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Com dólar a R$ 4, já tem importado mais barato no Brasil do que nos EUA

dólar

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A cotação histórica do dólar, que tem passado de R$ 4, gerou uma situação a que o brasileiro está pouco acostumado. Alguns produtos importados estão mais baratos aqui no Brasil do que nos Estados Unidos.

Isso pode colocar a perder a estratégia de viajar para fazer compras ou de pedir para um amigo trazer encomendas do exterior.

Muitas empresas trabalham com estoques antigos e trouxeram os produtos quando a cotação da moeda americana estava mais baixa. Outras empresas, como a Sephora e a MAC, optaram por baixar preços para atrair clientes aqui e ainda não fizeram nenhum tipo de reajuste.

Veja, a seguir, alguns exemplos de produtos que estão mais em conta no Brasil. A pesquisa usou como base os preços e a cotação de fechamento do dólar comercial em 23 de setembro (R$ 4,146).

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Fonte: Economia.uol.com.br

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Facebook vai cobrar somente por anúncios visualizados


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O Facebook vai permitir que os anunciantes escolham pagar pela publicidade apenas quando o usuário visualizar o anúncio.

Muitos anunciantes acusam a rede social de inflar o número de visualizações de vídeos de anúncios, já que costuma considerar uma visualização com apenas 3 segundos, enquanto o YouTube, sua plataforma concorrente, aguarda os 30 segundos.

A nova opção de compra de publicidade deve considerar quando o anúncio for visto por completo para que seja cobrado.

A rede social revelou ainda que fechou uma parceria com a empresa de medição de anúncios Moat, para oferecer uma medição independente da audiência nas campanhas de vídeo.
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Via Recode / Olhar Digital

Seu salário em 2015

São Paulo – O ano que vem não será de grandes reajustes salariais, uma realidade presente em todos os setores. O baixo crescimento do Brasil, que deve fechar o ano com um PIB de 0,24%, segundo projeção do relatório Focus, do Banco Central, fez com que as empresas retivessem os aumentos de suas equipes.

Como 2015 começará sob a expectativa de ajustes na economia, a tendência é que o cenário da grana permaneça morno. Essa é a conclusão do guia salarial da Robert Half, consultoria de recrutamento de São Paulo que mapeou como será a remuneração no país em 2015.

Apesar de ser um ano sem grandes emoções, 55% dos diretores de recursos humanos ouvidos pela consultoria dizem que haverá aumentos salariais, ainda que modestos. “As empresas não querem se comprometer com ajustes agressivos”, diz Fernando Mantovani, diretor da Robert Half.

Nesse contexto, os empregadores andam bastante desconfiados com currículos de pessoas que ficam menos de dois anos em um emprego. Há, no meio da pasmaceira, carreiras em alta — principalmente em áreas de apoio e controle de custos. Conheça a seguir os cargos que serão os mais valorizados (e vão pagar melhor) assim que o ano novo começar.

Engenharia

Há forte demanda por engenheiros, principalmente nas áreas de serviços, bens de consumo, varejo, telecom, energia, agronegócio e bens de capital.

Carreiras mais quentes: As empresas precisam reduzir custos e trabalhar com estruturas mais enxutas, por isso as áreas de planejamento, melhoria contínua e produtividade estão em alta. “A logística passa a ser vista como uma área estratégica para diminuir gastos e aumentar a eficiência”, diz Daniela Ribeiro, gerente sênior da Robert Half.

Como ser notado: A globalização das empresas exige que os engenheiros aprimorem o inglês. Quem tem bom relacionamento interpessoal e foge do perfil meramente técnico é raro e, por isso, mais procurado no mercado.

Salários em destaque: Coordenador de planejamento: aumento de 13%. Salários variam de 8 000 a 17 000 reais; Gerente de melhoria contínua: aumento de 11,5%. Salários variam de 12 000 a 26 000 reais; Diretor de logística: aumento de 5%. Salários variam de 20 000 a 50 000 reais.

Finanças e contabilidade

Há bastante cautela na hora de contratar pessoas para essas áreas, e os processos seletivos, embora rápidos, estão com mais etapas. “As estruturas das empresas passam por reavaliações, tornando as contratações mais pontuais e estratégicas”, diz Alexandre Attauah, gerente da divisão de finanças e contabilidade da Robert Half.

