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Guia: como automatizar o backup do PC para um HD externo



Todo mundo tem aqueles arquivos que jamais podem ser perdidos, daí a importância de criar um backup. Se você possui um HD externo e já tentou fazer isso manualmente, sabe quão chato é anotar as últimas pastas modificadas desde o backup mais recente ou lembrar o exato ponto onde você parou caso algo dê errado na hora de copiar os aquivos.Mais importante ainda, é que o backup seja feito com frequência, para que, caso você um dia perca seu HD interno, minimize a quantidade de trabalho perdido. Este guia ensina como fazer o backup e como programá-lo para que seja realizado automaticamente, toda semana, por exemplo.

Para isso, usaremos o Free File Sync, que pode ser baixado aqui, e está disponível para Windows, Mac e Linux.

PARTE 1 – Fazer o Backup

Após instalar e abrir o programa, você verá uma tela como essa:

Reprodução

Para escolher o que vai utilizar como backup, insira as pastas utilizando o botão +, no centro da tela. Na próxima imagem, veremos um exemplo onde o backup será feito com fotos e músicas.Reprodução
Ao lado esquerdo estão as pastas que queremos sincronizar, em um computador (Drive E:\), enquanto do lado direito, escolhi as pastas para aonde queremos que os arquivos vão, np HD externo (Drive D:\).

Agora, clique na engrenagem verde, ao lado superior direito da tela. A seguinte janela vai aparecer:
Reprodução

Escolha com atenção o tipo de sincronização que você prefere. A opção “dois sentidos” faz com que os arquivos da esquerda (seu computador) e da direita (sua hd externa) fiquem iguais, no final das contas, copiando o que falta lá, daqui, e o que falta aqui, de lá.

A opção “espelhar” torna a pasta do lado direito uma cópia idêntica da pasta esquerda, inclusive apagando na pasta da direita arquivos que não exisem na primeira. Utilize esta opção com cuidado, para não perder nada.

“Atualizar” é a opção mais segura: arquivos que estiverem na pasta da esquerda, que forem mais novos do que aqueles da pasta da direita (ou que não existem por lá) são copiados, sobrescrevendo os arquivos mais antigos (para que você possua sempre a versão mais “atual”). Caso existam arquivos do lado direito que não existem do lado esquerdo, ou que sejam mais atuais, nada ocorre com eles.

Se você preferir configurar suas próprias opções, utilize “personalizar”.

Clique em OK e na tela principal e escolha a opção “Sincronizar”. Seus arquivos serão transferidos para a HD, de acordo com suas escolhas.

Reprodução
PARTE 2: Programar o Backup

Esta é a parte mais importante para que seu backup seja feito com consistência.

Primeiro, com as escolhas de pastas e modos de sincronização da parte 1, clique em “Salvar como tarefa em lote”, na parte inferior esquerda da janela, como na foto abaixo:

Reprodução

É importante escolher as opções “executar minimizado” e “ignorar”, ou o backup não será automático.

Com isso, você criará um arquivo de lote, como mostrado abaixo. Aqui escolhemos o nome “Foto backup.fss_batch.

Quem cuidará do processo de agendamento, na verdade, é o próprio Windows. Para isso, abra um prompt de “executar”, no menu iniciar ou com o atalho “tecla do Windows+R”. Na janela, digite taskschd.msc e pressione enter. Outra janela aparecerá; escolha “criar tarefa básica”

Reprodução.

Escolha um nome para sua tarefa, na próxima tela, e continue, escolhendo a frequência com que a tarefa deve ser executada. Para backups, recomendamos “Semanalmente”. Quando for perguntado qual tipo de ação você deseja executar, escolha “iniciar um programa”.

Agora, você deve escolher o arquivo de inicialização do Free File Sync, geralmente na pasta “C:\Program Files\FreeFileSync\FreeFileSync.exe”, a menos que você tenha mudado algo durante a instalação.

Na linha de baixo, em “adicionar argumentos”, é onde fica o arquivo de lote que tínhamos salvo anteriormente. Escreva o caminho do arquivo, entre aspas, e pronto. Veja na imagem, como fica, em nosso caso:

Reprodução

Agora basta clicar em “próximo” e finalizar.

Fonte: Olhar Digital
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Mini-guia para um backup simples

A maioria das pessoas costuma aprender sobre backup tarde demais: normalmente, apenas depois que o computador estragou e  todos os documentos, fotos e trabalhos importantes acabaram se perdendo. O ideal é que todo mundo soubesse como fazer backup do mesmo jeito que as pessoas aprendem rapidamente a acessar as redes sociais. Afinal, cuidar de seus arquivos é tão importante quanto manter o contato com os amigos!
Existem conceitos básicos sobre backup que só quem é da área de TI (Tecnologia da Informação) conhece, mas que deveriam ser comum a todos. Abaixo, nós tentamos explicar algumas coisas de forma simples, para ajudar você a entender como funciona o backup e como você deve aplicá-lo na sua rotina.

