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Brasil perde até para a Coreia do Norte e é 73º em ranking de velocidade da internet

País teve conexão média de 2,3 Mbps no primeiro trimestre do ano

Velocidade Internet
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A velocidade média da conexão à internet no Brasil foi de 2,3 Mbps no primeiro trimestre do ano, abaixo da média global de 3,1 Mbps. Mesmo com pico de 18,9 Mbps, o país é apenas o 73º colocado em ranking divulgado nesta terça-feira, 23, pela empresa de armazenamento Akamai. Nessa posição, o Brasil perde até para a fechadíssima Coreia do Norte, que registrou velocidade média de 2,7 Mbps.

Os dados compõem o estudo “State of Internet”, realizado trimestralmente com a participação de 243 países. São avaliados, também, conectividade de rede, tráfego de ataques e adoção de banda larga com base nas estatísticas disponibilizadas pelas empresas que usam as soluções da companhia.

A velocidade dos provedores móveis analisados no Brasil atingiu 1,1 Mbps, enquanto a média global flutua entre 0,4 Mbps e 8,6 Mbps. Nove provedores mostraram conexão na faixa de banda larga (superior a 4 Mbps) e outros 64 entregaram resultados médios abaixo disto.

O Brasil é listado como a 8ª maior fonte de ataques (2,2% de participação), sendo que China e Indonésia concentram mais de 50% das ameaças. As 10 regiões mais visadas correspondem a 80% do volume identificado.

208 ataques DDoS foram reportados pelos usuários da Akamai, pouco acima dos 200 do último período. Deles, 35% foram grandes corporações – que incluem instituições financeiras. Todas as ameaças foram indicadas por 154 empresas únicas, o que mostra que muitas delas foram alvos de ameaças por mais de uma vez.

Mais de 733 milhões de endereços IPv4 ou regiões estiveram conectados à plataforma usada para a realização da pesquisa. O Brasil aparece na 7ª posição, com crescimento de 4,8%. Ao considerar todos os países e regiões conectadas, 75% apresentaram aumento em endereços IP durante o período avaliado.

A íntegra do relatório pode ser consultada neste link.

Fonte: Olhar Digital
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Brasil precisará de 117 mil especialistas em TI até 2015, prevê Cisco

Relatório aponta que a demanda por serviços na área excederá oferta de mão-de-obra

Redes sociais
A demanda por profissionais de tecnologia da informação e comunicação (TIC) no Brasil excederá a oferta em 32% para o ano de 2015. Serão 363.584 trabalhadores especializados em redes e conectividade daqui a quatro anos, mas com lacuna de 117.200. Os dados são de uma pesquisa da consultoria IDC, encomendada pela Cisco na América Latina.

Para 2013 a previsão é de 276.306 vagas para 199.819 profissionais, uma lacuna, portanto, de 28% ou 76.487 de mão de obra. O impacto da Copa do Mundo 2014 e das Olimpíadas 2016 no aumento dos investimentos em TI por parte das empresas e Governo ajuda a ampliar a necessidade de capacitação.

De acordo com o estudo, as políticas governamentais e a dinâmica do setor são fatores de motivação importantes para o fortalecimento do setor, e a consequente falta de profissionais capacitados. A mão de obra permanece escassa o suficiente para forçar os empregadores a pagarem mais para competir por especialistas.

O Brasil registrou a menor taxa de recrutamento de profissionais de rede com apenas 19% das empresas entrevistadas contratando especialistas de rede durante o último ano. Considerando a falta de candidatos qualificados, a IDC considera que as empresas brasileiras estão cada vez mais obtendo habilidades de rede de provedores de serviços por meio da terceirização.

O estudo “Habilidades em Redes e Conectividade na América Latina” (Networking Skills Latin America), analisou a disponibilidade de profissionais capacitados em TIC entre os anos 2011 e 2015, em oito países da região: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Peru e Venezuela.
Em 2011, a América Latina teve uma lacuna de aproximadamente 139.800 profissionais com conhecimentos em redes e conectividade (aqueles necessários para planejar, desenhar, administrar e apoiar as tecnologias de redes em uma organização), com uma projeção de aumento desta lacuna para 296.200 para 2015. Estas cifras representam uma carência de 27% no ano de 2011 e de 35% em 2015.
A demanda por profissionais capacitados em redes e conectividade no continente latino está motivada pelas seguintes tendências, de acordo com o estudo:
–  Demanda por maior eficiência na infraestrutura de TI, com a virtualização como o grande vetor.
– Rápida adoção de TIC por parte dos governos e o setor privado
–  A proliferação de dispositivos conectados
–  Requerimentos da rede para suportar aplicações interativas (vídeo) e negócios suportados por TIC virtualizados.
–  Crescente demanda de conectividade baseada ou hospedada na nuvem através de múltiplas empresas

