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As 13 perguntas mais realizadas em qualquer entrevista de emprego

A entrevista é a etapa mais importante de um processo de seleção. É o momento em que, olhando nos olhos do candidato, o recrutador consegue comprovar intuições e tirar todas as dúvidas possíveis. Só depois disso, ele estará apto para bater o martelo sobre a contratação ou não.

“Essa é a hora da verdade. O candidato tem que fazer de tudo para encantar o recrutador”, diz Irene Azevedo, da consultoria DBM. Vencer a ansiedade e responder as expectativas do recrutador ao mesmo tempo não é tarefa fácil.

Por isso, conversamos com os principais headhunters do país para descobrir as perguntas mais tradicionais durante uma entrevista de emprego e quais as melhores maneiras para respondê-las. Confira.

1. Por que você está mudando de emprego?

Essa é a primeira pergunta entre as mais perigosas em uma entrevista de emprego. Por isso, é preciso extrema cautela para respondê-la. O candidato que decidir soltar o verbo contra o emprego anterior cai em descrédito logo de início.

“Isso soa mal. Passa a impressão de um profissional intransigente que, na primeira mudança de rota, prefere uma movimentação”, afirma Eduardo Baccetti, sócio-diretor da consultoria de recrutamento 2GET.

De acordo com Priscila de Azevedo Costa, coordenadora do programa Veris Carreira da Veris Faculdades, o caminho para conversar sobre essa questão de uma maneira convincente é remeter para o atual momento de carreira e para os próprios planos para o futuro.

2. Por que você foi demitido?

Uma das principais saias justas em uma entrevista de emprego é quando o recrutador, sem nenhum pudor, busca saber o contexto em que o candidato foi desligado da empresa anterior. O assunto é delicado e exige muito jogo de cintura do candidato. A melhor estratégia, segundo os especialistas, é ser sincero. E, em alguns casos, recorrer a um tom mais eufemista.

Nesse contexto, por exemplo, “o candidato pode dizer que divergia estrategicamente do direcionamento da empresa”, exemplifica Irene. Ou, “admitir que estava em um momento em que não podia contribuir totalmente para as necessidade da empresa”, diz Priscila. O importante, segundo ela, é tomar cuidado para não prejudicar a própria imagem ou falar mal da companhia. 

3. Por que quer trabalhar aqui?

Não vale responder que esse era o seu sonho de infância. Por isso, é fundamental estudar sobre os valores da empresa antes da entrevista e mostrar para o recrutador que seu plano de carreira está alinhado com essa visão.

“O candidato tem que ter muita consciência das suas próprias realizações e intenções”, diz Irene. “E, a partir disso, saber contar muito bem sua história”.

 

4. Quais suas principais realizações ao longo da carreira?

Para responder a perguntas como essa, é preciso fazer uma avaliação profunda sobre sua evolução na carreira antes da entrevista. Afinal, segundo os especialistas, esse tipo de tópico demanda informações precisas sobre os fatos que tornaram seu passado profissional memorável. “Se eu não tiver resultados que suportem e comprovem meus pontos fortes, não irá adiantar nada”, afirma Irene.

5. Quais seus principais fracassos?

Aqui a proposta do recrutador é entender como você reage diante de situações difíceis. Por isso, não tenha medo de relatar os problemas que você já enfrentou em outros empregos. Foque, contudo, na maneira como conseguiu driblar as dificuldades e nas lições que tirou de cada situação. A, ideia, segundo os especialistas é tentar mostrar que os fracassos, no fim, contribuíram pra seu amadurecimento na carreira.

6. Quais seus pontos fortes?

Elencar as próprias qualidades nem sempre é uma tarefa fácil. No entanto, saber falar sobre isso de uma maneira elegante é essencial durante uma entrevista de emprego. Lembre-se que este é o momento para mostrar ao recrutador que você tem as características necessárias para o cargo em questão. Contudo, cuidado para não cair no narcisismo vazio. “Ele precisa mostrar exemplos práticos dessas qualidades”, afirma Priscila.

