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Aparelho que controla computadores com a mente chega ao mercado em 2013

Desenvolvido por uma startup, produto sairá por US$ 199

Muse

 

Chega ao mercado em 2013, por US$ 199, um dispositivo pelo qual é possível controlar videogames e operações de computação por ondas cerebrais. Chamado Muse, o produto se parece com um fone de ouvido e foi desenvolvido pela startup Interaxon.

Ariel Garten, chefe-executiva da empresa, mostrou a invenção durante a conferência LeWeb, nessa segunda-feira, 3, quando disse que isso vai ajudar, por exemplo, a dar emoção aos e-mails. “É o primeiro dispositivo de controle por pensamento que é elegante e fácil de usar”, disse, segundo a CNET.

A empresária usou o fundador da conferência, Loic Le Meur, como cobaia para mostrar uma aplicação chamada Emotype, que altera as fontes de escrita de acordo com o humor do escritor.

O aparelho é posto na cabeça da pessoa como se fosse um óculos, mas que possui um aro que passa pela testa. Ele tem quatro sensores de eletroencefalografia e se comunica com o computador via Bluetooth. Vem com seus próprios jogos e um kit de desenvolvimento de software para permitir aos usuários que criem suas próprias aplicações.

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Desvendados 5 mitos tecnológicos

Remoção de USB, bateria de notebook, senhas Wi-Fi e mais curiosidades desvendadas

USB

Mesmo as pessoas que gostam de tecnologia têm suas dúvidas. Quem nunca ouviu falar de alguns mitos sobre a bateria do notebook ou segurança das redes Wi-Fi? Existem muitas lendas dentro do universo tecnológico que merecem ser desvendadas, veja a seguir uma lista com os 5 mitos mais famosos.

1 – Não remover o USB antes de desconectá-lo do computador pode afetar seu sistema operacional

Todo mundo se tornou bastante cauteloso quando está usando um USB e realmente é preciso certo cuidado, mas não é verdade que todo USB desconectado antes de ser removido da máquina pode causar problemas no sistema operacional. Se você desplugar o dispositivo quando ele ainda estiver rodando em seu computador, certamente terá problemas, mas, se a gravação de dados for concluída, e você puxá-lo sem qualquer remoção, dificilmente ocorrerá algum problema. A Microsoft informou ao site PC World que os danos dependem muito do tipo do dispositivo, mas, no geral, desconectar um USB antes de removê-lo não afeta o sistema. Não se sentiu seguro? Faça um teste com o seu USB.

2 – Recarregar o notebook sem ter zerado a energia, acaba com a bateria

De acordo com o Huffington Post, se o seu notebook for antigo e ainda usar uma bateria de níquel cádmio, isto pode acontecer. Este tipo de bateria possui um “efeito memória” e se você recarregá-la repetidamente sem zerar sua energia, a capacidade máxima de armazenamento diminui. No entanto, os computadores mais recentes, que usam bateria de íon de lítio, não sofrem com este problema, portanto, não é preciso esperar a bateria zerar para recarregá-la e nem é perigoso deixar a máquina ligada na tomada por muitas horas.

3 – Quanto mais pixels em uma câmera, melhor

O site Cnet explica que o pixel não remete à qualidade da foto, mas ao tamanho que a imagem pode ter sem perder qualidade. Na fotografia digital, um megapixel equivale a um milhão de pixels – pontos que formam uma foto. Ou seja, quanto mais pixels, mais você poderá ampliar as fotos sem distorcer a imagem. No entanto, além dos megapixels, a lente e sensores de luz também são essenciais para conseguir uma fotografia boa. Portanto, lembre-se: há mais detalhes para avaliar na hora da compra de uma câmera fotográfica.

4 – Ao aproximar um imã do seu HD, ele poderá ser apagado

A PC Mag explica que apenas ímãs enormes e superpotentes podem apagar os dados salvos no seu HD. Um ímã comum e de menor tamanho, no máximo, apaga conteúdos de um disquete. Enquanto que os demais dispositivos como USB, cartões SD e HDs são imunes.

5 – Redes Wi-Fi protegidas com senha estão livres de hackers

Uma rede pública de Wi-Fi com senha não está necessariamente protegida, segundo o site Life Hacker. Nas redes públicas, como de cafés, lanhouses ou de hotéis, nada impede que uma pessoa com más intenções consiga a senha de acesso e utilize este canal para fazer vítimas. A grande questão, de acordo com o site, é que você nunca sabe com quem está dividindo a rede. No Wi-Fi doméstico, mesmo que você saiba para quem está fornecendo a senha de acesso, ainda existem riscos da rede ser invadida. Existem programas que quebram as senhas, independente do nível de segurança implementada, seja WEP, WPA ou WPA2.

70% dos jovens escondem dos pais suas atividades na web

Estudo mostra que grande parte dos adolescentes entre 13 e 17 anos conhecem técnicas para esconder o que fazem na web

Adolescentes
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A maior parte dos adolescentes escondem dos pais o que fazem na internet, de acordo com pesquisa da McAfee. Segundo o estudo, 70% dos jovens de 13 a 17 anos admitem que escondem as suas atividades na web. 32% deles afirmam que acessam conteúdo pornográfico na rede, de acordo com a CNET.