Velocidade da banda larga no Brasil ainda está abaixo da média global

Taxa média da conexão no País é de 2,1 Mbps, perdendo para Chile, México e Colômbia – índice mundial é de 3 Mbps; banda móvel também é lenta

O Brasil ainda está bem distante dos países desenvolvidos quando o assunto é velocidade de conexão à Internet. De acordo com um estudo da provedora de infraestrutura Akamai, na América Latina, a taxa média de conexão aqui é de 2.1 Mbps, abaixo de outros países da região, como Chile (3 Mbps), México (2.7 Mbps) e Colômbia (2.5 Mbps). Entretanto, é maior que a da Argentina (2.0), Peru (1.8) e Venezuela (1). A média global é de 3 Mbps, aponta o estudo.

Enquanto isso, os países com melhores velocidades apresentam taxas médias de 14,2 Mbps (Coréia do Sul), 10,7 Mbps (Japão) e 8,9 Mbps (Hong Kong). A mais “lenta” nos Top 10 é a Finlândia, com 6,6 Mbps, empatada com os EUA.

Por outro lado, uma notícia boa: no Brasil, 12% das conexões apresentaram velocidade maior que 4 Mbps – taxa considerada necessária para assistir a um vídeo em alta definição, por exemplo.

No que diz respeito à velocidade média de picos de conexão, em todo o mundo, 126 países apresentaram aumento entre 1T12 e 2T12. Desses, seis cresceram mais que 100%. Ano a ano, o crescimento global foi de 44%, incluindo aumentos de 10% ou mais em todos os top 10 países e declínio em apenas oito países.

Conectividade Móvel
A situação de atraso do Brasil repete-se na conectividade móvel. A média de velocidade das conexões móveis no País foi de 1.1 Mbps e o pico foi de 8 Mbps – novamente, números inferiores aos de outros países da América Latina, como Argentina, Chile e Colômbia. Ao analisar a região, o Brasil fica à frente apenas de Paraguai, Venezuela e Bolívia.

Em todo o globo, a maior velocidade média de conexão móvel no segundo trimestre do ano foi 7,5 Mbps, entregues por uma operadora móvel na Rússia. Seis provedores tiveram velocidades médias de conexão em taxas de banda larga (4 Mbps ou mais) e 67 tiveram média superior a 1 Mbps durante o trimestre.

Já o pico de velocidade média de conexão móvel foi originado por um provedor do Reino Unido, com 44 Mbps. Cinco fornecedores apresentaram picos acima dos 20 Mbps e outros 33 excederam os 10 Mbps. Todos eles, juntos, entregaram média de pico de velocidade acima de 2 Mbps.

Android x Safari
Os dados de navegadores móveis no mês de junho mostram que 38% dos pedidos de redes de celular vieram do Android Webkit, 33% foram originados do Mobile Safari, 23% do Opera Mini e cerca de 4% do BlackBerry. A conclusão é outra quando todas as redes – não só as de celulares – são adicionadas na análise: 60% de pedidos via Mobile Safari e 23% provenientes de Android Webkit (os navegadores móveis restantes foram significativamente menores). Com isso, o estudo concluiu que os dispositivos Android são usados com mais frequência em redes de celulares, enquanto os iOS são mais usados via WiFi.

ECOM 2012 reúne mais de 500 participantes em Belo Horizonte

Focado na inclusão digital, evento de capacitação profissional contou com a participação de empresários, lojistas, funcionários e estudantes

 


Publico confere as palestras do ECOM em Belo Horizonte 

O Brasil já possui mais de 37, 6 milhões de consumidores de comércio eletrônico e apesar dos dados otimistas para o setor, alguns fatores como a falta de conhecimento em tecnologia e as dificuldades de planejamento por parte dos empresários, ainda são grandes empecilhos para a inserção do segmento nesse nicho do mercado.

Foi pensando nesse novo contexto e na necessidade de busca por informação e conhecimento, que a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), juntamente com Federações das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDLs), Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs), além de diversas entidades e instituições de todo o país, estruturaram o II Seminário e Workshop de Comércio, Negócios Eletrônicos e Meios de Pagamentos – ECOM 2012.

Belo Horizonte foi a oitava capital brasileira a receber o evento, no dia 04 de outubro. Foram mais de oito horas de programação e 9 palestras de consultores e especialistas renomados que contemplaram assuntos como ‘Segurança e crimes cibernéticos/virtuais’, ‘Marketing moderno na era digital’, ‘Direito digital na era dos negócios eletrônicos’, ‘A mobilidade e conectividade revolucionando negócios’, ‘Logística na era digital’, ‘Publicidade e comunicação na era digital’, ‘Finanças e economia digital’, ‘A revolução do código de barras no comércio, serviços e redes hoteleiras’, entre outros. A grande novidade deste ano foi o I Workshop Nacional de Redes & Mídias Sociais.

