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3 países que querem profissionais brasileiros

Noruega

Trabalhar fora do Brasil parece ser um sonho distante para muita gente. Mas a oferta pró-ativa de oportunidades profissionais por alguns países indica que os brasileiros podem, sim, ser imigrantes muito bem-vindos.

Selecionamos três países que estão abertos à entrada de mão de obra estrangeira qualificada e, de quebra, já manifestaram interesse específico em profissionais do Brasil. Veja a seguir:

Nova Zelândia
O pequeno país da Oceania tem diversas oportunidades para imigrantes com diploma de nível superior, principalmente nas áreas de medicina, engenharia e tecnologia da informação (TI).

O governo neozelandês também está aberto para mão de obra estrangeira capacitada em finanças, educação, construção, óleo e gás, entre outras áreas listadas no seu site oficial.

Os brasileiros são bem-vindos: a Nova Zelândia até tem um programa anual de trabalho temporário feito exclusivamente para o país. Mais informações sobre o assunto podem ser encontradas no site do governo neozelandês.

Canadá
O Québec, província do Canadá que fala francês, até já promoveu palestras no Brasil para mostrar que os profissionais daqui são desejados.

As principais formações miradas são administração de empresas, contabilidade, engenharia civil, engenharia da computação, enfermagem e tecnologia da informação. Outras áreas com boas perspectivas de emprego no Quebéc estão compiladas no site oficial da província.

Noruega
Ocupando o 1º lugar na lista de países com maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), a Noruega tem falta de mão de obra em diversas áreas da economia.

Segundo o site oficial do governo, os engenheiros foram os profissionais mais escassos no país no primeiro semestre de 2014, com déficit estimado de 14 mil profissionais. Os profissionais mais buscados são das áreas de perfuração, automação, mecânica, mecatrônica e hidráulica.

De olho no pré-sal, muitas empresas norueguesas têm buscado aproximação com os brasileiros. O país também está de olho em médicos, enfermeiros e profissionais da área de educação.

Via Exame.info

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Metade dos brasileiros tem acesso à internet

Praticamente metade da população brasileira conta com acesso à internet, segundo dados do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2013, que foi divulgado nesta quinta-feira, 24.

O relatório revela que 49,8% dos brasileiros podem se conectar, taxa semelhante à de países como Colômbia, que tem 49%, e Romênia, com 50%. No mundo todo, apenas 35,5% da população têm acesso.

Mas os dados sobre o Brasil podem estar defasados, pois o IDH leva em conta informações do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) de 2012, as mais atuais disponíveis. De lá pra cá pode ter havido crescimento ou queda na quantidade de internautas.

Além disso, como a versão anterior do IDH não contava com um estudo semelhante, é impossível comparar os anos para saber se houve melhora ou piora.

O país com mais gente acessando a rede é a Islândia, com 96% da população conectada, seguida por Noruega (95%), Suécia (94%), Dinamarca e Holanda (ambas com 93%) e Luxemburgo (92%).

Completam o top 10 Finlândia (91%), Nova Zelândia (89,5%), Liechtenstein (89,4%), Qatar (88,1%) e Bahrein (88%). O Brasil está na 71ª posição.


Via: UOL.

Cibercrime atingiu 22 milhões de brasileiros no último ano, diz estudo


Estudo publicado hoje pela Symantec informa que 22 milhões de brasileiros (cerca de 10% do país) sofreram algum tipo de ataque virtual no último ano, sendo que a prática se torna cada vez mais sofisticada — com ameças como Ransomware e Spear-phishing.

A prática tem sido lucrativa e nos últimos 12 meses gerou mais de R$ 18 bilhões. Entre os usuários de smartphones, 57% dos entrevistados contaram ter sido vítimas de crimes virtuais. A estatística é acompanhada de outra que ajuda a explicar a insegurança: 61% deles disseram utilizar redes de Wi-Fi públicas ou inseguras.

De acordo o levantamento, 49% dos consumidores afirmam usar seus dispositivos móveis pessoais para trabalho e lazer, o que possibilita riscos de segurança para as empresas ao potencializar o acesso dos cibercriminosos a informações valiosas.
Apesar de quase metade dos usuários de smartphones se importarem com seus dispositivos e usarem-os integralmente, eles não os protegem, segundo o estudo. 48% não têm cuidados básicos, como a utilização de senhas e software de segurança, além da realização de backup de arquivos. Este comportamento vulnerável coloca o indivíduo e a sua identidade digital em risco.
“Se fosse um teste, os usuários móveis seriam reprovados”, alerta Marian Merritt, Advogada de Segurança na Internet da Symantec. “Enquanto os consumidores protegem seus computadores, existe uma falta geral de consciência para proteger seus equipamentos móveis. É como se eles tivessem sistemas de alarme em suas casas, mas deixassem seus carros destravados e com as janelas abertas”, finaliza.

Preocupação dos brasileiros com a segurança na web caiu 38%, segundo pesquisa

O número de entrevistados “seriamente preocupados” diminuiu significativamente, passando de 60% no ano passado para 45% neste ano

Segurança Digital

Uma nova edição do “Índice de Segurança Unisys”, pesquisa semestral que mede a percepção da população sobre diversas áreas da segurança, aponta que mesmo após recentes ataques hackers noticiados, a preocupação dos brasileiros com a segurança caiu 38% em relação a 2011.

De acordo com o estudo, realizado em 12 nações, o Brasil apareceu em oitavo lugar no ranking dos países que mais temem a segurança na web. Antes dele, ocuparam as primeiras posições: Colômbia, México, Hong Kong, Alemanha, Nova Zelândia, Bélgica e Estados Unidos, respectivamente. Os países menos preocupados com o assunto, que integraram a nona, décima, décima primeira e décima segunda posição foram Espanha, Austrália, Inglaterra e Holanda.

Em comparação com a pesquisa realizada durante o primeiro semestre de 2011 no Brasil, o número de entrevistados que se disseram “seriamente preocupados” com a segurança de computadores diminuiu significativamente, passando de 60% no ano passado para 45% neste ano. Paralelamente, 33% dos brasileiros ouvidos em 2012 afirmaram não se preocupar com o tema, contra 13% no ano anterior.

Ainda de acordo com o levantamento, 43% dos respondentes no Brasil afirmaram estar “muito preocupados” com a segurança durante a navegação e transações em lojas online e internet banking. Em 2011, 54% dos entrevistados disseram que se preocupavam seriamente com o assunto.

Para o levantamento, foram entrevistadas 10 mil pessoas abrangendo todas as nações participantes. No Brasil, foram ouvidas 934 pessoas, porta-a-porta, em 70 grandes áreas metropolitanas de todo o País no período de 20 de fevereiro a 12 de março de 2012.