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Startup brasileira cria tecnologia para ‘imprimir’ casas baratas

construção_civil_indústria (Foto: Thinkstock)

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Com apenas 22 anos, a brasileira Anielle Guedes impressiona não só pelo conhecimento a respeito do que fala, mas também pela experiência. Já foi tradutora da Anistia Internacional, filmou um documentário apresentado na Unesco, discursou duas vezes na ONU e participou de um curso na Agência Espacial Americana (Nasa).

Hoje, ela é dona de uma startup que quer reduzir os custos da construção civil utilizando a impressão 3D. Nascida em São Paulo, Anielle começou cedo a chamar a atenção dos pais.

Com 6 anos, lia tudo que via pela frente: de bulas de remédio a enciclopédias. Não se conformou quando escutou a música “My Heart Will Go On”, de Céline Dion, por não aceitar que havia pessoas que se comunicavam em outro idioma. Resolveu aprender inglês.

Aos 13, já fluente na língua, passou a colaborar como voluntária na Anistia Internacional, traduzindo textos. Mais velha, entrou nas faculdades de Economia e Física. Trancou as duas, por não encontrar o que queria.

Ano passado achou o caminho: durante um curso realizado na Singularity University, na Nasa, a jovem entrou em contato com empresas que realizavam impressão 3D de materiais de construção, o que diminui gastos e corta prazos.

Encantada com a tecnologia, resolveu criar a sua própria startup: a Urban3D. Por meio da empresa, Anielle quer alterar a lógica do mercado da construção civil. O custo de materiais e o tempo da construção de edifícios seriam extremamente reduzidos.

A ideia seria imprimir as moradias em poucas semanas e por um custo até 80% menor do que é praticado pelas empresas tradicionais, graças a um maquinário mais barato e um material mais sustentável e acessível. Tudo isso, aliás, está cada vez mais viável.

Com material já em fase de otimização, a Urban3D está se firmando estruturalmente. Contando com a ajuda de apenas cinco pessoas – entre engenheiros e desenvolvedores de negócios -, a ideia de Anielle é utilizar impressoras para criar módulos pré-formatados digitalmente. Essas máquinas, que possuem uma estrutura imensa, utilizariam um concreto especial para imprimir vigas, pavimentos, paredes e detalhes da arquitetura das residências.

Para isso, a impressora faria extrusão do concreto, colocando-o camada por camada para fazer paredes e outras estruturas. Este robô, que já está com o protótipo pronto, só precisa de financiamento para desenvolver o primeiro produto funcional.

Apesar dos poucos funcionários, a Urban3D conta com importantes parceiros para desenvolver materiais e a impressora em questão. Uma empresa alemã na área de química, por exemplo, está criando um novo produto feito a base de recicláveis para substituir o concreto.

Enquanto isso, empresas na área de maquinário pesado e de robótica estão desenvolvendo máquinas e tecnologias para viabilizar a impressão como planejada e realizada em outros locais do globo. Berço da empresa, a Nasa também já procurou Anielle para desenvolver um projeto ainda não divulgado.

Além disso, a ONU – que a convidou para discursar sobre a Urban3D em Genebra – também é uma de suas parceiras, divulgando o projeto em escala global. Tecnologia social A impressão 3D de materiais de construção não é inteiramente nova. Alguns fatores, porém, diferenciam a Urban3D de outras companhias, segundo Anielle. “O primeiro é que as outras empresas tem um enfoque muito grande no desenvolvimento de maquinários. Mas nós também pensamos nos materiais”, conta ela.

“E estamos olhando para a impressão in loco, não de peças. Além disso, eles falam em imprimir casinhas de um andar. O nosso produto final será um prédio de, no mínimo, quatro andares.” No Brasil, ela tem o objetivo de construir moradias sociais. “Já contatamos a prefeitura e o Ministério do Planejamento”, conta. “Tentaremos, também, fechar parceria com o CDHU.”

O objetivo de Anielle, porém, vai além. “O mundo tem um déficit habitacional de dois bilhões de pessoas. Em 15 anos, esse número vai subir para 4 bilhões. E nós não temos dinheiro para acompanhar esse crescimento”, comenta. “Como posso fazer algo útil para isso?”

A resposta? Para Anielle, a tecnologia. “Não adianta achar materiais de construção 5% mais baratos. Tem de ser dez vezes mais acessível”, comenta. “A tecnologia tem um papel central nisso: como a gente altera os processos e as cadeias produtivas para que elas sejam mais eficientes?” Ela mesma responde: “a tecnologia é determinante para atingir objetivos de fazer cidades melhores, mais inclusivas, mais sustentáveis, além de, principalmente, promover a qualidade de vida das pessoas”.