Ao longo do dia, os interessados também puderam buscar suporte individual e orientação para seus negócios com os consultores e especialistas que ficaram à disposição dos participantes na Expo ECOM, um espaço de exposição no qual as empresas de tecnologia e serviços apresentaram seu trabalho, bem como as principais tendências tecnológicas para os interessados em atividades de comércio eletrônico e infraestrutura de tecnologia da informação. 

O seminário discutiu ainda, de forma bastante ampla, o cenário de preparação do comércio, varejo, rede hoteleira e demais atividades empresariais e comerciais do país, no contexto de organização da Copa do Mundo em 2014. Isso porque, o Mundial vai antecipar no Brasil uma tendência já adotada no exterior que é a comercialização de produtos no meio digital. 

O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL-MG), entidade anfitriã do evento na capital mineira, José César da Costa, destacou que o ECOM significou uma oportunidade ímpar para que representantes do varejo de todo o estado pudessem se atualizar e acompanhar esta tendência que está revolucionando o comércio por mudar a relação com o consumidor e o ato de vender. “A inserção no meio eletrônico, tem ido além de uma questão puramente comercial. Trata-se, muito mais de uma decisão estratégica de adequação e continuidade dos negócios. Por isso a importância de espaços como este, capazes de reunir profissionais competentes para nos auxiliar nesse processo de transição”, afirmou.

Nos meses de outubro e novembro, outras seis cidades brasileiras (Rio de Janeiro, Distrito Federal, Cuiabá, Belém, Manaus e Florianópolis) irão sediar as atividades do ECOM 2012. 

Mais fotos do evento no site da FCDL-MG.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação FCDL-MG
Crédito da Imagem: FCDL-MG

Samsung compra nova tecnologia de conectividade e localização para celulares

Empresa sul-coreana adquiriu a tecnologia da fabricante britânica de chips CSR por US$ 310 milhões

Imagens do Samsung Galaxy S3

A Samsung comprou uma tecnologia de conectividade e localização para telefone celular da fabricante britânica de chips CSR. Segundo informações da Reuters, a aquisição custou US$ 310 milhões à companhia e irá fortalecer o portfólio de patentes da empresa sul-coreana.

A responsável pelo Galaxy S III vai investir ainda US$ 34,4 milhões na compra da participação de 4,9% da CSR. De acordo com a companhia de chips, a parceria vai permitir que a CSR se foque no desenvolvimento e venda de chips para voz, música, automóveis, localização em ambiente fechado, imagem e bluetooth.

Palestra Gratuita, Tio Flávio Cultural. Decifrando a conexão digital.

Empresas planejam a construção de cidade brasileira inteligente e conectada

Projeto, ainda no papel, prevê a construção de uma cidade tecnológica com internet de alta velocidade e serviços de cloud computing

Cidade Inteligente
Cidade Inteligente
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Com a chegada da Copa do Mundo, a construção civil tem se tornado um dos mercados mais promissores do momento. O Grupo Odebrecht, por exemplo, venceu a licitação para a construção da Cidade da Copa na região metropolitana de Recife, Pernambuco, e já pensa em transformá-la, também, em uma Cidade Inteligente para promover o desenvolvimento urbano na área.

Segundo Massato Takakuwa, diretor de negócios para governo da NEC Brasil, que é parceira do projeto, a Cidade Inteligente será um “amontoado de tecnologias combinadas e integradas”. A ideia é que o local tenha internet a cabo e wireless de alta velocidade, além de sistemas de segurança digital, biometria e videoconferência. “A meta é oferecer um distrito de entretenimento preparado para sediar empresas, universidade, hotéis e centros comerciais e de entretenimento”, conta o executivo.

Mas tudo ainda não passa de um projeto. Por enquanto a informação que se tem é que haverá investimentos de empresas privadas e que, além da área comercial, turística e estudantil, também terão locais dedicados a residências e empresas encubadoras voltadas à tecnologia. A infraestrutura da cidade modelo ainda trará, segundo o executivo, a utilização de computação em nuvem, sistemas de energia inteligente e construção da infraestrutura de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), o que vai permitir que a região seja um centro de entretenimento, turismo e negócios.

As obras devem começar no início de 2012 para que, até 2014, algumas das principais estruturas da cidade estejam prontas para a Copa do Mundo, como hotéis, centro de convenção e o campus da Universidade. O executivo ainda afirma que, no fim de agosto, o Grupo Oderbrecht deve apresentar o projeto completo para a imprensa revelando os serviços e tecnologias que estarão presentes da cidade, além das empresas que estarão envolvidas no projeto. A previsão é que a construção completa da futura Cidade Inteligente dure de 12 a 15 anos.