Carreiras mais quentes: Pelos próximos três anos, as áreas valorizadas são as que lidam diretamente com o controle de caixa, como setores de planejamento financeiro, controladoria e custos.

Como ser notado: Profissionais que vão além das atividades do dia a dia, que se integram com outras áreas e buscam ter uma visão geral da empresa onde trabalham são os mais procurados.

Salários em destaque: Analista contábil ou fiscal júnior: aumento de 13%. Salários variam de 2 500 a 4 200 reais; Gerente de planejamento financeiro: aumento de 10,5%. Salários variam de 9 000 a 27 500 reais; Diretor financeiro: aumento de 9%. Salários variam de 15 000 a 90 000 reais.

Tecnologia

Os profissionais de TI têm oportunidades em start­ups e em empresas de médio porte que estão internalizando a área. “Existe uma migração dos contratos de TI de pessoa jurídica para CLT”, diz Fábio Saad, gerente sênior da Robert Half.

Carreiras mais quentes: Especialistas em tecnologias como iOS e Android encontram empregos (e salários altos) por causa do boom de aplicativos. As indústrias de eletrônica, serviços financeiros e internet são as com mais potencial.

Como ser notado: Se o profissional for técnico, estar atualizado com as novidades do mercado é fundamental. Do lado comportamental, boa comunicação e espírito de liderança contam pontos.

Salários em destaque: Analista de ERP sênior: aumento de 17%. Salários variam de 8 000 a 17 000 reais; Analista de negócios sênior: aumento de 10,5%. Salários variam de 7 000 a 14 000 reais; Coordenador de sistemas: aumento de 10%. Salários variam de 8 500 a 17 000 reais.

Recursos humanos

A partir do segundo semestre de 2014, as contratações aumentaram e o mercado deu uma leve aquecida — tendência que deve se manter. As empresas se preocupam em fazer com que a área de RH seja estratégica e se aproxime da diretoria e da presidência.

Carreiras mais quentes: Além dos profissionais mais ligados à estratégia, vai se dar bem quem atua com remuneração e benefícios, setor para o qual as companhias têm olhado com cuidado. “É uma boa área para começar a carreira”, diz Mário Custódio, gerente da divisão de RH da Robert Half.

Como ser notado: Especialização pode ser uma estratégia certeira: há poucos profissionais altamente técnicos no mercado. O inglês ainda é uma habilidade que conta pontos e está em falta.

Salários em destaque: Coordenador ou especialista em remuneração e benefícios: aumento de 17%. Salários variam de
6 000 a 14 000 reais; Gerente de recursos humanos: aumento de 9,5%.Salários variam de 9 000 a 25 000 reais; Gerente de treinamento e desenvolvimento: aumento de 9%. Salários variam de 8 000 a 20 000 reais.

Mercado financeiro

A estagnação econômica aumentou a procura de profissionais que atuam nas áreas de apoio dos bancos. “É uma inversão do cenário que existia desde 2007, quando a procura era por pessoas­ que ficavam à frente das operações, como o gerente de crédito”, diz Ana Guimarães, gerente da divisão de mercado financeiro da Robert Half.

Carreiras mais quentes: Além do setor administrativo, vai se dar bem em 2015 quem trabalhar em áreas especializadas, como compliance, risco e auditoria. “As novas normas do Banco Central aumentam a necessidade desses profissionais”, diz Ana.

Como ser notado: Habilidades comportamentais, como bom relacionamento interpessoal e espírito de liderança, contam pontos. Para os técnicos, é preciso estar atento às regulamentações que não param de surgir.

Salários em destaque: Analista júnior de risco de mercado: aumento de 10%. Salários fixos de 4 700 a 7 400 reais; Gerente de auditoria: aumento de 6%. Salários fixos de 12 700 a 19 000 reais; Gerente de controladoria: aumento de 5%. Salários fixos variam de 11 500 a 18 000 reais.

Marketing e vendas

O setor de serviços puxa as contratações, e os profissionais em alta são mutitarefas e sabem gerar valor para as empresas.

Carreiras mais quentes: “O pós-venda é importante e, em marketing, o destaque é para o gerente”, diz Claudia Troca, gerente da divisão de marketing e vendas da Robert Half.

Como ser notado: A profissionalização da área comercial exige melhor formação universitária. Visão global e inglês são cruciais.