Backup é o nome que damos à cópia dos dados salvos de um computador ou servidor. Essa cópia garante a segurança dos dados de modo que, se o sistema operacional ou o hardware original que guarda os arquivos forem danificados, você permanece com uma cópia que garante que você não perca seus arquivos.

Meios de armazenamento

Serviços online

Hoje, existem sites de armazenamento de dados que podem lhe ajudar a guardar seus arquivos ‘na nuvem’. Você pode usar serviços de download/upload como o Sendspace, o Rapidshare, etc, sempre lembrando de que as versões de uso gratuitas têm prazo para expirar e você pode querer acessar seus arquivos um dia e eles não estarem mais lá. Por isso, informe-se sobre os planos e as validades de permanência do uso desses espaços de armazenamento. Outra coisa importante são os tipos de privacidade desses sites, pois eles são muito usados para guardar arquivos em copyright, como episódios de séries, filmes, e álbuns de bandas, então você deve escolher uma modalidade de upload que permita que seus arquivos fiquem visíveis somente para você.

Exemplos: Sendspace, Rapidshare…

Discos virtuais

O conceito dos discos virtuais se popularizou nos últimos três anos entre os heavy users, mas ainda são desconhecidos para quem não é tão ligado nas novidades da tecnologia e da internet. Os discos virtuais são serviços onde você instala um software no computador/smartphone, cria uma conta, e passa a colocar seus arquivos dentro do programa. Eles funcionam como pastas normais no HD, só que diferente do tratamento normal dado aos arquivos que você salva nas outras pastas do computador, tudo aquilo que você guardar nos diretórios do programa vai ter uma cópia salva em um servidor que está na nuvem. Assim, se você tem o mesmo programa instalado em outros computadores (no do trabalho, por exemplo) e você usa a mesma conta no software para acessar os arquivos, tudo o que você salvar em um, você consegue acessar do outro. E mais: se você estiver usando um computador que não tem o programa rodando, mas tem acesso a internet, você entra no site do serviço, faz login, e consegue fazer download e upload dos seus arquivos normalmente, ou de acordo com o limite determinado. Legal, não?

Exemplos: SkyDrive e DropBox.

Mais: Esses serviços são muito seguros, normalmente usam protocolo de navegação SSL em sua conexão, criptografando todos os dados enviados. Alguns desses serviços lembram um pouco os serviços de FTP, mas seu uso e meio de armazenamento são bem diferentes.

CD ou DVD

Quando falamos de backup, todo mundo lembra automaticamente dos CDs, a mídia mais usada para isso na primeira década do século XXI. Apesar de trabalhoso, gravar CDs periodicamente, com seus arquivos atualizados, pode ser eficiente para algumas pessoas, mas dificilmente vai ser bom para a maioria. Esse tipo de mídia estraga em um curto período de tempo, porque para armazená-las corretamente você deveria ter um CPD em casa. Sem contar que ocupa muito espaço na casa. Anos atrás era muito justificável usar DVD e CD para guardar arquivos, pois não tínhamos computadores e internet tão rápidos, e nem acesso aos métodos sofisticados de backup que as grandes empresas sempre usaram.

Ou seja: com as opções que temos hoje, deixe o bom e velho CD só para o caso de você não ter outra opção no momento. Ou se você quiser gastar pouco para transportar arquivos fisicamente de um lugar para o outro.

HD externo

Existem muitos tipos de HD externo disponíveis no mercado, e eles se mostram uma excelente opção para a maioria das pessoas – não só para backup, mas como meio de armazenamento de arquivos complementar para quando o seu HD interno já não dá mais conta. O preço elevado é justificado pela possibilidade do tamanho do disco rígido, portanto, vale a pena. A grande desvantagem do HD externo é o potencial de sofrer acidentes: qualquer queda ou batida mínima pode acabar com boa parte dos dados ali guardados. Por isso, cuidado redobrado nunca é demais.

OneKey Recovery

Alguns computadores Lenovo vem com um botão no teclado, chamado OneKey Recovery. O Nagano já explicou aqui no blog como usar essa funcionalidade:

“Vale a pena explicar que o OneKey Recovery armazena seus backups de duas maneiras: dentro do próprio HD, ou em outras mídias como discos externos com porta USB, DVD-R/RW, etc. No caso do IdeaPad Z470, ele já sai de fábrica com uma cópia do sistema original gravado numa partição oculta do seu disco – que pode ser usada a qualquer momento para fazer com que o sistema retorne para o padrão original de fábrica, o que pode ser útil caso o seu dono deseje “recomeçar do zero” ou “limpar a máquina” para passá-lo para outro usuário. “

Pendrive

Pequenos, com grande espaço para armazenamento e preços acessíveis: os pendrives são ótimos para transporte de arquivos, mas será que são tão eficientes para o backup? Talvez. O problema do pendrive é a possibilidade de perdê-lo, por ser muito pequeno, além da chance que uma porta USB tem de queimar. Claro, você sempre pode trocar a saída USB do seu pendrive se ela queimar, mas você sabe fazer isso? Então, cuidado com o pendrive sempre é pouco. Porém, ele mostra excelente eficiência em fazer backup de sistemas operacionais.É uma boa para você sempre ter o sistema operacional armazenado em algum lugar, para o caso de você precisar fazer uma formatação inesperada.