7. Que pontos em seu comportamento ainda precisam ser desenvolvidos?

Para responder a tradicional pergunta sobre defeitos, boa parte dos candidatos recorrem ao macete clássico de se definir como um profissional perfeccionista. “Todo mundo quer transformar uma qualidade excessiva num defeito”, afirma Priscila.

Segundo ela, diante desse clichê, os recrutadores logo ficam com um pé atrás. Agora, se você realmente é perfeccionista, a dica é dar um exemplo prático que prove essa característica. E, para mostrar que está sendo sincero, conte sobre outro defeito. Mas, cuidado para não dar um tiro no pé. “Escolha uma questão que não atrapalhe muito sua eficiência no trabalho e contextualize”, diz Priscila.

8. Quais são suas motivações?

O objetivo do recrutador com esta questão é avaliar se o perfil do profissional é coerente com a estrutura da empresa. “Todo mundo precisa ser motivado para continuar a produzir bem”, diz Priscila. E ninguém quer contratar um profissional que, em poucos meses, perca o contentamento em trabalhar. Por isso, para seu próprio bem, não tente dissimular uma resposta padrão. Seja sincero consigo mesmo e mostre qual a empresa ideal para seu perfil.

9. Consegue trabalhar sob pressão?

Saber lidar com a pressão no mercado de trabalho é uma postura que exige tempo e aprendizado. Por isso, mostre para o recrutador exemplos práticos que comprovem que você consegue se dar bem em situações como essas. “Não responda apenas sim ou não. Sempre traga uma experiência que esclareça o que você quer contar”, diz Priscila.

10. Conte sobre sua família? O que faz nas horas vagas?

Os recrutadores hoje já entendem que vida profissional e pessoal estão, sim, ligadas. Por isso, com essa pergunta, a proposta é entender como a rotina pessoal influencia a dinâmica durante o horário do expediente. “Conforme a pessoa fala, queremos identificar quais os valores que ela tem”, explica Priscila. Segundo ela, o ponto não é tentar ser perfeito, mas mostrar como você administra os principais conflitos da vida.

11. Qual sua pretensão salarial?

A dica de Irene para esse momento da entrevista é tentar adiar ao máximo sua resposta. “Explique que o valor da sua remuneração só pode ser definido quando você entender todos os desafios do cargo”, explica. Se a justificativa não pegar e o recrutador insistir em uma resposta, conte qual era seu último salário.

12. Quais seus planos para o futuro?

Neste ponto, o recrutador quer identificar se sua estratégia de carreira está alinhada ou não com o ritmo da corporação. Nem sempre, contudo, é fácil ter na ponta da língua projetos para um futuro muito longínquo. Se esse for seu caso, não se desespere. Seja sincero e mostre consistência nos planos para médio e curto prazo.

13. Por que devo contratar você?

Essa pergunta requer extrema coerência do candidato com todas as informações que passou para o recrutador durante o processo de seleção. É, neste ponto, que ganha relevância, o profissional que souber fazer o melhor marketing pessoal. “O perfil pessoal acaba determinando muito, o brilho no olho, a vontade de ainda querer fazer”, diz Baccetti, da 2 GET.

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GVT lança serviço de TV e assinatura de banda larga de 35 MB por R$ 99

O lançamento do primeiro triple play com IPTV e DTH, inclusive com serviços de valor agregado; a redução do valor da assinatura da banda larga ultra rápida – 35 MB a R$ 99 – e o aproveitamento de oportunidades em segmentos de economia digital como e-commerce e e-business já no ano que vem são as próximas iniciativas da GVT, que, segundo seu presidente, Amos Genish, investirá nos próximos cinco anos R$ 650 milhões. As informações foram dadas durante a Futurecom 2011.