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Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

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Chineses montam casa com impressões 3D em apenas 3 horas

Sala de estar espaçosa, cozinha funcional e uma varanda no segundo andar. Reprodução/CNWest

Sala de estar espaçosa, cozinha funcional e uma varanda no segundo andar. Reprodução/CNWest

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Esqueça esponjas ou facas criadas por impressoras 3D. A companhia chinesa ZhuoDa inovou construindo uma casa de 200   em apenas três horas utilizando módulos 3D impressos.

Ao todo, o processo levou 10 dias do início das impressões à montagem do último módulo. A casa de dois andares é à prova de fogo e pode suportar um terremoto de magnitude 9, pois é feita a partir de um material de construção especial, mantido em segredo.

As paredes podem ser pesronalizadas simulando texturas de granito, madeira ou cerâmica. Reprodução/CNWest

As paredes podem ser personalizadas simulando texturas de granito, madeira ou cerâmica. Reprodução/CNWest

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O vice-presidente da ZhuoDa, Tan Buyong, revelou que o novo material é proveniente de resíduos industriais e agrícolas e livre de substâncias nocivas, como formaldeído, amônia e radônio.

Surpreendentemente – considerando o quão recente é a técnica da impressão 3D – os custos da construção giram entorno de 2.500 yuan (U$ 400) por metro quadrado.

Robô “pedreiro” instala tijolos e constrói casas em dois dias

Karen Carneti de INFO Online
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Robô Hadrian

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Os robôs já conseguem fazer muitas coisas que um humano faz, incluindo testar a agilidade de um sistema operacional e até mesmo repetir movimentos de samurais. Alguns deles, porém, já superaram o homem, como é o caso do chamado Hadrian, que consegue instalar os tijolos necessários para a construção de uma casa em apenas dois dias.

O robô consegue trabalhar 20 vezes mais rápido do que um humano na tarefa. Sua velocidade máxima é de mil tijolos por hora, o que significa que ele consegue construir até 150 casas por ano.

Para conseguir realizar seu trabalho, Hadrian possui um telescópio articulado de 28 metros em seu interior. Para colocar os tijolos corretamente, ele utiliza um desenho assistido por computador em 3D com a representação da casa. Argamassa ou adesivo podem ser usados na ponta de sua estrutura.

A fabricante responsável pelo robô, Fastbrick Robotics, disse ao site da revista Gizmag que pretende lançar a primeira versão comercial do protótipo até o ano que vem. “O Hadrian reduz o tempo total de construção de uma casa padrão em aproximadamente seis semanas,” disse o CEO Mike Pivac. “Devido ao elevado nível de precisão que ele alcança, a maioria dos outros componentes, como cozinhas e banheiros, pode ser fabricada em paralelo e simplesmente montada logo que o assentamento de tijolos estiver concluído”.

Pivac espera que o robô não “roube” empregos de humanos, mas sim que crie novas vagas no mercado. “A máquina irá preencher o vazio que existe devido à diminuição do número de pedreiros disponíveis, cuja média de idade é quase 50 na Austrália”, disse. “O Hadrian deve atrair os jovens de volta ao assentamento de tijolos, já que a robótica é vista como uma tecnologia atraente”.

Fonte: Gizmag.

Novidades no mundo da segurança empresarial

Câmeras inteligentes e laptops super resistentes, capazes de suportar tombos e acidentes com líquidos, são alguns dos destaques.

Destaque

Entre os dias 26 e 28 de abril aconteceu em São Paulo a 13ª edição da Conferência Internacional de Segurança Eletrônica (ISC), que trouxe novidades da tecnologia a serviço da segurança. Entre as principais armas desse arsenal estão as câmeras inteligentes. Centenas delas chegaram ao mercado brasileiro, com as mais diferentes funções.

Para mostrar tudo do que elas são capazes, a Axis Communications montou uma sala inteligente abarrotada de câmeras. A primeira delas é capaz de seguir um suspeito sem a necessidade de um operador. Em 360°, ela acompanha automaticamente o indivíduo à medida que ele se desloca no ambiente. Outro modelo térmico registra imagens pelo calor e é capaz de identificar uma pessoa mesmo na ausência total de luz. Há também modelos capazes de registrar os objetos do local e, se alguma coisa for tirada do lugar, avisar imediatamente a central de segurança através de um alarme…

http://olhar.vc/1dd16

Links da Matéria
Tecnologia na PM  Sua Webcam como câmera de segurança