 

Existem softwares que você pode usar para organizar o seu backup como o Cobian, Yadis!, Titan, mas eles apenas unem em uma pasta única todos os arquivos de pastas que você selecionou para ser ‘backupeadas’, sem fazer o backup em si, pois não copiam seus arquivos para outro lugar.

Frequência do backup

Algo importante a ser considerado no backup é a peridiocidade. Não adianta usar um backup que você atualizou pela útima vez há seis meses atrás, porque você vai perder tudo o que produziu nos últimos seis meses. Definir a frequência com que você precisa fazer backup é essencial, e vai de cada pessoa ter um bom senso de definir quanto tempo deve demorar para fazer cada novo backup. Uma vez por mês? Uma vez por semana? Diariamente?
Primeiro, defina qual o tipo de backup que mais se adequa a você, sem esquecer de pensar em segurança, facilidade, e domínio de uso da ferramenta escolhida. Tendo esses itens determinados, você pode pensar em quanto tempo o backup vai dispensar na sua rotina, sem nunca esquecer que quanto mais frequente for o backup, mais rápido ele vai ser.

Importância da localização física do backup

As pessoas copiam seus arquivos para pendrives e cds, e deixam essas mídias guardadas na gaveta embaixo do computador. Esse backup não faz sentido. O conceito de backup é proteger seus arquivos do maior número de ocorrências e sinistros que possam acontecer com eles, e um dos principais motivos para você fazer backup é obter segurança física para os dados. Por exemplo, se o espaço onde está sua mesa de computador pegar fogo? Você perde o computador e os dados que você guardou naquele pendrive que estava na gaveta embaixo dele. Ou se você for assaltado e levarem sua mochila com notebook e HD externo com o backup, do que adiantou ter o trabalho de ter backup sempre atualizado?
Então, se você optou por usar um backup de mídia, como pendrive, HD externo, DVD, etc (qualquer coisa que você possa pegar), deve sempre se certificar de que o backup está localizado em um lugar seguro e longe do computador de onde você está salvando os arquivos.
Uma política usada em grandes empresas, onde a perda de dados é inadmissível, é a de ter mais de uma cópia de backup dos mesmos dados. Ou unir vários meios de backup para salvar os mesmos dados. Para pessoas físicas, uma alternativa é, além de guardar os arquivos em um HD externo (que, se você estiver fazendo backup do computador de casa, você pode guardar na sua mesa do trabalho, por exemplo), você também fazer backup peridódico dos mesmos arquivos em algum serviço online como o SkyDrive – assim você tem o backup do backup.

Como fazer o backup

Você pode fazer seu backup de duas formas diferentes: total ou parcial. O backup total é aquele onde você sempre copia todos os arquivos, de forma integral, a cada novo backup. O backup parcial é aquele onde você só copia o que apareceu de novo nas suas pastas, ou os arquivos que foram alterados desde o último backup; essa forma de fazer backup é mais complexa e se divide em vários métodos e tipos, o conselho é que você se informa um pouco mais a respeito neste link.

Independente do método, periodicidade e tipo de backup adotado, nunca esqueça de cumprir com a rotina de armazenamento de arquivos seguros. Nunca se sabe o que pode acontecer com o seu HD.

FONTE: BLOG LENOVO

Novitec: software faz backup automático até 12 vezes por dia

http://videos.etrainingitmidia.com.br/swf/player.swf?idvideo=2042&image=&file=http://videos.etrainingitmidia.com.br/admin/upload/uploads/y8nv0j9qzr2607js.flv&width=480&height=318&skin=http://videos.etrainingitmidia.com.br/swf/stijl.swf&autostart=trueO programa Novitec apresenta o Mozy, um software que faz backup automático até 12 vezes por dia
Dentre alguns diferenciais estão:

  • Capacidade para armazenar até 70 petabytes de dados;
  • Criptografa toda informação que vai para a nuvem da Mozy;
  • Reduz, descarta, duplica e compacta os arquivos para que não haja consumo desnecessário de banda;
  • Pode fazer backup até 12 vezes por dia e armazena as informações dos backups de forma independente por 30 dias;
  • Permite a criação de regras do que vai ou não ser “backupeado” na máquina de cada funcionário.