A aposta em banda larga de alta velocidade, segundo Genish, é o que permitirá os lançamentos. Na operadora, o carro chefe que, em 2008, era a conexão de 1 MB, em 2011 passou a ser a de 20 MB e, no ano que vem, será a de 35 MB, na previsão do executivo. Da base da GVT, diz, 70% dos usuários já estão acima de 15 MB. “O consumidor exige cada vez mais banda e o preço por MBPS está caindo. No ano passado era R$ 5,3. Este ano, R$ 2,8”, disse. Genish aproveitou para cutucar a concorrência. “Quem diz que ultravelocidade é nicho tem limitação. A necessidade existe e o cliente compra se o preço for acessível.”

A demanda de TV também é latente, já que a penetração no Brasil ainda é mais baixa que em outros países da América Latina e 70% do mercado está concentrado em duas operadoras. A estratégia da GVT será oferecer serviços voltados a novas formas de assistir TV – por computador, a qualquer hora e lugar, com mais facilidade. “Vamos começar com modelo híbrido, com IP para interatividade e DTH para programação linear”, detalha. A oferta vai ser composta por mais canais digitais e HD, mais horas de vídeo por demanda, e aplicações interativas, incluindo YouTube, Power Music Club e Facebook.
A meta da operadora, segundo Genish, é proporcionar ao consumidor um gateway doméstico conectando todos seus aparelhos. Ele aproveitou o detalhamento de planos para destacar o papel do Programa Geral de Metas de Competição (PGMC), detalhado antes pelo presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg. “Sem incentivo, não vai ter nunca competição de verdade. Mais de 90% das linhas estão nas mãos das incumbents. A Anatel tem oportunidade de mudar esse paradigma e deve fazer isso agora”, apontou.
Ele destaca que um dos maiores desafios para este cenário de expansão de banda larga e outros serviços é o backbone. No ano que vem, a operadora investe R$ 100 milhões para chegar ao interior. O passo seguinte serão investimentos em backbone internacional com os Estados Unidos. A operadora, atualmente, tem presença em 106 cidades e home passing em seis milhões de domicílios. Em cinco anos, a meta é chegar a 180 cidades, com 15 milhões de domicílios. No ano que vem já serão cobertas 27 novas cidades. A estratégia vai contemplar a inserção da classe C como um dos públicos alvos da GVT, antes dirigida às classes AB e a empresas de pequeno e médio porte.

Implementação de HTML5 vai acelerar web semântica

A automatização da capacidade de interpretar os dados espalhados pela internet será acelerada a partir da implementação oficial do HTML5 pelo consórcio W3C. “Hoje o valor semântico da web ainda depende da leitura humana. A partir disso, marcações com modelagens mais adequadas de identificadores permitirão que computadores façam isso”, explicou Carlos Francisco Cecconi, analista de projeto do W3C Brasil.

As informações foram dadas durante a Futurecom 2011. Segundo ele, a mudança da web sintática baseada em documentos – repositório de dados relacionados por hyperlinks para exibição e reuso – para a web semântica – que além de apresentar dados agrega capacidade ampliada de interpretá-los e relacioná-los – é o que vai marcar a rede do futuro, com mashups de dados listados por RDF e HTML5.

“Hoje a web já é assim. Uma página de um portal não tem mais o conceito de um documento, mas é uma composição de objetos espalhados em diversos servidores ou na nuvem, não concentrados em um banco de dados relacional”, exemplificou. “No futuro vamos usar os dados como hoje usamos documentos, agregando a eles metadados e vocabulário com descrição das coisas e suas relações.”

Infraestrutura de Chaves Públicas tem como objetivo trazer segurança, diz especialista

Thaís Sabatini Thaís Sabatini

Infraestrutura de Chaves Públicas tem como objetivo trazer segurança, diz especialista

Muitos profissionais já se depararam com a necessidade de ter uma Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP), porém apesar de ser uma ferramenta muito poderosa, ainda existem algumas dúvidas sobre o que ela provê e qual sua vantagem. Durante a palestra “Certificação Eletrônica: uma ferramenta poderosa, não uma varinha”, que foi dada durante o XXII Encontro GeneXus, que ocorre entre os dias 12 e 14 de setembro, em Montevidéu, Uruguai, o especialista Guillermo Dotta, da Deloitte, tirou algumas das principais dúvidas em relação ao termo.