Salários em destaque: Supervisor de vendas: aumento de 9,5%. Salários variam de 5 500 a 12 000 reais; Gerente de marketing: aumento de 11%. Salários variam de 7 000 a 25 000 reais;

Seguros

O dinamismo do mercado, com a entrada de seguradoras multinacionais e a abertura de startups especializadas em seguros e resseguros online, vai continuar. “A área comercial deixa de apenas vender seguros para pensar estrategicamente”, diz Alberto Lopes, gerente da divisão de seguros da Robert Half.

Carreiras mais quentes: O gerente comercial está em alta desde que tenha um papel mais consultivo. A área de apoio também se destaca porque as empresas estão de olho no pós-venda para não perder clientes.

Como ser notado: Quem tem uma carteira parruda de clientes, consegue fazer novos negócios e entende o mercado em que atua não fica sem emprego.

Salário em destaque: Analista de resseguros: aumento de 17,5%. Salários de 4 000 a 7 500 reais.

Jurídico

“Novos escritórios especializados procuram técnicos, e os generalistas têm chance nas empresas”, diz Mariana Horno, gerente sênior da Robert Half.

Carreiras mais quentes: O aumento do número de escritórios de nicho faz com que os especialistas sejam mais procurados — e os novos escritórios oferecem um pacote de remuneração fixa e variável compatível com o mercado.

Como ser notado: Para os especialistas, pega bem ter formação em universidades de primeira e pós-graduação global. Os generalistas devem ter credibilidade para transitar em várias áreas.

Salários em destaque: Advogado pleno consultivo trabalhista: aumento de 10%. Salários variam de 4 000 a 10 000 reais; Gerente jurídico de empresas: aumento de 19%. Salários variam de 11 000 a 23 000.

Fonte: Exame.com | Revista Você S/A

Suécia pode se tornar livre de dinheiro graças aos pagamentos eletrônicos

A Suécia está próxima de se tornar um país livre de dinheiro, onde as pessoas só farão compras e pagamentos por meios digitais. Uma pesquisa divulgada pelo site The Local revelou que quatro a cada cinco compras efetuadas no país já são realizadas sem o uso do dinheiro físico.

Os cartões de débito e crédito são usados quase todos os dias pelos habitantes, uma média de 260 operações por pessoa ao ano. Na Itália, por exemplo, pelo menos 3/4 das compras são feitas com dinheiro.

Prevê-se que até 2030 o país escandinavo se torne totalmente independente do dinheiro em papel e moeda. Isso levaria a um aumento de segurança e à diminuição de custos com manuseio de valores, estimado em 8,7 bilhões de coroas (cerca de R$ 2,9 bilhões), o equivalente a 0,3% do PIB local.

Os bancos garantem que os clientes são capazes de acompanhar essa evolução. Levando em conta que até varejistas de rua que não têm onde morar aceitam pagamento com cartão em bancas de frutas e legumes, parece que realmente a migração está em curso rápido.

Empresa brasileira cria cartão de crédito sem taxas controlado pelo celular

Estreou no Brasil uma startup chamada Nubank que promete combater dois males financeiros de uma só vez ao oferecer um cartão de crédito livre de taxas que dispensa a maior parte da costumeira burocracia do setor.

O cartão é totalmente controlado pelo smartphone através de um aplicativo para Android ou iOS. E é a única peça física à qual o usuário tem acesso; todo o restante é feito de forma virtual.

A cada compra o usuário recebe uma notificação, que passa para uma linha do tempo e já surge na descrição da próxima fatura. Os lançamentos podem ser organizados com tags e até emoticons, e dá para alterar o nome e a categoria do estabelecimento onde a compra foi realizada. Informações como IOF, taxa de câmbio e os parcelamentos também são descritos na fatura.

Reprodução
Se identificar compras que não fez, o usuário pode cancelar o cartão com o app e, caso perca o aparelho, consegue bloquear cartão e aplicativo pela internet. A comunicação com a empresa pode ser feita por chat, e-mail ou telefone, mas 95% dos contatos têm sido realizados pelo chat.

Investimento

A plataforma surgiu graças ao primeiro grande investimento de risco do fundo Sequoia Capital no Brasil. Outros que apostaram na Nubank foram o Kaszek Ventures e o empreendedor Nicolas Berggruen. No total foi colocado um montante de US$ 14,3 milhões (R$ 34,2 milhões) na startup.