O conteúdo acessado na maior parte das vezes não é indicado para a idade dos adolescentes, mas nem por isso os pais se preocupam com o que seus filhos vêem na web – quase metade de um total de 2 mil entrevistados acham que sabem tudo o que os filhos acessam na internet.

A McAfee aponta para um crescimento do número de adolescentes que escondem os hábitos virtuais dos pais – em 2010, 45% deles admitiam mentir sobre o que faziam na rede. “Há um grande crescimento no número de jovens que conhecem meios de esconder o que eles fazem online”, afirmou o especialista de segurança na web da McAfee, Stanley Holditch.

O estudo mostra que 53% dos jovens apagam o histórico do navegador para esconder a atividade dos pais, enquanto 46% escondem a janela na hora que seus pais passam por perto do computador.

Além do conteúdo não indicado, 15% dos adolescentes também admitem já terem hackeado alguma conta em redes sociais e 31% baixaram filmes ou música pirata.

Primeiras impressões do Surface, o novo tablet da Microsoft

Empresa deixou alguns jornalistas observarem de perto os tablets anunciados ontem, mas ofereceu poucas informações sobre os dispositivos

Microsoft Surface

Pouco depois de anunciar o Surface, a Microsoft permitiu que alguns veículos observassem de perto o dispositivo, mas o teste foi bastante restrito, ninguém conseguiu usar efetivamente o tablet, apenas olhar alguns dos seus recursos.

A versão RT é bastante leve – 676 gramas – mas é um pouco mais pesada do que o novo iPad (que pesa 650 gramas). Já a versão Pro é consideravelmente mais pesada – 903 gramas.

O Kickstand, o apoio para manter o tablet de pé que vem junto com o aparelho, dividiu opiniões. Para a CNET, ele é bem integrado ao dispositivo e bastante útil. Já o Mashable não gostou muito e considerou pouco intuitivo, já que abertura não é muito fácil de se encontrar. O site relata que os jornalistas que puderam testar o dispositivo não conseguiram encontrar a abertura nem na primeira nem na segunda tentativa e os funcionários da Microsoft tiveram que ajudá-los a descobrir como funcionava.

A Touch Cover – a capa protetora que também funciona como um teclado físico – se mostrou bastante competente. O Mashable destacou que foi uma “ideia fabulosa”, já que é preciso fazer pressão nas teclas para o teclado detectar o que está sendo digitado, o que ajuda a evitar palavras sendo escritas acidentalmente ao encostar no acessório.

A CNET também elogiou o teclado. O site lembrou que ninguém gosta de digitar por muito tempo na tela de um tablet. Já o TechCrunch destacou que a capa não se dobra com facilidade, o que facilita a digitação.

O Type Pad não foi disponibilizado para testes e a visualização do tablet ligado foi bastante restrita. Na última parte da apresentação para os jornalistas, o Engadget afirmou que a tela (10,6 polegadas widescreen 16:9) é bastante visível de diversos ângulos, o que ajuda na hora de assistir um filme com o Kickstand aberto.

Apesar de disponibilizar os aparelhos, a Microsoft ainda deixou muitos mistérios a respeito dos seus tablets. Ela não mostrou, por exemplo, a integração com o Xbox através do SmartGlass, nem a duração da bateria dos dispositivos.

O Surface será lançado ainda este ano ano. O RT sai junto com o Windows 8, enquanto o Pro sairá cerca de três meses depois. O tablet terá um preço “compatível com o mercado”, segundo a Microsoft.

iPhone 5 pode vir equipado com tecnologia Liquidmetal

Recurso combina características de plásticos e metais para dar mais flexibilidade e resistência. iPhone 5 deve ser anunciado em junho

iPhone 5 Liquidmetal

O mais novo rumor sobre a próxima geração de smartphones da Apple diz respeito ao material dos quais eles serão feitos. Segundo o CNET, fontes anônimas ligadas aos fabricantes disseram que o iPhone 5 virá equipado com a tecnologia Liquidmetal.
Além disso, as fontes também afirmaram que o dispositivo será oficialmente apresentado durante a Conferência Anual de Desenvolvedores da Apple, em junho.

Em 2010, a Apple adquiriu uma licença comercial sobre a empresa produtora do Liquidmetal, mas até então ninguém sabia quais eram as intenções da gigante da maçã. O recurso, apesar de não estar em evidência, promete revolucionar a produção de gadgets e eletrônicos.

Basicamente, o Liquidmetal é um metal fisicamente parecido com os metais que já existem, mas muito diferente em sua composição: trata-se de uma liga metálica que combina algumas características dos plásticos – como a facilidade de moldar e uma certa flexibilidade – com a resistência de metais como alumínio, aço inoxidável e titânio.

Para se ter uma ideia, a estrutura é imune a deformações ou rachaduras, e já é utilizada na fabricação de skis, tacos de golfe, relógios e na carcaça de alguns pendrives. No caso da Apple, a patente registrada dois anos atrás se referia ao uso do Liquidmetal como componente central de células de combustível. Essas células, caso usadas em smartphones, poderiam resultar em uma bateria com mais de 30 dias de uso, sem recarga.