Segundo ele, o objetivo do ICP é distribuir chaves públicas para medir a confiança e credibilidade dos certificados digitais. De forma geral, no Brasil, tem como função definir um conjunto de técnicas, práticas e procedimentos que as empresas e entidades devem adotar para estabelecer um sistema de certificação digital.

Um dos benefícios abordados por Dotta é o aumento na segurança das informações que trafegam pela internet ao criptografar os dados armazenados. Outra vantagem importante é a possibilidade de descobrir posts feitos na web por meio de um documento, que vale como uma identidade aos usuários.

Foi citada ainda a restrição de acesso a aplicativos, que é feita por meio de uma senha, além de informar as garantias de segurança aos visitantes do site ou aplicação.

No Brasil, qualquer um pode obter essa certificação por meio de uma Autoridade de Registro (AR), que é concedida pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação.

*A jornalista viajou ao Uruguai a convite da Artech

Ronaldo e Zico lançam rede social de futebol com peneira online

Site levará trabalho de procura por novos talentos para o ambiente virtual; expectativa é de que em seis meses o site já tenha 1 milhão de pessoas cadastradas

Ronaldo e Zico, na apresentação do Pnera

P*nera: site levará trabalho de procura por novos talentos para o ambiente virtual

Dois ex-craques se uniram para lançar um novo projeto no mercado futebolístico brasileiro. Ronaldo e Zico apresentaram, nesta terça-feira (13), o Pnera, que levará definitivamente o trabalho de procura por novos talentos para o ambiente virtual.

O site é uma rede social em que os aspirantes a jogadores poderão se cadastrar gratuitamente e manter contato com o lado profissional do futebol. Assim como no Facebook, o usuário possui um perfil com fotos e vídeos. Pode-se adicionar amigos, trocar mensagens e acompanhar um feed de atualizações.

O diferencial fica por conta da “Peneira do Pnera”. O internauta cadastra um vídeo de um minuto com lances registrados durante uma partida ou com demonstrações de habilidade. Então é realizado um concurso e os escolhidos ganham uma avaliação em um clube da série a do Campeonato Brasileiro.

Todos os custos com deslocamento e hospedagem, assim como os equipamentos de treino, serão bancados pelo site. “Já temos acordo com alguns clubes, mas o clube geralmente faz sua própria peneira”, declarou Ronaldo. “O que estamos fazendo é levar o jogador que a gente acha que tem potencial.”

Por ora, os valores sairão dos bolsos dos próprios donos do site, pois ainda não há parcerias publicitárias ou investidores. “Quanto mais se fizer a divulgação desse trabalho, mais crianças vão ter oportunidades”, disse Zico, lembrando que uma rede social depende de conteúdo e, como não há nenhum na Pnera, ainda não houve interesse.

Além disso, somente homens poderão participar da disputa, conforme explicam os termos de uso: “Estão aptos a participar do concurso ‘Peneira do Pnera’ jovens, do sexo masculino, com idade igual ou inferior à 18 anos, que não tenham, relação contratual com clube ou instituição do futebol, vinculo empresarial ou algo similar (sic).”

O Pnera não irá interferir na escolha de empresários, os próprios usuários são responsáveis por essa parte. “O acesso é livre e a decisão é dele”, disse Zico. “O máximo que a gente vai fazer é orientar, as pessoas sabem temos uma experiência grande.” A partir do momento em que o atleta está no clube, o passe vai direto para a agremiação o que, em tese, dispensa o intermédio de um empresário.

A expectativa é que em seis meses o site já tenha 1 milhão de pessoas cadastradas – entre profissionais do mercado da bola, jogadores profissionais e aspirantes