“Passamos algumas semanas no Vale do Silício e todas as empresas perguntavam quem já faz isso nos Estados Unidos, mas ninguém faz”, contou David Vélez, fundador e CEO da Nubank, antes de explicar por que o pioneirismo não os motivou a apostar no mercado norte-americano:

“A oportunidade no Brasil é muito mais interessante do que nos EUA”, disse. “A experiência financeira de base no Brasil ainda precisa melhorar muito, os juros de cartão de crédito estão entre os maiores do mundo, com uma taxa entre 10% e 12% por mês, o que não faz muito sentido para nós.”

O cartão da Nubank não cobra taxas porque a empresa cortou o máximo de burocracia possível -incluindo os bancos -, mas tem juros, uma taxa média de 7,75%. “Tudo é feito pelo aplicativo, é um processo muito mais simplificado”, lembra Vélez, “não tem agência, papel, espera, é tudo pelo celular.”

Mas a maior qualidade da novidade é também seu ponto fraco: a única marca conhecida do cartão é a bandeira da MasterCard que vem impressa nele, então como fazer o consumidor confiar na plataforma? “Eu estou dando dinheiro, fico com todo o risco do cliente. Ele pode pegar o cartão, gastar e ir embora, é a Nubank que toma o risco”, argumenta o CEO.

“Somos uma marca nova no mercado”, reconhece ele. “Tem pessoas que preferem ir aos grandes bancos, mas quem está entre 29 e 39 anos confia em plataformas digitais, não veem problemas.” De olho nesse público, que representa cerca de metade da população, a Nubank acredita que não demorará a crescer.

Por ora a empresa está totalmente focada no negócio do cartão de crédito “e vai continuar assim por muito tempo”, garante Vélez. Mas a startup enxerga mais oportunidades em função da experiência que o brasileiro tem com as finanças. “Há muita frustração com os grandes bancos, que são caros e burocráticos”, argumenta o executivo, segundo o qual a filosofia da Nubank pode ser aplicada a outros produtos financeiros futuramente.

Governo estima novo salário mínimo de R$ 722,90 em 2014

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, anunciou, na manhã desta quinta-feira (29), que o novo valor do salário mínimo deverá ser de R$ 722,90.

O texto deve ser votado pela Câmara e pelo Senado, até o fim do ano, para que o reajuste possa valer a partir de 1º de janeiro de 2014.

Belchior esteve no Congresso para entregar ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), a peça orçamentária de 2014.

“O novo valor incorpora a regra de valorização do salário mínimo que tem sido uma política importante de alavancagem da renda das famílias no Brasil, que tem nos levado a patamares de qualidade de vida muito superiores”, disse.

 

Veja expectativas de quem recebe um convite para trocar de trabalho

Uma boa oferta salarial é a principal expectativa para 73% dos profissionais que recebem um convite para trocar de trabalho, segundo pesquisa realizada pela Catho. Os participantes responderam à seguinte pergunta: “o que você espera ouvir para discutir uma nova oportunidade de emprego?”

Salário ideal seria de R$ 2.750,83, segundo Dieese

Para que um trabalhador conseguisse suprir as despesas básicas durante o mês de julho, ele deveria receber um salário mínimo no valor de R$ 2.750,83, segundo levantamento realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

O valor é 380% maior do que o proposta pelo governo para o próximo ano.

(Com Agência Brasil)

Internet se torna o segundo maior investimento publicitário do Brasil

Web ultrapassou os jornais, que agora ocupam a terceira posição. TV ainda lidera o ranking

Internet

Segundo um novo relatório produzido pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), a internet se tornou o segundo veículo com maior receita publicitária no país.

No total, a web ficou com 11,98% da fatia total da publicidade do primeiro trimestre de 2012, e superou os jornais, que em 2011 apareciam na segunda posição com 11,1%. Quando estava em terceiro lugar, a internet tinha 11% de share, seguida pelo setor des revistas (6,7%). A TV liderou o ranking com 58,4% de participação.

O estudo revela que, até o meio do ano passado, a publicidade fechou com um faturamento de R$ 3,3 bilhões – aumento de 37,3% em relação ao mesmo período em 2010. Desses bilhões, outros R$ 1,45 bilhões foram investidos em publicidade display, enquanto R$ 1,88 bilhões foram colocados em ferramentas e sites de buscas.

De acordo com a IAB Brasil, a web deve fechar o ano de 2012 com 13,7% de participação no mercado publicitário.